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Dores Articulares? como combatê-las?

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De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), os ossos e as articulações são a parte do sistema osteomuscular mais afectadas pelo envelhecimento.

A artrose e a artrite são duas de 250 enfermidades mais conhecidas. A primeira é uma enfermidade degenerativa produzida por uma alteração da cartilagem que constitui as articulações. É a enfermidade reumática mais frequente e afecta em maior ou menor grau todas as pessoas a partir dos 55 a 60 anos. A artrose geralmente afecta os dedos das mãos, os joelhos, as ancas e a coluna cervical e lombar.
A artrite por sua vez é de origem vírica ou auto-imune e caracteriza-se por uma inflamação da articulação. Dentro desta patologia, merece uma especial atenção a gota. Este tipo de artrite, habitualmente causada por uma deposição de cristais de ácido úrico nas articulações, é uma consequência de níveis muito elevados de ácido úrico no sangue.
A dor que produz difere da dor causada pela artrose porque normalmente a dor da artrose é atenuada com o repouso enquanto na artrite, a dor é independente do movimento.

Combata a dor e a inflamação recorrendo à fitoterapia
A fitoterapia permite aliviar a sintomatologia dolorosa de uma forma natural. Algumas plantas têm demonstrado ser tão eficazes como os medicamentos químicos com a vantagem de exercerem uma acção muito mais suave no organismo, respeitando-o sem provocar efeitos secundários.

Sem dúvida que a planta mais relevante no tratamento do reumatismo é o Harpagófito. Este anti-inflamatório de origem vegetal é originário do deserto do Kalahari situado no sul de África. Os nativos conhecem o Harpagófito pelo nome de Garra-do-Diabo uma vez que os seus frutos, em forma de garra, se agarram aos animais causando-lhes uma dor tal que estes saltam como se estivessem possuídos pelo demónio.

Harpagófito, mais conhecido por Garra-do-Diabo pelos nativos do deserto do Kalahari.

Contudo, não são os frutos desta planta que interessam em termos medicinais mas sim as suas raízes secundárias em forma de tubérculo.
Rico em glucoiridóides com propriedades anti-inflamatórias e analgésicas excelentes, o Harpagófito tem sido utilizado com muito sucesso no tratamento dos reumatismos, na artrite e noutras manifestações articulares dolorosas de origem inflamatória sendo que estas acções foram comprovadas com inúmeros ensaios clínicos.

Tão importante como a sua eficácia é a ausência de efeitos secundários. O Harpagófito é neste momento uma alternativa importante a outros anti-inflamatórios muito conhecidos.

Outras plantas para o bem-estar articular
A Cavalinha, conhecida por Cauda-de-Cavalo, é uma planta herbácea vivaz que existe em quase todo o território de Portugal. Rica em sais minerais, de onde se destaca o silício, estimula a síntese do colagénio e por isso favorece a reconstituição dos tecidos ósseos e conjuntivos. Permite melhorar a flexibilidade dos tendões protegendo-os durante os esforços desportivos (ténis, ciclismo, atletismo, futebol, etc.).
Além do efeito remineralizante, a Cavalinha possui também propriedades diuréticas as quais são úteis nos casos de problemas urinários como sejam as infecções urinárias ou as pedras nos rins.

Quando a gota ataca
Com uma excelente acção depurativa, a Urtiga Branca permite uma boa eliminação renal e digestiva do ácido úrico ajudando assim a aliviar o problema da gota.

Os ossos e a idade
Até aos 30 anos, as células do osso estão em constante regeneração. De facto, é entre os 25 e os 30 anos que o sistema ósseo alcança o seu nível máximo de dureza e resistência. A partir desta idade, o número de células que morrem é superior às que se regeneram dando lugar a um lento e progressivo declive que atinge um nível muito importante e perigoso aos 60 anos.

Fonte: anfsaude.blogs.sapo.pt

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Bailarina diz que dança pode ajudar o Brasil a ganhar auto-confiança para vencer na Copa do mundo 2018

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Nanny Azevedo sugere a dança como uma solução pra que os jogadores da seleção ganhem auto-confiança para uma melhor atuação em camp nos jogos da Copa do Mundo 2018 na Russia.
O Brasil estreou na Copa do Mundo 2018 um tanto quanto nervoso, apreensivo. Não vimos a seleção jogar bonito, o tal do “futebol arte” em campo no jogo contra a Suíça, e sim uma sucessão de tropeços. Nossos jogadores estavam descompassados, desalinhados, um passo atrás.
Que a seleção está sofrendo pressão de todos os lados, isso é fato. Mas o que poderia ajudar os jogadores a ganharem auto-confiança e entrarem seguros e relaxados em campo? A resposta pode ser algo inusitado: a dança.

Foto: MF Press Global

A bailarina do quadro Ding Dong do Domingão do Faustão, Nanny Azevedo, propôs em tom de brincadeira, mas com certa propriedade, uma solução para uma atuação com mais presença, atitude e confiança da seleção brasileira em campo, comparando nossos jogadores com a seleção de Rúgbi da Nova Zelândia: dançar.
A ‘haka’, dança tribal maori que virou símbolo dos All Blacks, a equipe de rúgbi neozelandesa, é tradicional realizada há mais de 100 anos no começo de suas partidas, que virou uma marca registrada, alegadamente alivia a tensão e dá aos jogadores energia e confiança para vencer as partidas. Pode funcionar pra Neymar e cia? Tomara.
De acordo com o historiador Jock Phillips, da Universidade de Wellington, a Nova Zelândia sempre teve uma certa insegurança sobre seu lugar no mundo, e essa dança deu a eles auto-confiança para conquistar seu lugar. Para Nanny, ainda que em tom de brincadeira, essa estratégia, quem sabe, pode funcionar para o Brasil tímido e inseguro que vimos em campo no domingo passado: “O time de rúgbi da Nova Zelândia é famoso por usar a dança para atrair boas energias, relaxar e trazer gana, vontade para a partida. Quem sabe o Brasil não precisa disso. Eles estavam muito tensos. Vai uma dança para dar uma relaxada antes do jogo”.
Parece que quem dança seus males espanta. Fica a sugestão pra levantar a moral da seleção brasileira.

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Kelly Key mostra resultados de cirurgias e comemora: “Muita diferença”

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Quinze dias após passar pelos procedimentos estéticos, a cantora finalmente exibiu o corpo em um vídeo postado no YouTube

Kelly Key deixou os fãs de queixo caído ao postar um vídeo em seu canal no YouTube nesta quarta-feira (20/6). A cantora, que fez rinoplastia, lipo nas costas e implantou nova prótese nos seios, mostrou os resultados das cirurgias plásticas e comemorou.

“Agora vocês estão me vendo com 15 dias de cirurgia”, explicou a artista de 35 anos. “O segundo, terceiro e quarto dias são os piores. Parece que você não vai ficar bem nunca”, emendou.

Kelly não se conteve ao mostrar a rinoplastia, procedimento que a agradou por completo. “Muita diferença. Maravilhoso, trabalho lindo. As pessoas diziam que eu não tinha o que fazer, mas eu tinha um osso largo. Está mais ao meu gosto”, disse ela.

Logo depois, a esposa de Mico Freitas exibiu os seios novos, toda orgulhosa. “Esse colo que não tenho há muito tempo. É uma coisa linda. Estava precisando. O principal objetivo da cirurgia era colocar o meu seio no lugar. Por isso que me submeti ao procedimento. Tá incrível, do jeito que eu esperava”, afirmou Kelly Key.

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Antes e depois: Graci Lacerda posta imagem de 20 anos atrás

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Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados

Graciele Lacerda é adepta inveterada e confessa da malhação. A jornalista, namorada de Zezé di Camargo, sempre posta fotos nas redes sociais, indo e vindo da academia. Nesta terça-feira (28), ela postou uma foto de quando tinha 16 anos, época em qua começou a malhar. “Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados”´, contou a jornalista.

De tanto gosto que tomou pela academia, a jornalista chegou a ingressar na faculdade de Educação Física e chegou a dar aulas por seis anos. “Até os meus 30 anos eu malhava para comer, meu metabolismo era ótimo, acelerado, e isso me ajudava muito. Mas com 31 anos comecei a sentir o peso da idade, já não conseguia obter resultado malhando e comendo de tudo”, continuou Graci, que procurou a ajuda de uma nutricionista para conseguir reverter o problema.

“Claro que sempre dou uma fugida na dieta porque amo comer e tenho vida social. Não sou neurótica na alimentação, mas sou viciada em academia e isso já me ajuda bastante. Apesar de sempre ter malhado, hoje com 36 anos, consigo manter o meu corpo do jeito que quero, mais sequinha e mais definido”, revelou a jornalista.

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