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Diana Arêas

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Sou Diana Arêas. Tenho 29 anos, sou casada, tenho dois filhos, dona de casa e sou atleta de fisiculturismo. Sempre fui adepta à musculação desde a adolescência, mas depois que engravidei da Ana Laura, minha filha mais velha, fui me afastando da academia, com José, o meu caçula, ir malhar já não estava entre as minhas prioridades. Porém, depois do resguardo, com as inquietudes de uma mulher que acabara de ser mãe pela segunda vez, resolvi mudar o rumo da minha vida. Não apenas voltei aos treinos como também conheci o fisiculturismo e me apaixonei.

No início, como acredito ser comum na espécie humana, pensei que não conseguiria, que não daria conta da rotina de cuidar da casa, dos filhos, do marido, ainda ir para academia e seguir a dieta. Realmente não foi fácil. Ao contrário. Foi muito difícil mesmo. Pensei em desistir, tinha dias que só conseguia ir à academia depois de uma longa jornada em casa, mas encarei tudo como obstáculos a serem superados. Fui vencendo um a um. Não deixei meu corpo, aquela altura já em transformação, dominar a minha mente. Vivi um dia após o outro, como manda o manual, e deixei as coisas tomarem seu rumo.

Diana-Arêas---Fotos-de-Ricardo-Bueno-(1)

O regresso aos treinos após a segunda gestação não foi por conta do fisiculturismo. Eu mal conhecia as categorias e a realidade do esporte que viria me encantar algum tempo depois. Eu já havia eliminado os quilos a mais da gravidez e recuperado um pouco da auto-estima quando um amigo me convidou para participar de um evento de fisiculturismo em minha cidade em 2014. Relutei em aceitar porque achava que aquilo não era para mim, que não teria condições de disputar e, muito menos, de vencer. Conseguiram me convencer e três meses depois estava eu no palco pela primeira vez, ainda meio desajeitada com aquela novidade e com os holofotes. E, para minha surpresa, fui campeã na categoria welness até 1,63. A conquista na estreia, antes inimaginável, serviu de combustível para que eu não parasse mais.

Diana-Arêas---Fotos-de-Ricardo-Bueno-(5)

Eu não sou atleta de alto escalão, estou longe disso. Conquistei mais títulos depois do primeiro, mas nada mudou. Continuo a mesma Diana do início. Faço a mamadeira do meu filho, cozinho o feijão para o meu marido, lavo, passo e não deixo de treinar, não deixo de seguir fazendo o que aprendi a amar.
E essa é a lição que eu posso dar para as mulheres e para os homens também que desistem dos seus objetivos nos primeiros obstáculos que encontram pelo caminho. Se aquilo que escolher para fazer não te conquistar, se não for por amor, você vai desistir mais cedo ou mais tarde. Fazer o que gosta dá prazer, não encaro como obrigação. Treinar faz parte do meu dia, como levar os filhos para escola, ir ao supermercado.

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O fisiculturismo despertou em mim uma Diana adormecida, que malhava na adolescência para ter um corpo bonito. Os anos passaram, os filhos chegaram e já não malho mais – atleta de fisiculturismo não malha, e sim treina. Hoje ir a academia tem outro sentido, tem um significado maior. Fazer a dieta já foi sacrifício (vez ou outra ainda é por causa das tentações e dos eventos sociais). Passei a ter uma outra visão de mundo, do corpo humano, das dores e dos sacrifícios.

O esporte mudou a minha vida de tal forma que tudo que faço acaba relacionado direta ou indiretamente. Atualmente estou cursando nutrição e espero me formar no final do próximo ano para poder ajudar a centenas de pessoas a alcançarem seus objetivos. Quero mostrar a todos que o controle das nossas vidas ainda está em nossas mãos. Não dependemos de ninguém para ser feliz.

Diana-Arêas---Fotos-de-Ricardo-Bueno-(2)

Se gostaram da minha história, querem saber mais de mim, da minha rotina, de dicas de treinos e de alimentação curtam minha página no Facebook (Diana Arêas – Atleta) e meu perfil no Instagram (@dianaareas). Vamos seguir adiante, sem tempo a perder e com foco para alcançar os objetivos.

Fotografias: Ricardo Bueno

CONTATOS : INSTAGRAM: @dianaareas
FACEBOOK: Diana Arêas

 

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Belo posa fortão e internautas reconhecem influência de Gracyanne Barbosa no resultado

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Nesta quinta-feira (23), o Belo resolveu exibir sua silhueta musculosa, em post de TBT, no Instagram,  e teve uma chuva de internautas que elogiaram o cantor. Mas alguns deles não deixaram de reconhecer a importância da esposa Gracyanne Barbosa na mudança de hábito do artista e no resultado de seu corpo.

“O que uma mulher não faz na vida de um homem. Parabéns, Gracyanne”, comentou um seguidor. “Está show de bola. Também, com uma esposa igual à sua não tem como não mudar o corpo. Ela é tudo de bom. Amo esse casal”, escreveu outra. “Eita que Gracyanne botou moral no ‘Tudão'”, brincou mais uma.

Um internauta, porém, disse que falta muito para Belo conseguir ter o corpo musculoso como de Gracyanne. “Mais uns cinco anos de musculação, você vai chegar perto do corpo da sua mulher”, disparou.

Na legenda da foto, o artista usou algumas hashtags, como Team Belo e Team Gracyanne, e outra um tanto sugestiva: “passarinho não acompanha morcego”. Pelo visto, Belo está trabalhando duro para acompanhar o corpo fitness de sua esposa.

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Juju Salimeni rebate comentário em foto sem calcinha: “Eu to cagando pro seu respeito”

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Após publicar uma foto sem calcinha e dividir os internautas nas redes sociais, Juju Salimeni resolveu rebater um seguidor que a criticou. Na imagem, a modelo não está totalmente pelada, ela escolheu combinar o sutiã com uma bota cano alto.

“Depois vai na frente das câmeras e pede respeito, né”, escreveu um rapaz. “Eu to cagando pro seu respeito de outros embustes como você”, respondeu Juju.

Em momento com os fãs, Juju Salimeni revela peso e medidas do seu corpo

Juju Salimeni aproveitou a terça-feira (14) e usou as redes sociais para responder algumas curiosidades de seus seguidores. “Hoje estou de molho no salão e tenho tempo para responder perguntas”, disse ela, usando o Instagram Stories.

Após ser questionada sobre suas curvas, Juju contou que pesa 76 quilos e disparou: “Glúteos: 108 cm, Cintura: 69 cm, Coxas: 66 cm, Busto: 101 cm”.

A musa fitness explicou o motivo de nunca usar calça. “Não uso calça, mas se usasse seria 42, acho!”, e continuou: “Odeio qualquer coisa apertando minhas pernas, me dá uma coceira absurda também”, afirmou.

A loira também falou sobre silicone. “Troquei 330 ml por 570 ml no ano passado e não senti nenhuma diferença de peso. Mas tenho uma estrutura grande e tenho força”, concluiu.

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Após perder 25 kg, Fani Pacheco enfrenta haters: “Ditadura da magreza e da gordura”

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No final de 2017, Fani Pacheco estava pesando 85 kg e foi diagnosticada com síndrome metabólica, um conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e diabete, o que a obrigou a mudar completamente seu estilo de vida antes que desenvolvesse algumas dessas enfermidades.

Sem alternativa, a estudante de medicina voltou a fazer uma dieta regrada, juntamente com exercícios físicos, para perder bastante peso. De lá para cá, ela conseguiu eliminar 25 kg e hoje exibe uma silhueta mais sequinha de 60 kg. À Marie Claire, ela conta que também teve de enfrentar alguns haters que a acusaram de estar se aproveitando da situação para ganhar mais destaque na mídia.

“A grande maioria, creio que 90%, aceitou bem, mas tem sempre aqueles que não têm coerência e tive de enfrentar. Dizem que gostavam de mim quando eu era gordinha e que não se identificam mais porque emagreci. Me acusaram de ter engordado propositalmente! Disseram que eu era uma sex symbol, engordei para aparecer na mídia e, depois, emagreci para aparecer novamente. Teve gente que se sentiu enganada”, lembra.

Ela defende que continua sendo a mesma pessoa que lutava para que o público aceitasse sua silhueta mais curvilínea, porém teve de mudar drasticamente para não sofrer com doenças que ela tem pré-disposição genética.
“Hoje existe a ditadura da magreza e da gordura. Quando você engorda te criticam e quando emagrece também. Algumas vêm dizer ‘essas famosas são assim mesmo, ganham dinheiro, emagrecem, fazem procedimentos estéticos para rejuvenescer’. Mas não pode mais? Tem de ser sempre o naturalismo? Elas querem mandar na vida das pessoas. As pessoas têm uma ditadura velada entre elas”, afirma.

Fani acredita que o preconceito com as mulheres gordas ainda é muito grande mesmo depois de tanta campanha de valorização de todos os tipos físicos. Ela ainda destaca que já sentiu o mesmo tipo de repulsa das plus size com as magras.

“Estou achando que o preconceito se ampliou para outras áreas. Antes ele imperava em alguns quesitos e agora te julgam em tudo de forma superficial. Se faço um ensaio nu, por exemplo, não gostam mais de mim. Se eu desagrado meu público em algo, de nada valeu tudo o que fiz. Eles avaliam cada atitude. O preconceito está velado nas redes sociais. As pessoas só não expõem. Estão julgando e rotulando demais. São como juízes da internet”, pontua.


Espelho, espelho meu…

Ela, que ganhou o Brasil com seu jeito sexy na 7ª edição do Big Brother Brasil, em 1997, comenta que demorou para conseguir ficar de bem com o espelho por ter quilos a mais. A estudante diz que brincava com a situação, mas não era fácil: tentava emagrecer, fazia dietas, ficava desanimada até descobrir que tinha compulsão alimentar.

“Demorei um ano, a base de terapias, e aceitei quando comecei a comprar roupas para o meu tamanho e me senti bonita. Me via feia porque as roupas não serviam, me apertavam, mostravam meus excessos de gostosura. Meus peitos saíam do sutiã. Quando usei um 48 me sentia arrasando, bem vestida e confortável. Demorei um ano para entender tudo isso e me achei bonita.”

Hoje, depois de ter vivido nos dois polos do padrão de beleza, ela acredita que se exige muito menos, mas ainda tem seus momentos de críticas consigo mesma.

“Acho que a mulher, independente de padrões de beleza, sempre é cricri. Conheço muitas lindas e maravilhosas que sempre arrumam problema. Principalmente em nossas fases hormonais, TPM, com retenção de líquido, ficamos chatas, de mau humor, nos irritamos com uma espinha ou com a raiz do cabelo aparente. Homens também têm um dia que acordam e não se acham bonitos”, aponta.

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