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Alimentação e Nutrição

Nutricionista te desafia: siga essas 6 regras e elimine todas as toxinas do seu corpo

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O começo de ano costuma ser aquela época em que as pessoas “correm atrás do prejuízo” pós-festas de Natal e Ano-Novo, fazendo promessas de emagrecer e sonhando com o corpo perfeito. No entanto, essa conquista vem aos poucos, com pequenas mudanças diárias que, no final de 2016, podem fazer milagres pela boa forma. Eliminar as toxinas do corpo é um passo essencial para conquistar esse objetivo – mas, por onde começar?

A nutricionista Patricia Davidson Haiat, responsável pelos cardápios de beldades como Paolla Oliveira, Sabrina Sato e Bruna Marquezine, propôs, em seu Instagram, o desafio #PorUmaVidaLivreDeToxinas, com seis regras para seguir durante o ano todo e colher os resultados lá na frente. Será que você consegue?

O que são toxinas e como elas detonam seu corpo

As toxinas são impurezas com as quais o organismo têm contato através dos alimentos, da poluição, de aditivos químicos, de cosméticos, de remédios, entre outras formas. As toxinas acabam se acumulando nos tecidos e células adiposas do corpo, e o resultado disso é um bloqueio da sensação de saciedade, levando a pessoa a comer cada vez mais. Não obstante o aumento no peso, o acúmulo de toxinas também desencadeia doenças de pele, inchaço corporal, dores no corpo, gases, dificuldade para ir ao banheiro e favorece o desenvolvimento das mais variadas patologias. O corpo, sozinho, até consegue eliminar algumas dessas impurezas, mas não todas, e é por isso que fazer uma dieta desintoxicante é importante para o bom funcionamento do organismo.

SHUTTERSTOCK O acúmulo de toxinas pode causar retenção de líquido

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O acúmulo de toxinas pode causar retenção de líquido

Como eliminar toxinas: 6 regras de nutricionista

Beber mais água
Os benefícios da água parecem óbvios, mas muita gente mesmo assim menospreza o que ela pode fazer pelo corpo. Quando a hidratação está correta, o volume de sangue aumenta e a circulação melhora, eliminando o inchaço e ajudando a mandar as impurezas embora.

Comer menos industrializados
Os processos químicos pelos quais os alimentos industrializados passam fazem com que eles tenham uma série de características atrativas ao paladar, como cheiro, textura e gosto agradáveis. No entanto, essas mesmas substâncias trazem malefícios que detonam o organismo a longo prazo: engordam sem nutrir, causam inflamações – que levam ao agravamento da celulite, por exemplo – e levam ao desenvolvimento de doenças como o câncer.

Substituir doces açucarados por frutas

Frutas vermelhas podem ser uma opção saborosa para a sobremesa

Frutas vermelhas podem ser uma opção saborosa para a sobremesa

“Fruta não é sobremesa” é um dos mandamentos dos amantes de doces. No entanto, pelo bem da saúde, é preciso desapegar. O açúcar refinado não tem nenhum benefício nutricional, pode aumentar o colesterol e levar a problemas cardiovasculares, além de depressão e ansiedade – estudos indicam que o açúcar vicia. Já o açúcar das frutas, a frutose, pode também engordar se consumido em excesso, mas vem com os diversos benefícios nutricionais que esses alimentos trazem à saúde.

Parar de exagerar
Levar um estilo de vida equilibrado, mesclando boa alimentação, prática de exercícios físicos e lazer reflete na estética corporal e na saúde. Quando comemos demais, por exemplo, extrapolamos as necessidades do nosso corpo e normalmente o fazemos para descontar ansiedade e frustrações na comida. O resultado? Organismo e mente desequilibrados e maior risco de vir a ter problemas de saúde.

Praticar atividades físicas
Mais do que comer bem, exercitar-se é essencial para se livrar das gordurinhas e desintoxicar o corpo. Primeiramente porque, durante uma sessão de exercícios físicos, normalmente suamos e, assim, eliminamos algumas das toxinas que ficam presas no organismo, ajudando a diminuir o inchaço. As calorias gastas com os exercícios emagrecem, o esforço muscular deixa o corpo definido, os ossos ficam mais fortes, o metabolismo acelera, o humor e o sono melhoram, entre muitos outros benefícios.

Usar panelas e recipientes de vidro
Potes e recipientes de plástico e de alumínio, quando são aquecidos, soltam substâncias chamadas ftalatos e bisfenol A, respectivamente. Os dois contaminam o alimento armazenado e podem causar alterações no peso e nos hormônios.

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Arroz ou massa? o que é que engorda menos?

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Têm características nutricionais muito semelhantes e o ideal é alternar entre o consumo de cada uma destas opções. Mas, se pretende perder peso, uma delas é mais vantajosa para si.

Tendo em conta o valor energético, a melhor opção é o arroz, sendo que apresenta um teor calórico inferior ao da massa. No entanto, a massa tem a vantagem de ter um maior teor de proteína (é mais saciante) e menor teor de hidratos de carbono. O arroz tem um menor teor de gordura sendo de evitar a elaboração de refogados prévios à sua cozedura, desaconselhados não só para a gestão do peso, como para a manutenção da saúde cardiovascular.

É recomendado que os alimentos pertencentes ao grupo dos cereais e derivados, como é o caso da massa e do arroz, constituam a base da alimentação, devendo ser sempre acompanhados de alimentos dos restantes grupos alimentares (nomeadamente, carne ou peixe e legumes), de forma a fornecer ao organismo todos os nutrientes necessários.

Como comer sem engordar

100 g de massa fornecem 175 kcal, 1 g de gordura, 36 g de hidratos de carbono e 1 g de proteína. Já 100 g de arroz têm 171 kcal, 0 g de gordura, 39 g de hidratos de carbono e 3 g de proteína. Estes são os cuidados a ter na hora de os ingerir:

– Opte pelas versões integrais de arroz e massa para aumentar o teor de fibra da refeição, o que tem impacto no controlo da saciedade e da absorção dos nutrientes.

– Reduzir a porção de arroz ou massa consumida, compensando com o consumo de leguminosas e/ou legumes, pode ser uma estratégia a utilizar para conseguir controlar o peso mais facilmente.

– Substitua-os por konjac, uma planta rica em glucomanano, que, sendo uma fibra, tem efeito regulador da saciedade, além de ter um teor reduzido de hidratos de carbono e de energia.

Texto: Liliana Oliveira (nutricionista e membro da Associação Portuguesa de Dietistas)

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Esta é a forma correta de se preparar chá de gengibre para emagrecer e reduzir a gordura abdominal!

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A raiz de gengibre, além de ser deliciosa, é bastante eficaz, composta de propriedades anti-inflamatórias, antiparasitárias, antivirais e antibacterianas.

Ela age de forma intensa no sistema imunológico, digestivo e no cardiovascular.

O gengibre contém vitaminas (como a C) e minerais (como magnésio).

É muito comum encontrá-lo na culinária, dando um gostinho especial nas comidas e bebidas.

Neste post, vamos ensinar a fazer o melhor chá de gengibre.

Por que é o melhor?

Porque ele vem reforçado com outros ingredientes “mágicos”, que são o açafrão-da-terra (cúrcuma), o limão e o óleo de coco.

Este chá é uma ótima opção para o tratamento de gripe e outras viroses.

Além disso, ele também proporciona outros benefícios, como:

– Melhora a circulação

– Alivia as dores no corpo (inclusive enxaquecas e dores de cabeça)

– Reduz o risco de pedras nos rins

– Oferece nutrientes necessários para manter o funcionamento adequado do fígado

– Estimula o metabolismo

Aprenda a fazer este maravilhoso chá:

Um pedaço de 5cm de gengibre cortado em fatias

1 limão cortado em rodelas (não precisa descascar)

750mL de água

MODO DE PREPARO

Ferva a água com o gengibre.

Quando levantar fervura, adicione o limão e tampe a panela.

Tome de duas a três xícaras por dia.

Consuma por no máximo duas semanas.

Se quiser continuar tomando, dê uma pausa de uma semana e retome por mais duas.

Importante: hipertensos só devem consumir gengibre com a autorização do médico.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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Como sua dieta pode influenciar a chegada da menopausa

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Estudo sugere que consumo alto de carboidratos pode adiantar começo de menopausa e que outros tipos de alimentos podem retardar chegada de período fisiológico.

Uma dieta rica em carboidratos pode provocar menopausa precoce, sugere um estudo da Universidade de Leeds, no Reino Unido, com 914 mulheres britânicas.

Comer muita massa e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das mulheres no Reino Unido, de 51 anos.

No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixes oleosos, ervilhas e feijões pode atrasar a menopausa natural.

Especialistas dizem, porém, que muitos outros fatores, incluindo genes, influenciam a chegada da menopausa.

Eles acrescentam que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre esses aspecto ainda não está clara e alertam que as mulheres não devem se preocupar em mudar o que comem com base nos resultados do estudo.

Descobertas alimentares

A pesquisa, publicada no “Journal of Epidemiology & Community Health”, entrevistou mulheres sobre o que costumavam comer.

Uma dieta rica em leguminosas, que inclui ervilhas, feijões, lentilhas e grão-de-bico, atrasou a menopausa em um ano e meio, em média.

Comer muitos carboidratos refinados, particularmente arroz e macarrão, foi relacionado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo.

Salmão e lentilhas estão entre os alimentos que, segundo o estudo, ajudaram a atrasar a menopausa em um ano e meio, em média (Foto: Getty Images)

Os pesquisadores levaram em consideração outros fatores potencialmente influenciadores, como o peso da mulher, a história reprodutiva e o uso de terapia de reposição hormonal (TRH), mas não conseguiram considerar fatores genéticos, que podem influenciar a chegada da menopausa.

O estudo não pôde provar qualquer relação de causa, mas oferece algumas possíveis explicações por trás das descobertas.

Por exemplo, as leguminosas contêm antioxidantes, que podem manter a menstruação por mais tempo.

Os ácidos graxos ômega-3, presentes em peixes oleosos, também estimulam a capacidade antioxidante no organismo.

Os carboidratos refinados aumentam o risco de resistência à insulina, o que pode interferir na atividade dos hormônios sexuais – e aumentar os níveis de estrogênio, que é um desses hormônios. Isso pode elevar a quantidade de ciclos menstruais, levando o estoque de óvulos a se esgotar mais rapidamente.

Implicações para a saúde

A coautora do estudo, Janet Cade, professora de epidemiologia nutricional, disse que “uma compreensão clara de como a dieta afeta o início da menopausa natural será muito benéfica para aquelas que já podem estar em risco ou ter um histórico familiar de certas complicações relacionadas à menopausa”.

As mulheres que passam pela menopausa cedo têm risco aumentado de osteoporose e doenças cardíacas, enquanto as que passam por ela tardiamente têm maior risco de câncer de mama, útero e ovário.

“Este estudo não prova uma relação com os alimentos mencionados, mas certamente contribui em relação ao conhecimento limitado que temos atualmente sobre por que algumas mulheres passam pela menopausa mais cedo do que outras”, diz Kathy Abernethy, enfermeira especialista em menopausa e presidente da Sociedade Britânica de Manopausa.

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