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Cardápio completo para secar 9kg em 30 dias

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Você não precisa fazer uma dieta “super radical” para emagrecer em ritmo acelerado. Existem diversos métodos saudáveis para você perder peso, nessa matéria você vai encontrar um Cardápio para secar 9 Quilos em 1 Mês.

SEGUNDA-FEIRA

  • Café da manhã: 1 copo médio de suco de melão e 1 bolacha integral;
  • Lanche da manhã: 1 fatia de melão;
  • Almoço: 2 col. (sopa) de chuchu cozido, 1 concha de feijão e 1 filé de peixe grelhado;
  • Lanche da tarde: 1 maçã;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes, 1 col. (sopa) de arroz integral, 1 concha de feijão e 1 omelete sem óleo;
  • Ceia: 1 copo médio de suco de limão.

TERÇA-FEIRA

  • Café da manhã: 1 torrada integral e 1 pote individual de iogurte light;
  • Lanche da manhã: 1 bolacha integral e 1 copo médio de suco de melão;
  • Almoço: 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes com tomate, 1 col. (sopa) de arroz integral, 1 omelete sem óleo e 1 col. (sopa) de brócolis;
  • Lanche da tarde: 1 laranja-lima;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de salada de agrião, rúcula, palmito e tomate cereja, 1 col. (sopa) de arroz integral, 1 concha de feijão e 1 filé de peixe grelhado;
  • Ceia: ½ cacho de uva.

QUARTA-FEIRA

  • Café da manhã: 1 fatia de pão integral e 1 copo médio de suco de laranja;
  • Lanche da manhã: 1 punhado de mix de castanhas;
  • Almoço: 1 col. (sopa) de arroz integral, 1 concha de feijão, 1 filé de salmão ao molho de mostarda e 1 pegador de ervilha;
  • Lanche da tarde: 1 taça de gelatina light;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de salada verde com tomate e milho, 1 col. de arroz integral e 1 bife grelhado;
  • Ceia: 1 noz.

QUINTA-FEIRA

  • Café da manhã: 1 taça de salada de frutas (mamão, melancia e abacaxi);
  • Lanche da manhã: 1 punhado de mix de frutas secas;
  • Almoço: 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes, 1 col. (sopa) de arroz preto e 1 filé pequeno de atum grelhado com crosta de gergelim;
  • Lanche da tarde: 1 punhado de mix de castanhas;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de legumes no vapor (brócolis, cenoura, cebola e alho), 1 col. (sopa) de arroz integral e 1 filé de peixe grelhado;
  • Ceia: 1 torrada integral e 1 xíc. de chá-verde.

SEXTA-FEIRA

  • Café da manhã: 1 xíc. (chá) de café com leite desnatado e 2 biscoitos de água e sal;
  • Lanche da manhã: 1 maçã pequena;
  • Almoço: 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes, 2 col. (sopa) de arroz integral, 1 filé de frango grelhado e 2 col. (sopa) de brócolis;
  • Lanche da tarde: 3 biscoitos de água e sal com gergelim;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de espaguete integral com molho ao sugo;
  • Ceia: 2 biscoitos de água e sal e 1 xíc. de chá branco.

SÁBADO

  • Café da manhã: 1 fatia de abacaxi e 1 taça de gelatina;
  • Lanche da manhã: 1 copo pequeno de água de coco;
  • Almoço: 1 prato (sobremesa) de salada de agrião e palmito, 1 concha de abobrinha assada e 1 filé-mignon sem gordura grelhado;
  • Lanche da tarde: 1 torrada integral e 1 xíc. de café com adoçante;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de salada de grão-de-bico com alface, 1 col. (sopa) de arroz integral e 1 filé de frango grelhado;
  • Ceia: ½ xíc. (chá) de leite morno com canela.

DOMINGO

  • Café da manhã: 1 xíc. (chá) de leite desnatado com canela e 2 fatias finas de queijo branco;
  • Lanche da manhã: 1 pote individual de iogurte;
  • Almoço: 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula e tomate, 2 col. (sopa) de arroz integral e ½ filé de truta grelhado;
  • Lanche da tarde: 1 fatia de melancia;
  • Jantar: 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes, 2 col. (sopa) de arroz integral, 1 filé de frango grelhado e 1 pegador de vagem cozida;
  • Ceia: 1 fatia de mamão.

*Cardápio elaborado por Ana Luisa Vilela, nutróloga da clínica Slim Form (SP)

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Para cada doença, um jeito de malhar

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Há incontáveis tipos de exercício que podem fazer parte de um treino de musculação. SAÚDE revela quais os mais indicados para combater uma dúzia de doenças

O remédio que doma a pressão dos hipertensos não é o mesmo que baixa a glicemia dos diabéticos, tampouco serve para proteger o esqueleto de pessoas com osteoporose. Isso mostra que não existe uma única estratégia capaz de contra-atacar todas as enfermidades ao mesmo tempo. E é mais ou menos esse conceito que você precisa ter em mente quando falamos do efeito de cada um dos exercícios de musculação em pessoas com problemas diferentes.

A ideia de utilizar e adaptar a malhação de acordo com o estado de saúde de seus praticantes começou a ganhar destaque no final da década de 1980, quando os pesquisadores lançaram um olhar mais apurado sobre o tema. A partir do ano de 1990, o exercício de força se tornou — e ainda é — o método de treinamento mais estudado, segundo dados do Pubmed, site do governo americano que concentra artigos publicados no mundo inteiro. Esse interesse da comunidade científica ajudou a acabar com o preconceito que cercava a musculação. Ela deixou de ser encarada como algo voltado apenas para fisiculturistas e virou uma importante aliada entre aqueles que buscam qualidade de vida.

Tal cenário veio seguido de um aumento significativo na quantidade de salas de ginástica por aí. Dados da Associação Brasileira de Academias mostram que, em 2010, havia 15 mil unidades espalhadas pelo país. Em 2014, o número dobrou. E, embora tenhamos que evoluir muito, há uma tendência de esses estabelecimentos passarem a oferecer profissionais especializados em determinadas condições de saúde. Ou seja, de pouco em pouco, os halteres se incorporam ao tratamento de muitas encrencas.

Agora, você vai entender como a musculação enfrenta 12 delas. Todas devidamente acompanhadas de orientações específicas para tirar o melhor proveito do levantamento de peso sem ameaçar o corpo. Contudo, antes de avançar, cabe uma ponderação: só pode fazer musculação ou qualquer atividade física estruturada quem estiver saudável ou com uma doença sob controle. Começar a puxar ferro da noite para o dia sem uma avaliação médica (e a supervisão do educador físico) é um risco que ninguém precisa correr.

Dois raios no mesmo lugar

Para certos quadros, como a fibromialgia, preconiza-se malhar em intensidade leve. Em outros, a exemplo da sarcopenia, o ideal é pegar um pouco mais pesado. Então, o que fazer se você sofre com ambos — ou com quaisquer problemas que cobram atitudes aparentemente contraditórias na academia? Nesses casos, é imprescindível bater um papo com os profissionais de modo a acertar o treinamento. Só não vale usar isso como desculpa para cair no sedentarismo.

1. Hipertensão

Décadas atrás, a musculação chegava a ser contraindicada para os hipertensos. E, de fato, durante sua execução, a pressão sobe, principalmente se a intensidade é elevada ou se o exercício for repetido à exaustão. Mas uma porção de experimentos deixa claro que, seguindo recomendações básicas, erguer peso não ameaça o sistema cardiovascular dessa turma. Embora não dê para confirmar que a modalidade aplaque a hipertensão ao longo dos meses — os estudos são controversos nesse sentido —, restam poucas dúvidas de que ela promove bem-estar aos seus portadores.

Recrutar poucos músculos por vez
Usar vários grupos musculares ao mesmo tempo comprime demais os vasos sanguíneos. Prefira, por exemplo, cumprir uma série com o braço esquerdo e, depois, outra com o direito.

Não prender a respiração
Em primeiro lugar, o ato de segurar o ar sugere que a carga do treino está pesada demais — o que, nesse pessoal, dispara a pressão. Isso sem contar que a atitude, por si só, aperta as veias e as artérias.

Descansar dois minutos entre uma série e outra
Esse tempo é necessário para que os níveis pressóricos retornem a um patamar seguro. Em comparação, um repouso de 30 a 45 segundos é suficiente para quem não tem hipertensão.

2. Diabetes

Em uma revisão de 14 pesquisas, experts da Universidade de Viena, na Áustria, descobriram que combinar o treino aeróbico com o de resistência é a estratégia perfeita para regular a glicemia em diabéticos do tipo 2. De um lado, corridas e pedaladas queimam glicose em larga escala. Do outro, os aparelhos da academia fortalecem bíceps, tríceps e companhia. Assim, eles conseguem estocar mais desse substrato, tirando-o da circulação.

Medir a glicemia antes, durante e depois
Quando as taxas estão estratosféricas ou mínimas, é bom pular a sessão. E, se caírem depressa durante ou após a ralação, recorra a isotônico, suco de laranja ou até sachês de glicose.

Entrosar o exercício com o tratamento
A regra vale sobretudo para os sujeitos que aplicam insulina. Em geral, os médicos diminuem a dose a ser injetada nos dias em que o diabético vai se mexer. Isso para afastar a hipoglicemia.

3. Obesidade

Já adiantamos: puxar ferro sem equilibrar a dieta não implicará um grande emagrecimento. Segundo a tese de doutorado da educadora física Valéria Bonganha, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, cinco meses de exercícios de força, em conjunto com outros aeróbicos, não derrubaram o ponteiro da balança em 24 homens obesos. Eles apenas mantiveram mais ou menos os mesmos quilos, porém trocaram gordura por massa magra — e ficaram menos propensos a sofrer panes no coração.

Investir em treinos curtos e intensos
Após um período de adaptação, vale apostar em séries com menos repetições e cargas altas. Isso fortalece muito os músculos — e, vigorosos, eles queimam mais calorias.

Priorizar abdômen e costas
A barriga sobrecarrega a coluna, fomentando desvios posturais. Daí a importância de realizar atividades capazes de enrijecer a musculatura dorsal. Converse com seu treinador a respeito.

4. Fibromialgia

Pessoas com essa síndrome têm até medo de fazer ginástica. Isso porque a condição provoca incômodos dos pés à cabeça, que pioram quando se mexe além dos limites. Na contramão, práticas leves funcionam como um remédio para amenizar os sintomas da fibromialgia. Nesse contexto, a musculação, apesar de não ser prescrita no início do treinamento, auxilia a remover toxinas dos músculos, afastando as dores.

Levantar pesos leves e progredir lentamente
Nas primeiras vezes que pisa na academia, o fibromiálgico não raro apenas executa o gesto de um exercício, sem carregar carga alguma — a meta é não disparar sensações dolorosas.

Programar o horário
Boa parcela dos pacientes reclama de desconfortos logo depois de acordar e à noite. Uma tática interessante é agendar os treinos nos momentos em que as dores dão uma trégua.

Não forçar regiões sensibilizadas
Se o ombro está pegando durante uma sessão, deixe-o de lado e trabalhe outras partes do corpo. Quando ele parar de incomodar, você compensa.

5. Sarcopenia

Marcada pela degeneração das fibras musculares e mais frequente entre os idosos, a sarcopenia é rechaçada pelos halteres. Em uma revisão da Universidade Católica do Sagrado Coração, na Itália, constatou-se que eles não só abrandam a perda de massa magra como asseguram mais autonomia e afugentam as dores. Contudo, os exercícios devem ser conduzidos com cuidado redobrado e acompanhamento próximo.

Elevar a intensidade
Quanto mais peso na barra, maior o estímulo a fibras musculares do tipo 2 — as mais afetadas pela sarcopenia. Mas lembre-se: antes de pegar pesado, é vital passar pelo consultório.

Conversar sobre suplementação
Preparos como o whey protein, se combinados às sessões de malhação, colaboram para o fortalecimento muscular. Só não vale engolir os suplementos sem checar as reações adversas com o doutor.

6. Osteoporose

O risco de uma queda render fraturas cresce em gente com ossatura frágil. Felizmente, músculos de aço servem como amortecedores de impacto e trazem equilíbrio. Como se não bastasse, as atividades de resistência solidificam o esqueleto. Elas incitam o depósito de cálcio nos ossos. Um artigo da Universidade Walsh, nos Estados Unidos, demonstra ainda que sujeitos com osteoporose que vão à academia regularmente dependem menos de terceiros para cumprir tarefas do cotidiano.

Valorizar exercícios funcionais
Eles mobilizam os grupos musculares mais exigidos no dia a dia – graças a isso, incrementam a coordenação, o equilíbrio e a postura, fatores cruciais na prevenção de tropeços.

 

Reforçar as áreas enfraquecidas
As vértebras e o fêmur (localizado na coxa) entram na lista dos ossos mais comprometidos pela doença. A meta, então, é fortificar a musculatura que os sustenta.

7. Osteoartrite

Também conhecida como artrose, ela nada mais é do que um desgaste das juntas. E a musculação é um dos métodos mais eficazes para proteger as articulações, porque favorece a produção do líquido sinovial, que mantém as cartilagens nutridas e íntegras. Aliás, pernas torneadas também absorvem parte da sobrecarga imposta a joelhos, quadris e tornozelos — aí, as dores e a rigidez articular atrapalham menos. A única questão reside no fato de que indivíduos com osteoartrite costumam ser mais velhos e padecer com o excesso de peso, fatores que demandam atenção na hora de planejar o treino.

Reduzir as repetições e aumentar a carga
Desde que adotada com a orientação de um professor, essa técnica dá um gás a mais às fibras musculares que seguram o tranco imposto às juntas toda vez que damos um passo ou subimos a escada.

Dar foco à área abalada
Quem sofre com artrose de joelho, por exemplo, faz de tudo para não usar a perna afetada de apoio. Ocorre que o desuso enfraquece os músculos, abrindo as portas para mais incômodos. O jeito é dedicar tempo ao desenvolvimento do local debilitado.

Evitar a cadeira extensora
Fala-se muito do agachamento — e de fato é bom tomar cuidado com ele. Entretanto, a cadeira extensora traz um risco maior ao joelho com osteoartrite, pois concentra a sobrecarga em uma pequena região da cartilagem. Busque alternativas com o educador físico.

8. Lombalgia

A dor na base da coluna é uma velha conhecida dos brasileiros: corresponde a nove entre dez denúncias de desconforto nas costas. Para suavizar o incômodo, especialistas pedem para enrobustecer toda a musculatura do abdômen. É como colocar um apoio a mais para sustentar o telhado de uma casa.

Lançar mão do Core training
A prática emprega bolas suíças, elásticos e outros equipamentos para ativar músculos abdominais profundos que mal são recrutados com as máquinas tradicionais e ajudam a estabilizar a coluna. Pilates e exercícios funcionais são outras ótimas opções.

Não fazer levantamento terra e agachamento
Apesar de populares, esses exercícios pressionam os discos que se localizam entre uma vértebra e outra. Em uma lombar frouxa, isso é sinônimo de reclamações pós-treino.

Alongar
O estica e puxa alivia tensões na região lombar. Mas é necessário cautela e uma evolução gradual. Insistir em encostar as mãos na ponta dos pés com a perna reta pode gerar arrependimentos.

9. Parkinson

Na USP, a profissional de educação física Carla da Silva Batista e seus colegas vêm testando o efeito da musculação nos portadores dessa doença neurodegenerativa. Primeira conclusão: ela combate o enfraquecimento do corpo, uma das repercussões mais comuns do problema. E os treinos, dependendo de como são conduzidos, também amenizam os tremores. Recentemente, vimos que práticas que exigem coordenação motora e equilíbrio ofereceriam melhores resultados nesse sentido. Mas, ao recorrer a tais exercícios — os funcionais estão entre eles —, é imprescindível ter um profissional ao lado. Ele pode impedir quedas decorrentes de um gesto involuntário.

Executar o movimento completo
Se estiver no aparelho de leg press, por exemplo, estique as pernas completamente ao empurrar a carga. A tática, que vale para qualquer equipamento, evita a atrofia muscular típica do Parkinson. Outra coisa: sessões de alongamento são vitais.

Usar bola, elástico, corda — mas com alguém ao lado
Apetrechos como esses trazem um componente de instabilidade na ginástica, o que atenuaria os tremores. Mas, se não tiver um expert por perto, restrinja-se aos aparelhos tradicionais.

Malhar só depois de tomar o medicamento
As drogas contra o Parkinson demoram cerca de uma hora para surtir efeito. É nesse momento que a prática da musculação será mais segura e eficiente.

10. Asma

Não dá pra negar que as atividades aeróbicas, por botarem os pulmões para trabalhar, são as mais recomendadas a quem enfrenta esse perrengue. Todavia, elas podem disparar crises de falta de ar. Para quem sofre direto com ataques durante ou após a corrida, a musculação é uma alternativa, já que demanda menos do sistema respiratório. Aí, a intensidade tem de ser leve ou moderada. É verdade que ela não aperfeiçoa muito a capacidade de inspirar e expirar, porém revigora o tronco e os membros — o que é de grande valia em uma turma que tende a ficar sedentária e fraquinha.

Diminuir a carga e elevar o número de repetições
Trata-se de uma fórmula certeira para exigir menos dos pulmões sem abdicar da massa magra. Um treino muito vigoroso às vezes serve de gatilho para crises de falta de ar nas pessoas com a asma menos controlada.

Levar o inalador para a academia
Ao longo do treino, as crises eventualmente dão as caras – mesmo se a respiração não estiver ofegante. E, nessas emergências, uma bombinha no bolso faz enorme diferença. Nada de esquecê-la em casa!

Fortificar o peitoral e as costas
Em geral, os asmáticos apresentam uma anteriorização dos músculos da caixa torácica — ou seja, os ombros se inclinam pra frente. De modo a compensar o desvio, não se esqueça de trabalhar peito e costas.

11. Doença renal crônica

Quando os rins param de filtrar o sangue adequadamente, substâncias tóxicas sobram na circulação. Essas moléculas, por sua vez, disparam um processo inflamatório que arrasa panturrilha, glúteos… A malhação estimula a musculatura e contra-ataca sua degeneração, o que se traduz em maior qualidade de vida. Tonificar o corpo também mantém o diabetes e a hipertensão, dupla que danifica os rins, sob rédeas curtas. Com orientação, dá até pra se exercitar na hemodiálise.

Não mexer muito o braço com o acesso
Quase todo mundo que se submete à diálise passou por uma cirurgia para adaptar vasos do braço ao procedimento. Para não inviabilizar o acesso, deixe esse membro mais quieto.

Regular a ingestão de água
A doença renal crônica pode culminar em um acúmulo de líquidos. Principalmente quem faz hemodiálise deve discutir com o médico o jeito ideal de se hidratar durante a musculação.

12. Câncer

Entre as reações adversas de determinados quimioterápicos e da radioterapia está a perda de massa magra. Mas uma revisão da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, aponta que o treinamento de força faz com que os músculos não definhem. De quebra, movimentar-se durante a fase aguda do tratamento aumenta a disposição e pode até auxiliar na luta contra o tumor. Agora, o treinamento de alguém com câncer tem que ser obrigatoriamente supervisionado – até porque cada tipo requer cuidados específicos, que ainda variam de acordo com o paciente.

Reforçar regiões abaladas
As cirurgias que visam extirpar os esconderijos de células tumorais podem limitar a movimentação de um ou outro membro. Exercitá-lo com orientação minimiza as sequelas.

Mexer-se quando os sintomas somem
Se enjoo e cansaço surgem pra valer à tarde, que tal fazer ginástica de manhã? No início é mesmo difícil, mas o esforço com certeza será recompensado com mais ânimo e disposição nos dias seguintes.

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Malho mas não vejo resultados. Por que será?

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Se você está em busca de resultados verdadeiros, pretende realmente transformar o seu corpo de maneira sustentável e definitiva e está cansado de perder tempo com treinamentos ineficientes e desmotivantes. Fique atento(a) que nesse texto vamos te ajudar a entender porque isso acontece.

Você até vem se dedicando com disciplina e seriedade aos seus treinamentos, mas mesmo assim os resultados não apareceram como esperado, o que acaba  em frustração e falta de vontade de seguir em frente.

Calma, Não se desespere! 

Isso é muito mais comum do que imagina, existe um grupo enorme de pessoas que passa exatamente pela mesma situação que você, e a melhor maneira de resolver esse problema é através da informação e do conhecimento.

A falta de resultados com treinamento físico é causada pela presença de um ou a até mesmo a combinação de mais motivos que listaremos abaixo. Portanto, se você quer mudar o seu corpo, fique atento para nunca cometer os erros que vem a seguir;

1 – Falta de Paciência

Não adianta ter pressa!

O tempo mínimo para começar a ver mudanças estéticas no seu corpo é entre 8-12 semanas.

No início de um programa de treinamento com pesos, em primeiro momento o seu corpo vai passar por adaptações neurais e coordenativas, justamente por isso que iniciantes conseguem aumentar rapidamente as cargas dos exercícios nas primeiras semanas de treinamento.

Porém isso não quer dizer que terá grandes evoluções estéticas nesta fase.

Transformar o corpo exige tempo, paciência e dedicação. É preciso seguir em frente focado e determinado sem ficar mudando constantemente de direção, com isso, garanto que os resultados vão aparecer.

2 – Falta de Regularidade

Obviamente que ter paciência não é tudo, você pode ser a pessoa mais paciente do mundo, mas se não se dedicar de maneira regular e constante, não vai chegar a lugar algum.

É muito comum em academias encontrar pessoas que apesar de se dedicarem nos treinamentos acabam não tendo uma regularidade em médio e longo prazo.

Malha 5 vezes por semana por um certo período, mas logo ali na frente fica dias e dias e até semanas sem pisar na academia novamente.

Regularidade é um fator decisivo para conquistar resultados, isso porque o seu corpo para sofrer adaptações precisa receber estímulos, se recuperar, se adaptar e novamente receber outros estímulos de maneira cíclica e constante.  Interromper esse processo por alguns períodos faz você ficar patinando e nunca sair do lugar.

3 – Treinamento Inadequado

Se você é uma pessoa paciente, dedicada e disciplinada, provavelmente é aqui que está o seu grande erro, seu treinamento está inadequado!

Esse caso é muito frequente e o mais desanimador de todos, pois não existe nada pior do que se dedicar a algo que não trás os benefícios que deseja.

O grande problema é que conseguir evolução quando você é iniciante e destreinado é bastante fácil, afinal quando estamos em um nível baixo de condicionamento e composição corporal qualquer tipo de exercício, por mais sem sentido que seja, vai promover algum resultado.

Só que para continuar progredindo e evoluindo com resultados é necessário que os treinos evoluam junto com o praticante e cada vez mais desafiem o seu organismo.

Você deve conhecer pessoas que passam meses dentro de academias, treinam com ótima regularidade e disciplina e não conseguem mudar em nada a sua aparência física. Isso acontece porque o nosso organismo se acostuma com a intensidade daquelas atividades praticadas e com isso interrompe o processo de adaptação e evolução que o treinamento deveria promover.

A única maneira de manter os treinos constantemente desafiadores e em evolução é através do controle e manipulação de intensidade e volume de treinamento, que só pode ocorrer com um planejamento e organização de tipos de treinos, métodos, variação de exercícios, séries, repetições, intervalos e velocidades.

A organização desse planejamento de maneira adequada não é uma tarefa fácil , porque o treinamento certo está em constante movimento e evolução.  Em cada fase ou período você deve ter alguns objetivos para alcançar com seus treinos, que devem mudar constantemente de acordo com os objetivos específicos de cada período de um planejamento geral.

Só que os treinos não devem apenas mudar, por mudar, existe uma ciência e lógica baseados em princípios teóricos para a aplicação de tudo isso na prática.

Justamente nesse ponto que geralmente as academias falham gravemente nessa tarefa pois os treinos são genéricos, sem esse controle, monitoramento e acompanhamento individual, que são extremamente necessários para essa evolução.

A maior parte dos Personal Trainers, também falha nesse sentido, por falta de conhecimento teórico e capacitação técnica inadequada para aplicar o treinamento ideal para o seu caso.

Não é apenas fazer o exercício X, Y ou Z que vai fazer você conquistar resultados, é preciso uma programação planejada que respeite suas necessidades, preferências, dificuldades, objetivos, individualidades e limitações.

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Por que você deve perder já o peso que ganhou no fim do ano?

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Não tenha medo de subir na balança. Descobrir seu peso atual e emagrecer o quanto antes evita que a gordura vá sendo acumulada ano a ano na cintura 

Depois da maratona de comilança de fim e começo de ano (festas de confraternização da empresa, happy hour com os amigos, ceia e almoço de Natal e jantar de Réveillon), você se recusa a subir na balança, certo? Mas não deveria: isso se não quiser correr o risco de engordar um pouco a cada ano.

Segundo o endocrinologista Bruno Halpern, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), vários estudos sugerem que o aumento de peso ao longo da vida tem relação com pequenos períodos de superalimentação, especialmente se não perder logo o que você ganhou nesses dias. Exemplo: todo começo de janeiro você se sente mais pesada (quem não?) e precisa se livrar de toda a gordura que acumulou por causa do panetone do último dia 25 e o bacalhau da virada. “Se você ganha 2 quilos nas festas e, depois, só perde 1,5 quilo e acumular 500 gramas ano a ano”, diz Halpern. Faça o cálculo: são 5 quilos a mais em uma década (passa rapidinho, viu!?).

Quem saiu de uma dieta muito restritiva pode engordar ainda mais com os exageros gastronômicos do Natal e Réveillon. “São pessoas que ganham facilmente de 4 a 5 quilos nesse período e, por isso, têm ainda mais medo de se pesar em janeiro”, comenta o médico, que sugere você superar essa aversão e começar o ano com o pé direito (e o esquerdo!) na balança. Em seguida, volte a comer mais leve e a praticar exercício para recuperar exatamente o peso que estava antes de 2017 terminar… e comemorar o resultado já no Carnaval!

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