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Kamila -80kg

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Meu nome é Kamila Lopes Rodrigues, mas sou mais conhecida como Tatinha. Tenho 26 anos, 1,57 de altura, moro em Americana/SP e é com o maior orgulho do mundo que digo que sou ex-obesa.

Emagreci 80 kg e me transformei em uma nova mulher, pois a comida dominava meu mundo. Não conseguia trabalhar e estudar. A obesidade tinha tomado conta de mim, e por incrível que pareça já estando no fundo do poço comer me deixava feliz, e quanto mais eu comia mais problemas eu arrumava. Um ciclo viciante e doloroso, pois eu já não cabia mais no uniforme da empresa e nem na cadeira da faculdade. Então tive que parar literalmente minha vida.

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Aos 24 anos cheguei mais de 140 kg, a minha vida inteira foi a mercê da obesidade.
Nunca me senti uma pessoa “normal”, até por que não é normal ser a gorda da turma, da família, sofri muito com o preconceito e já não estava mais conseguindo viver.

A minha luta vem da infância, sempre fui gordinha e adorava comer. Não importava se era doce ou salgado. Comer era minha maior paixão. Tinha muita dificuldade em lidar com essa paixão que me engolia e me dominava. Comer era maravilhoso e era a única coisa que me deixava feliz. A comida estava em tudo que eu fazia, se eu fosse à esquina eu comprava algo para comer.

Meus pais me tiveram novos, e ambos são elétricos e jovens e eu por conta da obesidade não conseguia acompanhá-los. Tudo era difícil, tão difícil que me isolava do restante da família, pois todo mundo brigava comigo para eu parar de comer ou até chegavam a arrancar comida da minha boca. Briguei muitas vezes com meus pais por causa disso.

Eu era sedentária e tudo que me tirava da minha zona de conforto me fazia infeliz. E chegou um tempo que só comer me trazia felicidade.

Fui levando a vida dos 17 aos 24 anos e quando não conseguia mais andar por causa das dores nos joelhos e de falta de ar que quase me matava, tentava fazer dieta, atividade física, terapia psicológica e tudo parecia que ia se resolver até a comida me dominar de novo.

Aos 20 anos coloquei um balão intragástrico e até emagreci, mas voltei a engordar de novo, e ainda mais depois que tirei.
Era tudo tão difícil, viciante e principalmente doloroso.

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Não ter mais roupas que servem para vestir, andar na rua e sentir o olhar de dó e até de preconceito das pessoas. Eu pensava comigo mesma, será que vou morrer obesa?

Foi então que meu pai e minha família apoiaram a ideia da cirurgia de redução de estomago. E de lá pra cá minha vida mudou. Sou outra pessoa, pratico atividade física, faço dieta e principalmente me amo como nunca. Hoje posso dizer que passo despercebia como uma “pessoa normal”. A minha relação com a comida melhorou e a compulsão não existe mais. Tenho uma página no Facebook onde conto diariamente tudo sobre a cirurgia, desde o primeiro dia, a alimentação pós e as atividades físicas que pratico. Hoje tenho inúmeros seguidores que me apoiam e me ajudam a continuar. A luta não está vencida, porem a guerra está sendo favorável a mim.
Meu depoimento:

Em 02/11/2013 passei por um processo cirúrgico chamado bariátrica a famosa redução do estomago, antes de ir para o centro cirúrgico eu pensava, e se eu tivesse realmente tido força de vontade talvez não necessitaria estar passando por uma cirurgia tão drástica e nem correr risco de morte, mas vinha em minha cabeça que eu fui até onde conseguia, tentei inúmeras dietas, fiz atividades físicas e nada, tudo que eu começava eu parava pela metade. Parecia que a comida me dominava, mas eu não me aceitava gorda, nunca me aceitei. Na verdade eu nunca me via com aquele peso todo.

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Além do excesso de gordura que me fazia mal, o preconceito me atingia diretamente. A sociedade é fria e extremamente maldosa quando se trata de obesos. Pessoas julgando que você é gorda por que não tem força de vontade ou é gorda por que é preguiçosa ou até mesmo duvidavam da sua capacidade. Estar obesa me machucava e muito.

Sofri muitos anos com a compulsão alimentar, a qual não adiantava o quanto eu comia mais eu queria comer. Tudo na minha vida envolvia comida, comia por estar feliz, por estar triste e quanto mais eu comia mais ia subindo os números na balança e a obesidade estava tomando conta da minha vida.

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Aos 24 anos estava eu com 140 quilos sem conseguir nem andar direito, pois doía tudo, meus joelhos não aguentavam mais aquele peso todo, respirar era muito difícil. Fui parar no hospital várias vezes com picos de pressão alta, e como não conseguia administrar todo aquele sentimento eu comecei a sofrer de “crise do pânico”, era desesperador, mas graças a Deus nunca tive diabetes e nem colesterol alto, porem meu fígado já estava com gordura que era visível em um ultrassom.
Não tinha outra opção fui e me arrisquei, ao entrar no centro cirúrgico eu disse a instrumentalista que me perguntou se eu estava nervosa, essa é minha última chance, a chance de voltar a viver e sentir o que é ter 24 anos, o que eu mais queria era poder voltar a caber na cadeira da faculdade a qual tranquei pelo mesmo motivo, no uniforme do trabalho e principalmente ser feliz comigo mesma, pois se você não está feliz nada está bom. Tudo é motivo de briga, insatisfação e principalmente nada e ninguém você será suficiente para você.

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Fui com a esperança que eu sairia viva e que tudo iria mudar, e mudou! Hoje estou com 63 quilos e praticamente sou outra pessoa.
Eu sofri com o processo o qual é muito doloroso e se necessita de acompanhamento psicológico e nutricional o resto da vida, estou aprendendo a controlar a compulsão, faço trocas inteligentes dos alimentos, criei uma rotina e principalmente tive muitas vitorias e fui além do esperado por mim mesma e até pelo próprio medico que me operou. Pratico atividades físicas, amo dançar zumba e a musculação me ajuda muito no fortalecimento e definição dos músculos.

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Hoje eu sei o que é entrar em um short tamanho 36 sei o que é usar uma calça 38, sei o que é entrar em uma loja e as vendedoras não fugirem, sei o que é ir a um restaurante sem se preocupar com o tipo da cadeira (se eu irei entalar), andar na rua sem ser notada, ou até ser notada por estar bonita e bem vestida. Hoje eu estou aprendendo a viver comigo mesma e aos 26 estou em busca dessa nova Kamila, pois todos os dias eu descubro algo e sinto prazer. O que deixo registrado aqui é o fato de que se você não se aceita como é Mude, pois a vida é tão curta e tão frágil para se viver infeliz. É lógico que ainda estou em mutação, afinal foram 80 kg perdidos e algumas peles sobraram, as quais irei fazer cirurgias reparadoras para removê-las. Vou sem medo pois esse é meu sonho.”

contato:

facebook.com/Emagrecimento-Kamila-Lopes-Rodrigues-440975319379213

Fotografias: Bebel silva/arquivos pessoal

CONTATOS : INSTAGRAM: @kamila_tatinha
FACEBOOK: Emagrecimento-Kamila-Lopes-Rodrigues-440975319379213

Confira a matéria em nossa revista 

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Academia

Diva Fitness dispara: “não é porque sou mãe que deixei de ser mulher”

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Gabi Lubies, Diva Fitness WBFF, fala sobre auto-estima, boa forma e beleza  após a maternidade, e afirma que não deixou de ser mulher porque tornou-se mãe

A mulher é sempre um símbolo da beleza, e tem de fato a sua auto-estima interior, que a faz cuidar de si, maquiar-se, e estar de bem com o corpo. Em sua maioria, as mulheres gostam de ser notadas e elogiadas, e isso as faz sentirem-se mais vivas, e mais de bem consigo mesmas. 

A Diva Fitness WBFF (World Beauty Fitness Fashion) Gabi Lubies acredita que mesmo após ter filhos, a mulher não precisa se anular, e pode sim cuidar de si: “Quando nasce uma criança, nasce uma mãe, mas não precisa morrer uma mulher. É comum que fiquemos nesse quadro de dedicação quase que exclusiva aos filhos durante muito tempo, e muitas vezes, acabamos esquecendo de nós mesmas e entrando no automático. Antes de sermos mãe, somos mulheres, e acho complicado e arriscado esquecer o que somos e até mesmo o que nos levou até ali”, comenta.

Gabi Lubies aponta que o instinto materno fala muito alto, acima dos interesses pessoais: “Estou pra ver a mulher que, consciente ou não, não tenha esquecido de si, ainda que só um pouquinho, depois da maternidade. Quando um bebê nasce, ficamos tão ligadas a ele que esquecemos de olhar para nós mesmas. No começo, acho até natural, afinal não sabemos como ser mãe e vamos aprendendo e vendo que somos capazes de criar e cuidar de uma criança dia após dia”. 

Para a Diva Fitness, cuidar de si não é sinônimo de ser uma mãe ruim: “respeito quem decide fazer isso, mas particularmente acho que existem outros caminhos e que não é isso que fará uma pessoa ser boa ou má mãe. Não posso jogar a culpa neles por eu ter que trabalhar pra sustentá-los, nem a responsabilidade por ter engordado pra gerá-los, nem a responsabilidade por não cuidar de mim, por não ir atrás dos meus sonhos, por não ter tempo, etc. Eu escolhi ser mãe, a responsabilidade é toda minha e não deles. Penso que quando cuido de mim, em especial da minha saúde, estou também, de algum modo, dando a eles a oportunidade de ter a mãe dos meus filhos na Terra por mais tempo”.

Gabi acredita que ser mãe só acrescenta à vida de uma mulher, e que forma física e estética são recuperáveis depois da gravidez, e que a mulher não precisa abdicar da auto-estima para ser mãe: “Sou exemplo vivo disso. Optei que seria mãe e que continuaria sendo uma mulher que buscaria a felicidade e realização pessoal, pois acredito que a maternidade não subtrai nada da mulher, ao contrário, ela soma. A maternidade não nos diminui, ela nos torna mais fortes, mais capazes. É só uma questão de canalizarmos todo esse potencial para sermos as mulheres que queremos ser”, conclui

Fotos de: Dan Galic / MF Press Global Por: Hebert Neri

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Cátia Paganote deseja bom dia apenas de lingerie e mostra boa forma aos 42 anos

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Foto de ex-paquita da Xuxa recebeu milhares de curtidas e comentários de seguidores, elogiando a sua aparência. “Você não muda! Tá linda!”, escreveu uma fã.

Em março, além de comemorar a chegada dos 43 anos, Catia Paganote também lançará a sua autobiografia chamada de “A Minha Vida é um Xou”.

Visualizar esta foto no Instagram.

Bom dia… ??? @villadimanupousada @rafael_vega @cacauoliver #catiapaganote #miuxa #paquitas #paquita #catiapaganotebymiuxa #catiabymiuxa #bomdia

Uma publicação compartilhada por Catia Paganote (@catiapaganote) em

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Bella Falconi esclarece o que pode te impedir de emagrecer em 2019

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A nutricionista e influenciadora digital Bella Falconi aponta os principais inimigos de uma vida mais saudável e meios de seguir rumo a melhor saúde e forma física

Bella sempre compartilha dicas com seus seguidores e leitores do blog para ter uma vida melhor, com mais saúde e qualidade de vida. A influenciadora esta semana trouxe dicas de como alcançar os objetivos no fitness e evitar a auto-sabotagem

Em seu blog no UOL (bellafalconi.blogosfera.uol.com.br) ela falou sobre como, de fato a pressa pode ser “inimiga da perfeição”, como diria o dito popular: “O problema em nossa era é que as pessoas buscam resultados “a jato”. Querem construir músculos densos e hipertrofiados em apenas 3 meses, querem alcançar um dígito de percentual de gordura corporal em 40 dias, e para isso submetem-se a loucuras”.

A pressa em obter resultados pode ser ainda mais prejudicial do que outros fatores na obtenção de maior qualidade de vida: “existe algo que pode ser tão ou mais prejudicial do que o sedentarismo e os maus hábitos alimentares: a pressa”. Bella afirma que isto pode, na verdade, causar frustração e impedir as pessoas de alcançarem seus objetivos no fitness e de manter um estilo de vida e dieta sustentável.

Como conselho para começar o ano já cumprindo aquela promessa de ano novo de emagrecer, Bella afirma: “independente das suas resoluções pessoais para o novo ano, uma dieta saudável e equilibrada sempre irá trazer benefícios: menos sal, açúcares e gorduras, e mais produtos frescos, vegetais e integrais são a fórmula infalível para emagrecer em 2019 e melhorar a saúde geral. E isto sempre tenho dito”.

Fotos de:  ReproduçãoPor: Hebert Neri

Leia o artigo original no UOL em: bellafalconi.blogosfera.uol.com.br

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