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Desenvolver um físico de competição

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Competição é um negócio completamente diferente. Você de repente fica preocupado com coisas como tom de pele, apresentação, rotinas de poses e, acima de tudo, aprender a lidar com um tipo de pressão que simplismente não existe na academia e contra a qual você talvez não tenha desenvolvido nenhuma defesa.

Fisicamente, você não está apenas tentando desenvolver um físico massudo, equilibrado e definido. Agora deve tentar alcançar a perfeição total, cada músculo e grupo muscular esculpido e talhado até sua forma final, e uma porcentagem de gordura tão baixa que cada estriamento e separação muscular mostram-se claramente. Quando se chega ao treinamento para competição, isso se torna ainda mais complexo, e você necessita considerar detalhes como estes:

Peito – peitorais superior, inferior e médio; a separação entre os peitorais superior e inferior; o peitoral interno ao longo do esterno; o peitoral externo onde se insere sob o deltóide; estriamentos do peito; separação entre os peitorais e o deltóide anterior; definição do serrátil.

Costas – largura e espessura do grande dorsal; comprimento do grande dorsal onde se insere acima da cintura; definição e musculosidade do rombóide e da parte central das costas; eretores da espinha da lombar; definição do intercostal.

Ombros – desenvolvimento e separação das três porções do deltóide; anterior, lateral e posterior; massa e espessura dos músculos do trapézio; separação do trapézio das costas e do deltóide posterior.

Bíceps – bíceps superior e inferior, largura, comprimento e altura.

Tríceps – desenvolvimento das três porções do tríceps, espessura e largura.

Antebraço – desenvolvimento dos extressores e contráteis; desenvolvimento do braquial no cotovelo.

Cintura – desenvolvimento e definição dos abdominais superiores e inferiores; desenvolvimento do oblíquo externo e separação entre abdominais e oblíquos.

Quadríceps – massa e separação das quatro porções do quadríceps; curva externa; inserção inferior nos joelhos; desenvolvimento dos adutores no lado interno da coxa.

Isquiotibiais – desenvolvimento das duas porções do bíceps da perna; separação entre os isquiotibiais e o quadríceps; desenvolvimento e estriamento dos glúteos e separação entre isquiotibiais e glúteos.

Panturrilhas – desenvolvimento do músculo sóleo de sustentação e do músculo gastrocnêmio situado em cima; tamanho, largura e altura das panturrilhas.

Pense no que precisa de modo que você seja a pessoa com todo esse desenvolvimento e que seus competidores tentem acompanhar você. Isso envolve aprender quais exercícios trabalham cada uma dessas áreas e incorporá-los às suas sessões de treinamento, calculando quais ângulos você precisa para treinar cada músculo e quais técnicas de intensidade são necessárias para obter o desenvolvimento seguinte. Obviamente, à medida que você continua e progride, inclui mais exercícios e, consequentemente, mais séries totais; e isso requer altos níveis de condicionamento e resistência.

Você pode estar bem avançado no seu treinamento e não ter uma compreensão total do que necessita para criar um físico completo. Eu estava conquistando o título do Mister Universo da NABBA, na Europa, e não me dava contra de que precisava desenvolvimento adicional das panturrilhas; não sabia que elas deveriam ter o mesmo tamanho dos braços. Quando vim para a América, pessoas como Joe Weider disseram-me, “Sua cintura deveria ser menor. Você precisa de mais serrátil. Suas panturrilhas devem ser maiores. Você precisa trabalhar no desenvolvimento de mais musculosidade e definição”. Isso foi quando comecei o treinamento sério de definição e pontos fracos, mas se tivesse compreendido isso mais cedo, não teria desperdiçado todo esse tempo nem perdido para Chet Yorton e Frank Zane e, quem sabe, poderia não ter perdido para Sergio Oliva.

O treinamento para competição envolve mais séries, mais repetições, um aumento geral em volume de treinamento – tanto em termos de o que você faz dentro da academia com pesos como do treinamento aeróbico adicional fora da academia, que ajuda a complementar seu programa geral. Isso tudo é a fim de eliminar o máximo possível de gordura corporal. Consequentemente, é quase impossível obter muitos ganhos em massa e força nesse tipo de programa, que é planejado para o aperfeiçoamento do físico, não para desenvolver tamanho e força fundamentais.

O treinamento para competição, juntamente com dieta rígida, pode muitas vezes resultar na perda da massa ganha com esforço se você não for cuidadoso. É muito provável que muitos dos campeões de elite tenham na realidade diminuído o ritmo do seu progesso nos últimos anos simplismente por causa das oportunidades que o aumento na popularidade do fisiculturismo deu-lhes. eles participam de tantas competições, exicibições e seminários que despendem a maior parte do seu tempo em, ou próximo à forma de competição.

Mas, em condições ideais, o treinamento para competição deve ser um programa concentrado que você use por um período curto a fim de preparar-se para uma competição específica, e não um programa em que permaneça por grandes períodos ou tente realizar com muita frequência. Na época em que os fisiculturistas participavam de apenas poucas competições por ano – que tendiam a ser agrupados em um certo período do ano – havia tempo de sobra para treinamento fora de estação para adquirir mais massa e desenvolvimento. Então um fisiculturista despendia a maior parte do ano realizando bastante treinamento de potência e comendo somente o necessário, depois engrenava para um modo de treinamento para competição a fim de atingir a qualidade e o aperfeiçoamento necessários para ficar competitivo no palco.

Mas os fisiculturistas amadores e os profissionais de ponta da atualidade tiveram de alterar drasticamente seus métodos de treinamento, escolhendo cuidadosamente suas competições e tentando nunca ficar muito fora de forma entre os eventos. Eu, naturalmente, sempre acreditei em escolher determinadas competições em vez de participar de tudo que aparecesse, mas muitos fisiculturistas profissionais ficam exaustos participando de um grande prêmio atrás do outro. Essa estratégia tem seu preço, já que permanecer em forma por muito tempo resulta em você não ser capaz de ficar em superforma de jeito algum e no seu efeito debilitante geral sobre sua massa muscular e força. Ao contrário dessa abordagem, recomendo competir somente em eventos que sejam realmente importantes para sua carreira individual de competição.

É melhor competir apenas uma vez por ano e vencer do que competir com muita frequência e não se sair tão bem. Além disso, com um número tão grande de competições sendo promovidas, decidir onde e quanto competir é mais difícil do que costumava ser.

Mas se você é um principiante ou intermediário adiantado em competições de fisiculturismo, provavelmente não enfrentará esse tipo de problema até mais tarde em sua carreira. Por agora, é importante simplesmente perceber o que o treinamento de competição faz e não faz: ele não desenvolve massa, não foi planejado para torná-lo maior e mais forte, e na realidade, pode às vezes fazer o contrário; mas o que ele realmente faz é salientar a qualidade no desenvolvimento que você criou, eliminar o que não é essencial e revelar o esplendor de diamente de cada faceta da sua musculatura.
Autor: Arnold Schwarzenegger
Fonte: estiloculturismo.com.br

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Bailarina diz que dança pode ajudar o Brasil a ganhar auto-confiança para vencer na Copa do mundo 2018

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Nanny Azevedo sugere a dança como uma solução pra que os jogadores da seleção ganhem auto-confiança para uma melhor atuação em camp nos jogos da Copa do Mundo 2018 na Russia.
O Brasil estreou na Copa do Mundo 2018 um tanto quanto nervoso, apreensivo. Não vimos a seleção jogar bonito, o tal do “futebol arte” em campo no jogo contra a Suíça, e sim uma sucessão de tropeços. Nossos jogadores estavam descompassados, desalinhados, um passo atrás.
Que a seleção está sofrendo pressão de todos os lados, isso é fato. Mas o que poderia ajudar os jogadores a ganharem auto-confiança e entrarem seguros e relaxados em campo? A resposta pode ser algo inusitado: a dança.

Foto: MF Press Global

A bailarina do quadro Ding Dong do Domingão do Faustão, Nanny Azevedo, propôs em tom de brincadeira, mas com certa propriedade, uma solução para uma atuação com mais presença, atitude e confiança da seleção brasileira em campo, comparando nossos jogadores com a seleção de Rúgbi da Nova Zelândia: dançar.
A ‘haka’, dança tribal maori que virou símbolo dos All Blacks, a equipe de rúgbi neozelandesa, é tradicional realizada há mais de 100 anos no começo de suas partidas, que virou uma marca registrada, alegadamente alivia a tensão e dá aos jogadores energia e confiança para vencer as partidas. Pode funcionar pra Neymar e cia? Tomara.
De acordo com o historiador Jock Phillips, da Universidade de Wellington, a Nova Zelândia sempre teve uma certa insegurança sobre seu lugar no mundo, e essa dança deu a eles auto-confiança para conquistar seu lugar. Para Nanny, ainda que em tom de brincadeira, essa estratégia, quem sabe, pode funcionar para o Brasil tímido e inseguro que vimos em campo no domingo passado: “O time de rúgbi da Nova Zelândia é famoso por usar a dança para atrair boas energias, relaxar e trazer gana, vontade para a partida. Quem sabe o Brasil não precisa disso. Eles estavam muito tensos. Vai uma dança para dar uma relaxada antes do jogo”.
Parece que quem dança seus males espanta. Fica a sugestão pra levantar a moral da seleção brasileira.

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Kelly Key mostra resultados de cirurgias e comemora: “Muita diferença”

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Quinze dias após passar pelos procedimentos estéticos, a cantora finalmente exibiu o corpo em um vídeo postado no YouTube

Kelly Key deixou os fãs de queixo caído ao postar um vídeo em seu canal no YouTube nesta quarta-feira (20/6). A cantora, que fez rinoplastia, lipo nas costas e implantou nova prótese nos seios, mostrou os resultados das cirurgias plásticas e comemorou.

“Agora vocês estão me vendo com 15 dias de cirurgia”, explicou a artista de 35 anos. “O segundo, terceiro e quarto dias são os piores. Parece que você não vai ficar bem nunca”, emendou.

Kelly não se conteve ao mostrar a rinoplastia, procedimento que a agradou por completo. “Muita diferença. Maravilhoso, trabalho lindo. As pessoas diziam que eu não tinha o que fazer, mas eu tinha um osso largo. Está mais ao meu gosto”, disse ela.

Logo depois, a esposa de Mico Freitas exibiu os seios novos, toda orgulhosa. “Esse colo que não tenho há muito tempo. É uma coisa linda. Estava precisando. O principal objetivo da cirurgia era colocar o meu seio no lugar. Por isso que me submeti ao procedimento. Tá incrível, do jeito que eu esperava”, afirmou Kelly Key.

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Antes e depois: Graci Lacerda posta imagem de 20 anos atrás

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Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados

Graciele Lacerda é adepta inveterada e confessa da malhação. A jornalista, namorada de Zezé di Camargo, sempre posta fotos nas redes sociais, indo e vindo da academia. Nesta terça-feira (28), ela postou uma foto de quando tinha 16 anos, época em qua começou a malhar. “Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados”´, contou a jornalista.

De tanto gosto que tomou pela academia, a jornalista chegou a ingressar na faculdade de Educação Física e chegou a dar aulas por seis anos. “Até os meus 30 anos eu malhava para comer, meu metabolismo era ótimo, acelerado, e isso me ajudava muito. Mas com 31 anos comecei a sentir o peso da idade, já não conseguia obter resultado malhando e comendo de tudo”, continuou Graci, que procurou a ajuda de uma nutricionista para conseguir reverter o problema.

“Claro que sempre dou uma fugida na dieta porque amo comer e tenho vida social. Não sou neurótica na alimentação, mas sou viciada em academia e isso já me ajuda bastante. Apesar de sempre ter malhado, hoje com 36 anos, consigo manter o meu corpo do jeito que quero, mais sequinha e mais definido”, revelou a jornalista.

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