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Exercícios para perder o culote: 6 que você deve começar a praticar hoje mesmo

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Além da gordurinha extra na região abdominal difícil de ser eliminada, o culote é outra região de acúmulo adiposo que mais incomoda as mulheres. De fato, trabalhar a área para conquistar resultados visíveis exige esforço e dedicação, mas pode ficar mais fácil se você apostar em exercícios certeiros para driblar o problema. Saiba quais são as melhores atividades para perder culote para começar a praticar hoje mesmo:

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Agachamentos: O tipo tradicional pode ser feito com as pernas afastadas, realizando movimento do agachamento sem ultrapassar os 90 graus de flexão do joelho e voltando à posição inicial. Para fazer o agachamento frontal, fique de pé e com as costas retas, dê um passo largo para a frente com a perna esquerda, flexionando o joelho até formar um ângulo de 90 graus. Repita o movimento 15 vezes e em seguida troque a perna.

Levantamentos de perna: Deitada sobre o lado direito do corpo, apoie o cotovelo no chão e levante a perna esquerda sem dobrar o joelho. Repita o movimento 20 vezes e mude o lado. O exercício pode ser realizado com ou sem caneleira.

Quatro apoios: Fique de quatro e apoie o antebraço esquerdo no chão. Mantenha a coluna reta e suba a perna direita para o seu lado direito até a altura do quadril. Repita o movimento 20 vezes e mude o lado.

Pêndulo lateral: Em pé com as costas retas, os pés afastados e joelhos levemente dobrados, segure um peso na mão direita, dobre o tronco lateralmente para a esquerda e volte a posição inicial. Faça 3 séries de 15 repetições.

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Pedalada: Na tradicional bicicleta ou no treino de spinning você consegue eliminar as gordurinhas da região do quadril e coxas mais facilmente, pois, como ocorre a exigência respiratória no movimento, ele usa a gordura do corpo como fonte de energia, turbinando a perda de calorias.

Step: Além de trabalhar os músculos do bumbum, a aula ainda é bastante indicada para queimar calorias e turbinar a perda de gordura do culote. A prática ainda ajuda a tonificar panturrilha e coxas.

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Destaque

Confira dicas para fugir do efeito sanfona e ficar magro

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Após emagrecer é preciso entrar em um processo de controle físico e emocional. Veja dicas para esquecer os padrões comportamentais anteriores e não engordar mais

Quem já fez dieta e conseguiu emagrecer muitos quilos sabe como é fácil ganhar o peso perdido depois de alguns meses. Eliminar o efeito sanfona não é uma tarefa simples, mas especialistas garantem que é possível manter o corpo conquistado. Manter o peso requer cuidados especiais e alguns sacrifícios. É um erro acreditar, por exemplo, que a pessoa pode voltar a comer como antes, sem restrições.

Quem volta aos hábitos alimentares desregrados está fadado ao fracasso. A alimentação exige monitoração. Não adianta nada comemorar o resultado e prometer nunca mais voltar ao peso antigo, enquanto, aos poucos, abre exceções para comer uma barra de chocolate inteira aqui e três pedaços de pizza com um copo de refrigerante ali.

Flavia Cesar, nutricionista e coach, cita uma frase de Buda para explicar a importância de não cair no efeito ioiô depois do emagrecimento: “A lei da mente é implacável. O que você pensa, você cria; o que você sente, você atrai; o que você acredita, torna-se realidade”. Por isso, para trabalhar a questão de peso é necessário trabalhar a mente gorda, fazendo um acompanhamento e monitoramento sistemáticos a respeito de mudanças de hábito. É necessário trabalhar conceitos de saúde.

Além de deixar de consumir os alimentos industrializados, pobres em nutrientes, é necessário trabalhar a motivação e a conscientização ao mesmo tempo. Flavia Cesar afirma que é seguir o conceito que se chama mindset, ou seja, mentalidade positiva. “O que indico e faço é acompanhar meus pacientes através do programa de Coaching de Saúde e Vitalidade, em que unifico a ciência da saúde e da nutrição a estratégias de autoliderança, associadas à metodologia de coaching, que tem mecanismos modernos associada à ciência.”

Para assumir o controle da balança também é preciso continuar com os exercícios físicos. O educador físico Gustavo Musa Lemes, da Academia ProFitness, afirma que a primeira dica que sugere aos alunos é óbvia: “Não existe milagre. Não adianta nada a pessoa perder peso e manter hábitos antigos. É preciso continuar com a dieta e o treino. É um processo. A minha sugestão é que não precisa ser algo tão rigoroso. Os extremos costumam falhar tanto na dieta, quanto no treino. A rigidez costuma funcionar muito bem por um período curto, entre 30 e 40 dias, no máximo”.

Lemes afirma que uma vez ou outra a pessoa está liberada para comer algo de que goste muito e fugir dos treinos, mas é preciso evitar que isso vire um hábito. Outra dica do educador físico é envolver-se com pessoas cujos hábitos são mais saudáveis. “Se seus amigos só tomam chopp e comem batata frita, você também vai consumir porque o acesso é fácil. Mas se você está com amigos que tomam suco e comem frango, a tendência é seguir a mesma dieta. Você vai ter uma praticidade a mais e uma tentação a menos”.

Além de estimular exercícios físicos adequados a cada pessoa, Lemes orienta seus alunos a controlarem a quantidade de comida e priorizarem a qualidade do que é ingerido ao longo do dia. “Quando a gente fala em redução de peso e estética, a gente fala em balanço calórico. Só se consegue emagrecer queimando-se mais calorias do que se ingere. Se você ingerir mais, é matemática pura: vai engordar. Você só vai conseguir este equilíbrio calórico controlando o que come.”

Nesse caso, o educador físico recomenda que seus alunos procurem um especialista. “Vai ser um nutricionista que vai recomendar uma dieta adequada para a rotina de cada pessoa. A dieta do vizinho, da revista e da artista famosa não vai resolver. Cada pessoa tem um hábito de vida, uma rotina, um peso e altura, e só um especialista pode receitar o melhor tipo de alimentação”.

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Alimentação e Nutrição

Conheça a dieta japonesa que promete secar 6 kg em 1 semana

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Ao contrário do que você possa estar imaginando, o cardápio não está baseado em pratos típicos da cultura japonesa

Adieta japonesa é conhecida por ser extremamente restritiva e ter um baixo consumo de calorias. O cardápio não está baseado em pratos típicos da cultura japonesa, de forma que as suas refeições contam com frutas, legumes e verduras, o que nutre seu corpo e pode ser consumido sem maior preocupação.

É difícil manter a dieta, pois ela apenas permite que você faça três refeições diárias e em pouca quantidade.

O consumo de chás e café é totalmente liberado na dieta japonesa, pois essas bebidas podem intensificar a redução de medidas e até induzir à eliminação de toxinas.

As bebidas proporcionam um melhor funcionamento de seu metabolismo, e com ele sempre ativo, todos os sistemas de seu corpo trabalharão com mais eficiência para conquistar o corpo que deseja.

A dieta japonesa pode oferecer resultados de maneira rápida e o emagrecimento requer uma reeducação alimentar e um novo estilo de vida que deve ser adotado por você. Porém, é preciso ressaltar que nenhuma perda de peso drástica deve ser feita sem um acompanhamento de um nutricionista.

Cardápio da Dieta Japonesa

Segunda-feira

Café da manhã: Café ou chá com adoçante;

Almoço: Dois ovos cozidos com sal e verduras;

Jantar: Um bife grande e salada de pepino e alface.

Terça-feira

Café da manhã: Café ou chá com adoçante e um biscoito água e sal;

Almoço: Verduras e frutas e um bife grande;

Jantar: Apenas presunto à vontade.

Quarta-feira

Café da manhã: Café ou chá com adoçante e um biscoito água e sal;

Almoço: Dois ovos cozidos, salada e tomate à vontade;

Jantar: Salada de repolho, cenoura e chuchu à vontade.

Quinta-feira

Café da manhã: Café ou chá com adoçante e um biscoito água e sal;

Almoço: Um ovo cozido, cenoura crua ou cozida à vontade e uma fatia de queijo muçarela;

Jantar: Salada de fruta à vontade e um iogurte natural.

Sexta-feira

Café da manhã: Café ou chá com biscoito água e sal;

Almoço: Tomate à vontade e filé de peixe frito;

Jantar: Bife e salada de frutas à vontade.

Sábado

Café da manhã: Café ou chá com biscoito água e sal;

Almoço: Frango assado a vontade;

Jantar: Dois ovos cozidos com sal.

Domingo

Café da manha: Café ou chá com biscoito água e sal;

Almoço: Um bife grande e frutas à vontade;

Jantar: Comer o que quiser dentro desse regime.

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Alimentação e Nutrição

Restrição de açúcar ou gordura têm mesmo efeito na perda de peso

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As descobertas do estudo podem ter consequências importantes no mercado americano de perda de peso – avaliado em 66 bilhões de dólares

Os conselhos para perder peso costumam ser consumir menos carboidratos (e, portanto, açúcares), ou menos lipídios (gorduras). Mas qual a melhor opção? Um estudo publicado nesta terça-feira demonstra que nenhum é melhor que o outro.

Além disso, fatores como genética e o metabolismo de insulina tampouco são fundamentais para os resultados de uma dieta, segundo conclusões publicadas no Journal of the American Medical Association (Jama).

Essas descobertas podem ter consequências importantes no mercado americano de perda de peso – avaliado em 66 bilhões de dólares -, sobretudo na última tendência do setor: a dieta do DNA, que pretende determinar o melhor regime em função da genética individual.

“Todos escutamos histórias de um amigo que fez uma dieta que deu muito certo, e de outro que tentou o mesmo regime, mas não funcionou”, disse Christopher Gardner, professor de Medicina da Universidade de Stanford, na Califórnia.

“É porque todos somos diferentes e acabamos de começar a compreender as razões desta diversidade”, acrescentou.

Participaram do estudo 609 pessoas de entre 18 e 50 anos, 57% delas mulheres. Elas foram separadas em dois grupos ao acaso. Durante um ano, uma delas fez o regime de restrição de gordura, e o outro, o de açúcar.

Em média, cada pessoa perdeu cerca de 5,9 quilos nos dois grupos. Alguns perderam muito mais – até 27 quilos -, enquanto outros engordaram até 9 quilos.

Os cientistas não encontraram uma relação entre o regime realizado e uma perda de peso mais significativa.

“Não há uma diferença destacável na evolução de peso entre uma dieta equilibrada e leve em gorduras e uma dieta equilibrada leve em açúcares”, concluíram os pesquisadores.

“Uma parte dos genomas dos participantes foram sequenciados, o que permitiu aos cientistas buscar a presença de genes associados à produção de proteínas que modificam o metabolismo de carboidratos e lipídios”, segundo o relatório.

Os participantes ainda consumiram açúcar em jejum para medir a produção de insulina.

“Nenhum perfil genético e nenhuma secreção de insulina foram associador aos efeitos das dietas sobre a perda de peso”, concluíram.

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