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Massa muscular e mais massa

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Se você está acostumado a treinar regularmente, deve saber da importância da intensidade nos treinos e sobre ir à falha muscular. Aqui falaremos sobre alguns pontos que são parte importante do desenvolvimento, mas são pouco discutidos.

A primeira coisa que você deve analisar é se as séries são longas o suficiente para estimular o crescimento muscular. Arthur Jones recomenda sempre que sejam feitas séries de 8-12 repetições, com a fase positiva durando 2 segundos e a negativa durando 4 segundos. Isso irá fazer com que cada repetição leve 6 segundos e a série inteira leve algo entre 48-72 segundos.

A razão pela qual eu estou destacando o tempo é para mostrar por quanto tempo seu músculo deve estar sob tensão para estimular o crescimento. Mas muitos de nós completamos uma repetição em 2-3 segundos, portanto, uma série de 8 repetições dura algo entre 16-20 segundos, o que não é nem metade do que Arthur Jones recomenda. O tempo sob tensão é muito curto e este pode ser um dos grandes erros que os fisiculturistas cometem e acabam reclamando da genética sem antes ter atingido o seu potencial genético máximo.

Outro ponto importante que é pouco falado é a importância da última repetição. Arthur Jones prega que se treine até a falha. Se você está procurando por uma rápida melhora nos seus músculos, este é o ponto mais importante que se deve levar em consideração nos seus treinos. E não estou falando das famosas técnicas de alta intensidade como rest-pause, pré-exaustão, drop sets, etc. Irei explicar sobre uma forma específica de se treinar a última repetição.

Arthur Jones sugere que, uma vez que você não consiga completar uma repetição, você continue puxando ou empurrando o peso. Obviamente você tem que treinar em alguma gaiola de treinamento com pinos de segurança para usar este grau de intensidade em exercícios como agachamento ou supino. Outra coisa importante é ter um bom parceiro de treino.

Vamos entender esta técnica com a ajuda do supino como exemplo. A maioria das pessoas quando alcançam a falha, param próxima da última repetição com a barra perto do peito. O companheiro de treino tem que levantar a barra e colocar no apoio. Ao invés disso, tente empurrar o peso contra a gravidade nesta mesma posição durante 20 segundos, mesmo que o peso não se mova, até que você não consiga mais agüentá-lo. Então, aí sim permita o seu parceiro a ajudá-lo e colocar a barra no apoio.

Na rosca direta, você irá atingir a falha quando estiver erguendo o peso, com o os braços levemente dobrados. Você não conseguirá terminar esta repetição mas deve continuar tentando erguer o peso o máximo que conseguir, até terminar a série.

O conceito aqui é que todos os movimentos têm uma fase positiva, uma negativa e uma estática. No método tradicional de treinamento, nós fadigamos o músculo na fase positiva, na negativa e alcançamos a falha e muitas vezes vamos até mesmo além dela, mas ainda existe a energia estática do músculo, e esta energia do músculo mantendo o peso estático não é usada. Mas para estimular o máximo de fibras possíveis e induzi-las a um melhor crescimento, é necessário fazer repetições estáticas como a citada acima.

Para aqueles que não conhecem Arthur Jones, ele foi o mentor do grande Mike Mentzer e inventor do HIT. Tente usar esta técnica de intensidade em seus treinos e veja como obterá significantes melhoras nos resultados.
Fonte: http://biglee-murali.blogspot.com/

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Bailarina diz que dança pode ajudar o Brasil a ganhar auto-confiança para vencer na Copa do mundo 2018

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Nanny Azevedo sugere a dança como uma solução pra que os jogadores da seleção ganhem auto-confiança para uma melhor atuação em camp nos jogos da Copa do Mundo 2018 na Russia.
O Brasil estreou na Copa do Mundo 2018 um tanto quanto nervoso, apreensivo. Não vimos a seleção jogar bonito, o tal do “futebol arte” em campo no jogo contra a Suíça, e sim uma sucessão de tropeços. Nossos jogadores estavam descompassados, desalinhados, um passo atrás.
Que a seleção está sofrendo pressão de todos os lados, isso é fato. Mas o que poderia ajudar os jogadores a ganharem auto-confiança e entrarem seguros e relaxados em campo? A resposta pode ser algo inusitado: a dança.

Foto: MF Press Global

A bailarina do quadro Ding Dong do Domingão do Faustão, Nanny Azevedo, propôs em tom de brincadeira, mas com certa propriedade, uma solução para uma atuação com mais presença, atitude e confiança da seleção brasileira em campo, comparando nossos jogadores com a seleção de Rúgbi da Nova Zelândia: dançar.
A ‘haka’, dança tribal maori que virou símbolo dos All Blacks, a equipe de rúgbi neozelandesa, é tradicional realizada há mais de 100 anos no começo de suas partidas, que virou uma marca registrada, alegadamente alivia a tensão e dá aos jogadores energia e confiança para vencer as partidas. Pode funcionar pra Neymar e cia? Tomara.
De acordo com o historiador Jock Phillips, da Universidade de Wellington, a Nova Zelândia sempre teve uma certa insegurança sobre seu lugar no mundo, e essa dança deu a eles auto-confiança para conquistar seu lugar. Para Nanny, ainda que em tom de brincadeira, essa estratégia, quem sabe, pode funcionar para o Brasil tímido e inseguro que vimos em campo no domingo passado: “O time de rúgbi da Nova Zelândia é famoso por usar a dança para atrair boas energias, relaxar e trazer gana, vontade para a partida. Quem sabe o Brasil não precisa disso. Eles estavam muito tensos. Vai uma dança para dar uma relaxada antes do jogo”.
Parece que quem dança seus males espanta. Fica a sugestão pra levantar a moral da seleção brasileira.

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Kelly Key mostra resultados de cirurgias e comemora: “Muita diferença”

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Quinze dias após passar pelos procedimentos estéticos, a cantora finalmente exibiu o corpo em um vídeo postado no YouTube

Kelly Key deixou os fãs de queixo caído ao postar um vídeo em seu canal no YouTube nesta quarta-feira (20/6). A cantora, que fez rinoplastia, lipo nas costas e implantou nova prótese nos seios, mostrou os resultados das cirurgias plásticas e comemorou.

“Agora vocês estão me vendo com 15 dias de cirurgia”, explicou a artista de 35 anos. “O segundo, terceiro e quarto dias são os piores. Parece que você não vai ficar bem nunca”, emendou.

Kelly não se conteve ao mostrar a rinoplastia, procedimento que a agradou por completo. “Muita diferença. Maravilhoso, trabalho lindo. As pessoas diziam que eu não tinha o que fazer, mas eu tinha um osso largo. Está mais ao meu gosto”, disse ela.

Logo depois, a esposa de Mico Freitas exibiu os seios novos, toda orgulhosa. “Esse colo que não tenho há muito tempo. É uma coisa linda. Estava precisando. O principal objetivo da cirurgia era colocar o meu seio no lugar. Por isso que me submeti ao procedimento. Tá incrível, do jeito que eu esperava”, afirmou Kelly Key.

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Antes e depois: Graci Lacerda posta imagem de 20 anos atrás

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Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados

Graciele Lacerda é adepta inveterada e confessa da malhação. A jornalista, namorada de Zezé di Camargo, sempre posta fotos nas redes sociais, indo e vindo da academia. Nesta terça-feira (28), ela postou uma foto de quando tinha 16 anos, época em qua começou a malhar. “Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados”´, contou a jornalista.

De tanto gosto que tomou pela academia, a jornalista chegou a ingressar na faculdade de Educação Física e chegou a dar aulas por seis anos. “Até os meus 30 anos eu malhava para comer, meu metabolismo era ótimo, acelerado, e isso me ajudava muito. Mas com 31 anos comecei a sentir o peso da idade, já não conseguia obter resultado malhando e comendo de tudo”, continuou Graci, que procurou a ajuda de uma nutricionista para conseguir reverter o problema.

“Claro que sempre dou uma fugida na dieta porque amo comer e tenho vida social. Não sou neurótica na alimentação, mas sou viciada em academia e isso já me ajuda bastante. Apesar de sempre ter malhado, hoje com 36 anos, consigo manter o meu corpo do jeito que quero, mais sequinha e mais definido”, revelou a jornalista.

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