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11 maneiras de eliminar ou diminuir a gordura acumulada no culote

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Exercícios localizados e aeróbicos e alimentação balanceada são fundamentais, mas alguns tratamentos também podem ajudar

Considerado incômodo pela maioria das pessoas, culote nada mais é do que um termo popular para caracterizar o acúmulo de gorduras na região que compreende quadril, face lateral da coxa e porção lateral dos glúteos.

O cirurgião plástico Francisco Alionis Neto explica que o acúmulo de gordura nessa região tem importantes causas que, geralmente, estão associadas entre si. As principais são: hormonal, genética, nutricional e metabólica.

Hormonal: “é comprovado que as células gordurosas dessa região são mais sensíveis aos hormônios femininos. Daí o culote ser mais comum em mulheres após a puberdade”, destaca Francisco Neto.

Genética: “a concentração de células gordurosas nas diversas regiões do corpo tem características genéticas, variando de pessoa para pessoa”, diz o cirurgião.

Nutricional: quanto mais equilibrada a dieta, com ingestão adequada de líquidos e baixa ingestão de gorduras e carboidratos compostos, menor o acúmulo de gordura corporal e, consequentemente, na região dos culotes, conforme destaca Francisco Neto.

Metabólica: “um metabolismo adequado, associado a atividades físicas aeróbicas e musculação para o enrijecimento dos músculos da região, é de extrema importância para diminuir a concentração de gorduras e melhorar o contorno corporal”, destaca o cirurgião.

É fato que ninguém consegue “eliminar o culote” do dia para a noite, mas diminuir significativamente o acúmulo de gordura nesta região é possível. Abaixo os profissionais dão dicas fundamentais para isso.

11 recursos para diminuir a gordura do culote

Alimentação adequada, exercícios, tratamentos clínicos… Conheça seus principais aliados na hora de diminuir a concentração de gorduras nessa região do corpo.

1. Alimentação saudável

Eduardo Sucupira, cirurgião plástico da Clínica Essendi, no Rio de Janeiro, explica que é recomendado consumir pouca gordura, muita fruta e verdura. “Pessoas geneticamente propensas a localizar a gordura nessa área especialmente devem beber muita água, entre dois e três litros por dia”, destaca.

O ideal é contar, se possível, com orientação de um nutricionista, que passará uma dieta adequada às suas necessidades, visando não só questões estéticas, mas sua saúde como um todo.

2. Atividades aeróbicas + exercícios específicos

A professora Bruna Capelli, da Academia Ecofit, explica que os exercícios com características aeróbicas são importantes, pois vão agir usando predominantemente a gordura como fonte de energia. “Mas vale ressaltar que, ao reduzirmos a gordura corporal, perderemos no corpo como um todo, e não apenas naquela região que está sendo exercitada. Por isso é importante fazer também um trabalho muscular dando ênfase na região que deseja ter mais resultados estéticos, como enrijecimento e/ou definição”, diz.

De acordo com a professora, atualmente, os estudos sugerem e já se tornou uma tendência os treinamentos intervalados de alta intensidade, que podem ser apenas aeróbicos (correr, ciclismo…) ou combinados com o trabalho de força / resistência muscular (musculação, treinamento funcional etc…).

“Essa estratégia trará mais adaptações positivas no corpo e, de contrapartida, ainda contribuirá muito com a queima de gordura, pois esse formato gera um débito de oxigênio e faz com que o corpo fique com o metabolismo mais acelerado, durante minutos ou horas depois, para cobrir o prejuízo”, destaca Bruna.

“Uma observação que não pode faltar é que o praticante deve estar razoavelmente bem condicionado para iniciar esse tipo de trabalho”, acrescenta a professora. Por isso reforça-se a importância de contar com a orientação e o acompanhamento de um profissional da área de educação física.

Neste contexto, Bruna destaca os melhores exercícios, tanto para contribuir com o ganho de massa muscular, como para elevar o gasto energético.

Bicicleta e Corrida

“Tanto pedalando ou correndo, nas ruas quanto numa bicicleta ou esteira ergométrica, o treino ajuda a perder a gordura localizada no quadril e coxas. Como as atividades são predominantemente aeróbicas, utilizam as gorduras como fonte de energia”, explica Bruna.

Agachamentos

O agachamento deve ser feito com as duas pernas paralelas imitando o movimento de sentar-se em uma cadeira, explica Bruna. “É muito importante manter a coluna ereta, podemos utilizar de fato uma cadeira ou um banco para praticar o agachamento. E quanto mais baixo o banco, mais os músculos são exigidos. Esse exercício trabalha os posteriores da coxa e glúteos”, diz.

Afundos

“Devem ser feitos com uma perna à frente da outra: perna de trás apoiada nos dedos, e a da frente com o joelho alinhado com o peito do pé. O movimento consiste em abaixar e levantar, apoiando-se principalmente na perna da frente. Ambas devem formar um ângulo de 90 graus ao chegarmos o mais próximo do chão que for possível”, explica Bruna.

3. CoolSculpting (tratamento)

Eduardo Sucupira destaca CoolSculpting® como uma ótima opção para acabar com o culote. Este é um tratamento indicado para a redução de gordura localizada, com base na Cryolipolysis, no qual as células de gordura são eliminadas com o frio.

O método não é invasivo, é feito sem cortes, anestesias ou outras substâncias injetáveis. Por isso, considerado uma opção segura. A pessoa pode voltar às suas atividades no mesmo dia.

De acordo com o cirurgião Sucupira, às vezes é necessária uma única sessão. No site Coolsculpting Brasil é possível encontrar os locais/cidades onde o tratamento é oferecido. A sessão pode custar em torno de R$2.500.

4. Radiofrequência

De acordo com Regiane Salinas, fisioterapeuta dermatofuncional da Ame-se Saúde e Estética, a radiofrequência tornou-se um dos tratamentos estéticos mais indicados para a redução de culotes.

A técnica gera um calor profundo que atua no adipócito, resultando na redução de gordura localizada.

São necessárias de 4 a 12 sessões em cada região a ser tratada, de acordo com Regiane. “Mas esse número de sessões será estabelecido após avaliação criteriosa”, diz.

Uma sessão de radiofrequência pode custar, em média, R$500 a R$1.500, dependendo do local/cidade onde o tratamento será feito.

5. Lipocavitação

A lipocavitação é mais um tratamento estético utilizado na redução dos culotes, de acordo com Regiane.

“As ondas ultrassônicas são emitas pelo aparelho e chegam até o adipócito a ser tratado. Assim, induzem a lipólise e promovem o aumento de tensão intracelular, causando a ruptura da membrana da célula de gordura”, diz a fisioterapeuta.

“Após cada sessão é importante a prática de atividade física aeróbica. Recomenda-se que a prática seja realizada no período de até 4 horas após a sessão. São indicadas no mínimo 10 sessões”, acrescenta Regiane.

O preço de cada sessão varia bastante de acordo com a clínica escolhida, podendo ficar entre R$80 a R$270.

6. Carboxiterapia

Regiane explica que o tratamento consiste na aplicação de CO2 (gás carbônico anidro) sob a pele, de 15 a 30 minutos por sessão. “A partir da quarta sessão já é possível observar a pele mais enrijecida pela melhor distribuição do colágeno e a redução de alguns centímetros nas medidas”, diz.

Neste tratamento, o gás carbônico é injetado, aumentando o fluxo sanguíneo, melhorando a circulação e a drenagem. Assim, há uma aceleração na eliminação das toxinas e liberação de ácidos graxos, reduzindo o inchaço e promovendo uma quebra nas células que armazenam gordura.

“O tratamento é considerado dolorido, porém com bons resultados”, acrescenta a fisioterapeuta.

Os valores variam bastante, mas podem chegar a cerca de R$300 por sessão.

7. Manthus

Regiane explica que Manthus é um aparelho que gera correntes estereodinâmicas de ultrassom. “Por meio da transmissão de uma corrente elétrica, ele atinge 4 cm de camada de gordura”, diz.

Basicamente, o ultrassom promove a quebra da célula de gordura enquanto as correntes potencializam sua ação, estimulando o sistema linfático a eliminar estas gorduras de forma mais eficaz.

O total de sessões será estabelecido após avaliação, mas geralmente são indicadas umas 10 sessões, destaca Regiane.

O preço pode variar bastante, numa média de R$ 100 a R$200 por sessão.

8. Massagens

Drenagem linfática pode ser mais uma opção para ajudar a eliminar o culote. Regiane explica que é uma técnica que ajuda o organismo a eliminar as toxinas e os líquidos que se acumulam entre os tecidos através de movimentos suaves.

O preço varia bastante dependendo do local onde será realizado o tratamento, mas costuma ficar em torno de R$100 e R$200 por sessão.

Ainda de acordo com Regiane, a massagem redutora também é indicada para a redução do culote, especialmente por possuir movimentos mais intensos sobre a pele, auxiliando assim na eliminação de toxinas e manipulação das células que armazenam gordura.

Uma sessão de massagem redutora pode custar em torno de R$100 a R$150.

“Lembrando que estas técnicas devem estar associadas a outros tratamentos para obter melhores resultados”, acrescenta Regiane.

9. Bandagem redutora

Mais uma boa alternativa para ajudar a eliminar gordura localizada, inclusive do culote. O tratamento associa o uso de géis específicos à bandagem (gases em faixa) envolvendo a área em questão do corpo da paciente.

Tanto no caso da bandagem fria (crioterapia), como no caso da bandagem quente (termoterapia), a finalidade é promover a lipólise (quebra da célula de gordura), auxiliando, assim, na redução de medidas.

O preço varia bastante, mas costuma ficar em torno de R$100 por sessão.

10. Cirurgia plástica

O cirurgião Francisco Neto explica que é normal que algumas pacientes, mesmo com os cuidados de alimentação e com atividade física, ainda apresentem acúmulos de gordura na região dos “culotes” por fatores genéticos e hormonais. “Neste caso pode ser indicada a lipoaspiração e a lipoescultura para retirada da gordura localizada e na região, possibilitando um contorno corporal da região suave e harmonioso”, destaca.

11. Tratamentos caseiros

Foto: Getty Images

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Algumas pessoas apostam em “tratamentos caseiros” para ajudar a diminuir a gordura localizada nos culotes. Porém, a verdade é que nenhum deles possui eficácia comprovada.

A chamada “bandagem redutora feita em casa” é um exemplo. A pessoa compra algum “gel redutor” disponível no mercado ou ainda, faz um “gel caseiro” (por exemplo, com argila verde), passa o produto e depois envolve com uma bandagem (faixa) a área do corpo desejada (no caso, culotes).

O cirurgião plástico Eduardo Sucupira ressalta, porém, que não existem estudos científicos que demonstrem que a bandagem redutora é indicada para acabar com o culote.

Além disso, não é recomendado fazer esse tipo de tratamento sem orientação profissional. O ideal é procurar uma clínica que trabalhe com a fisioterapia dermatofuncional.

Regiane destaca que sempre existiram os chamados “tratamentos caseiros”. “Como, por exemplo, chás milagrosos ou misturas de frutas, grãos e ervas que são utilizados como pastas ou até ingeridos. Porém, não há nada que comprove sua eficácia”, diz.

O único tratamento caseiro e método de prevenção, de acordo com Regiane, é associar os seguintes hábitos:

  • Ingerir em média dois litros de líquidos (preferência água) por dia.
  • Fazer atividade física regularmente (incluindo exercícios aeróbicos e localizados).
  • Reduzir a ingestão de açúcares (que é o maior vilão quando o assunto é ganho de gordura/peso).
  • Alimentar-se de três em três horas.
  • Não usar calças muito apertadas (o que prejudicaria a boa circulação).

Vale destacar que, em relação aos tratamentos clínicos, somente um profissional habilitado poderá indicar a melhor opção para cada caso, bem como a quantidade de sessões necessária.

O mesmo vale para a cirurgia plástica (lipoaspiração/lipoescultura): o cirurgião plástico é o único profissional que poderá indicar se esta é a medida que deverá ser tomada.

Já no caso dos exercícios físicos e da alimentação balanceada, as dicas valem para todos! Afinal, esta é a melhor “fórmula” para eliminar a gordura localizada, não só dos culotes, mas do corpo como um todo.

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Erros comuns quando se quer ter mais massa muscular

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Treinar é fundamental, mas é necessário ter peso e medida

Ter mais músculo não é apenas sinônimo de mais força, é também uma espécie de escudo protetor para a saúde em geral, beneficiando a saúde óssea, cardiovascular e ainda o sistema imunológico, que fica mais reforçado e capaz de combater a gordura indesejada.

O treino de força e a alimentação adequada – com uma especial atenção para a proteína – são dois dos aspectos que mais importância têm na hora de construir mais músculo de forma saudável, contudo, para que o aumento do músculo aconteça da forma mais correta é ainda importante apostar num processo gradual e também nos comportamentos mais certeiros.

Como explica o site Deporte y Vida do jornal espanhol As, existem alguns erros comuns na hora de ‘lutar’ por um aumento da massa muscular, erros esses que não só comprometem o sucesso, como podem mesmo colocar a saúde em risco. Veja quais são:

1 – Comer tudo e mais alguma coisa. Tem quem pense que o simples fato de treinar com regularidade permite comer tudo, mas não é bem assim, especialmente quando isso inclui mesmo tudo, até os alimentos menos saudáveis. Embora o corpo precise de combustível (proteína, carboidratos complexos e gordura saudável), é preciso ter atenção ao tipo de alimento,para que não se aumente a gordura e em vez da massa muscular.

2 – Não ter um objetivo definido. Treinar por treinar e comer por comer nunca dá bom resultado, especialmente quando o objetivo é ter um corpo mais tonificado e mais músculo. Para que isso seja possível, é necessário ter um plano de treino adequado (preferencialmente definido por um treinador) e também uma alimentação que vá ao encontro das necessidades e que assegure todos os nutrientes necessários;

3 – Treinar muito. Como já dissemos, o treino é fundamental, contudo, ter peso e medida é fundamental, pois o descanso é fundamental para a recuperação muscular e capacidade de ‘crescer’;

4 – Abusar nos pesos. O treino de força é aquele que mais trabalha os músculos, mas mais importante do que o peso usado é a técnica. Sabia que mais vale fazer mais repetições do que apostar tudo no peso máximo?;

5 – Não dormir o suficiente. O descanso é fundamental para os músculos recuperarem devidamente e parte desse descanso depende do sono.

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10 estratégias para perder gordura nas pernas

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Tonificar as pernas é uma das tarefas mais difíceis do mundo fitness

Sejamos honestos, os dias de treino de pernas são um dos piores. Além de ser um dos mais dolorosos, é aquele em que para ver os resultados é preciso esperar semanas ou meses. As coxas são uma das regiões do corpo onde a gordura se aloja mais facilmente, mas mais dificilmente sai. A combinação de exercício físico com uma alimentação saudável e equilibrada é o caminho a seguir, mas é preciso fazer mais.

O site Eat This, Not That! mostra que perder gordura nas pernas é uma tarefa árdua, mas não impossível. Quer provas? Confira dez estratégias que ajudam a perder gordura na região:

1 – Beber café antes do treino, um hábito que não só dá mais energia para a prática de exercício como favorece ainda a capacidade do metabolismo queimar gordura;

2 – Trabalhar as pernas fazendo alguns exercícios de tonificação, colocando o peso do corpo apenas na parte da frente do pé;

3 – Agachamentos… sempre;

4 – Correr… mas subindo. Aumentar a inclinação é uma forma de aliar o exercício cardiovascular (corrida) à tonificação dos músculos das pernas.

5 – Aderir à prensa, procurando ajuda de um instrutor para saber qual o peso mais indicado a colocar;

6 – Fazer vários tipos de lunges, sejam estáticos, em andamento, com ou sem peso;

7 – Dizer ‘adeus’ ao sofá e aproveitar as noites para caminhar depois do jantar;

8 – Aumentar o consumo de cálcio, mineral que não só favorece os ossos, como melhora a formação de músculo;

9 – Apostar nos cítricos, alimentos ricos em vitamina C que travam os marcadores inflamatórios e, por isso, melhoram a presença de gordura acumulada;

10 – Quando o tempo para treinar é pouco, comece a praticar sprints.

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Nicole Bahls revela seus segredos para ter um ‘bumbum na nuca’

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Ostentando um corpo malhado, Nicole Bahls diz que não pega leve na academia. A assistente de palco do Ferdinando Show revela que pegou pesado para emagrecer 6 kg antes da atração e manter o corpo em forma. Para ostentar seu “bumbum na nuca”, Nicole compartilha alguns de seus segredinhos:

“Faço dieta equilibrada e academia. Muito agachamento. Uso quatro apoios e faço quatro repetições de 20, com 20 kg em cada perna. Mas é um pouco da minha genética também que ajuda”, conta Nicole à revista ‘Quem’.

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