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Cãibras no esporte – Aspectos Nutricionais

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Apesar de existirem muitas razões para que uma cãibra apareça, alguns pontos nutricionais são muito importantes. Uma cãibra forte é capaz de tirar um atleta da competição ou um praticante da academia, em ambos os casos, há o transtorno e o prejuízo. Por ser algo que incapacita o atleta, técnicos e jogadores temem muito sua incidência, afinal, você já deve ter visto em alguma competição esportiva, principalmente o futebol, atletas desabarem repentinamente no campo e logo depois vem a informação de que o mesmo está com cãibras.

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Caracterizada pela contração dolorosa e involuntária dos músculos, a cãibra é um problema comum que apesar de não sinalizar doença grave, funciona como um termômetro que mede o equilíbrio de água e nutrientes do nosso organismo.

A principal causa das cãibras é a perda excessiva de líquidos e sódio. O sódio é um mineral importante para a transmissão dos sinais nervosos e ações que levam aos movimentos dos músculos e a falta desse elemento, juntamente com a falta de líquidos, pode tornar os músculos mais sensíveis.

Por muitos anos, as pessoas atribuíram cãibras à falta de potássio ou magnésio no corpo, porém, pesquisas mostram que esses minerais são menos importantes na situação. As quantidades de potássio e magnésio que se perdem no suor são baixas quando comparadas ao sódio e cloreto.

Outras causas de cãibras: diabetes, problemas vasculares, uso da creatina, doenças neurológicas, etc.

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COMO PREVENIR?

– Manter-se bem hidratado durante todo o dia com água mineral, água de côco e suco de frutas;

Beber muitos líquidos antes, durante e após o exercício, principalmente;

– Repôr sódio durante os intervalos de exercícios pesados com transpiração abundante. Utilizar uma bebida esportiva;

– Assegurar uma recuperação adequada com descanso, boa hidratação e boa alimentação (incluir comidas salgadas nesse período);

– Evitar o uso de alimentos e/ou medicamentos diuréticos, para minimizar a perda de água corporal.

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REFERÊNCIAS:

HORSWILL CA. Cãibras musculares: causas e tratamentos. Gatorade Sports Science Institute.

MAUGHAN, Ron, GLEESON, Michael, GREENHAFF, Paul. Bioquímica do exercício e treinamento. Traduzido por Elisabeth de Oliveira e Marcos Ikeda. São Paulo: Manole, 2000.

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Método 5S: conheça o programa criado por uma ex-obesa que promete emagrecimento e mais saúde

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O método de emagrecimento 5S promete uma redução drástica de peso por meio da desinflamação do hipotálamo, área do cérebro que regula a fome e a sede

iagnosticada com obesidade grave em 2015, a fisioterapeuta Edivana Poltronieri, de 38 anos, pesava 92 kg em 1,56 m de altura. Estava com limitações físicas e a autoestima abalada. “Já não conseguia subir e descer escadas. Minha mobilidade era péssima. Havia entrado em depressão.” Fez planos de uma cirurgia bariátrica, mas antes tentou mudar pela última vez os hábitos alimentares.

Ironicamente, cursava pós-graduação em obesidade e emagrecimento e aplicou nela própria o que aprendeu sobre o hipotálamo, área do cérebro responsável por regular fome, sede e saciedade. “Quando ele inflama, em geral por uma dieta rica em açúcar e gordura saturada, há o desencadeamento da compulsão. Foi o meu caso. Já cheguei a ingerir sete pães e 35 pedaços de pizza num dia”, lembra.

Edivana estruturou um método de emagrecimento que batizou de 5S (de “5 estratégias”) e foi a própria cobaia. O processo proposto inclui mudança alimentar (1), desinflamação do hipotálamo (2), suplementação (3), tratamentos estéticos (4) e terapia motivacional pelo app Método 5S (5), disponível no Brasil para IOS e Android. “Os alimentos industrializados são os grandes ‘inflamadores’. Troquei frituras por assados e grelhados também.” Os ingredientes que ajudam a desinflamar são as gorduras boas, ricas em ômegas. “Peixes como salmão, sardinha e atum, assim como linhaça marrom e alho.” Ela eliminou 24 kg em três meses, chegando a 66 kg.

Emagrecimento na prática
Ao lado de uma equipe de nutricionistas e médicos, Edivana aperfeiçoou o programa. Decidiu, então, criar sua própria empresa, a Brands, e profissionalizou cerca de 800 funcionários nas 356 franquias espalhadas nos 26 estados brasileiros e em cinco países no exterior.

Depois de fazer exames de sangue, o paciente realiza uma bioimpedância, para medir massa muscular e gordura corporal, que é repetida toda semana. “Não é dieta. Apenas ensino quais alimentos inflamam o hipotálamo e quais têm ação anti-inflamatória, os que não disparam a insulina no corpo, como os açúcares de baixo índice glicêmico (exemplo, a batata-doce).” O cardápio é montado de acordo com essas instruções. “A quantia de cada grupo alimentar é alterada com frequência para que o corpo não se acostume. Assim, o peso não fica estagnado”, explica. “Na primeira semana, combino dois vegetais à vontade com 150 gramas de carne por dia. Na segunda, libero uma quantia maior de ambos.”

Há também a suplementação. Entram ômega 3 e 9 e também os aminoácidos isoleucina, leucina e valina (o BCCA), para aumentar a massa magra. As vitaminas B6, B7 e B3 e minerais como cromo, magnésio e zinco dão mais energia. Os tratamentos estéticos são outro pilar. “Mantas térmicas e aparelhos que emitem radiação infravermelha ajudam a diminuir a retenção de líquido nos pacientes.”

O processo, que dura ao menos 90 dias, é acompanhado por nutricionistas e psicólogos duas vezes por semana na clínica e diariamente via aplicativo. Os exercícios físicos são opcionais no início. “Muitos pacientes são obesos e não têm condições articulares, musculares e cardíacas.” O tratamento custa a partir de R$ 1.200 por mês e inclui encontros com os médicos. Mais de 10 mil pessoas já recorreram ao método.

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Febre amarela: número de mortes aumentam 5 vezes em uma semana

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O surto da doença segue avançando e causando mais vítimas em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais

Desde julho de 2017 já foram registradas 20 mortes por febre amarela no Brasil. A informação foi divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde. O boletim epidemiológico anterior, do dia 8 de janeiro, mencionava quatro vítimas fatais da doença. Ou seja, os óbitos registrados aumentaram cinco vezes.

Quando considerados os casos confirmados (tanto o de pessoas que morreram quanto o das que superaram a infecção), o crescimento entre o boletim anterior e o atual também é representativo. No comunicado do dia 8, havia 11 ocorrências. No documento mais atualizado, o número saltou para 35, uma ampliação de 320%.

Mas atenção: todos os incidentes tem relação com zonas de mata, sendo ransmitidos pelos mosquitos Sabethes e Haemagogus. Não há notificação até agora da disseminação dentro de centros urbanos pelo famigerado Aedes aegypti. em áreas urbanas.

Como comparação, entre julho de 2016 e janeiro de 2017, foram listados 271 casos e 99 mortes, em um período marcado por um surto da doença.

Problemas à frente?

O número de episódios confirmados pode subir, porque há 145 outros em investigação por equipes de secretarias de Saúde. Os representantes do Ministério da Saúde evitaram falar em “surto”, mas classificaram o fenômeno como um “aumento de incidência da doença”.

A situação é mais grave nos estados de São Paulo (20 casos e 11 mortes), Minas Gerais (11 casos e 7 mortes) e Rio de Janeiro (3 casos e 1 morte). O Distrito Federal também reportou um caso que terminou em morte. Em razão do aumento dos casos, a Organização Mundial da Saúde classificou o conjunto do estado de São Paulo de área de risco e recomendou a viajantes para se vacinarem.

Vacinação

O Ministério da Saúde informou que vai disponibilizar aos estados lotes de vacina para campanhas junto à população. Qualquer pessoa pode se imunizar, à exceção dos que estão em situações de contraindicação, como pacientes em tratamento contra o câncer, indivíduos com imunossupressão e pessoas com hipersensibilidade à proteína do ovo.

A vacina começa a fazer efeito em dez dias. Quem pretende se dirigir às áreas de risco deve se imunzar e esperar esse prazo antes de sair de sua cidade. Em São Paulo, a campanha com a dose fracionada da vacina será antecipada para o dia 29 e vai abranger dezenas de cidades.

No Rio de Janeiro, a previsão é que as ações sejam realizadas em 15 municípios, com meta de chegar a 10 milhões de pessoas. Já na Bahia, onde também há preocupação com a ocorrência da doença, a campanha focará oito municípios e buscará aplicar o medicamento a 3,3 milhões.

Apesar de tudo…

O medo da febre amarela é justificável. Mas evite tomar decisões precipitadas, principalmente no momento atual, quando os postos de saúde estão cheios. Se mora em um centro urbano sem qualquer registro de casos e não pretende viajar para zonas de risco nos próximos dias, considere – junto com um médico – a possibilidade de se imunizar depois.

Também certifique-se de que não faz parte dos grupos especiais que precisam de um olhar mais atento antes de tomarem a vacina. Gestantes e pessoas com mais de 60 anos estão entre eles.

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Juju Salimeni explica “Marcas no Braço”: Não sou mulher de apanhar, sou de bater

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uju Salimeni chamou atenção dos seus seguidores no Instagram ao postar uma foto em que deixa em evidência umas manchinhas no braço. A imagem fez com que alguns seguidores questionassem se ela “teria apanhado”. Juju, que é casada com o fisiculturista Felipe Franco, respondeu a internauta que as marcas são, na verdade, a pele descascando, e fez questão de afirmar que é “mulher de bater”, não de apanhar.

“Miga, eu não sou mulher de apanhar, não. Eu sou é de bater! De qualquer forma, minha pele está apenas descascando”, disse Juju.

To divando pq to de vestido @chocolatedoceoficial !! Mais minha cara impossível ??

Uma publicação compartilhada por Juliana Salimeni ? (@jujusalimeni) em

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