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Alimentação e Nutrição

Os 10 Melhores Alimentos Para a Definição Muscular

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Ganhar massa muscular é o objetivo final de praticamente todos que entram em uma academia de musculação. Claro que algumas pessoas entram para perder peso, mas depois de cumprir essa tarefa o próximo passo quase sempre é ganhar músculos.
Porém, algumas pessoas encontram dificuldades para aumentar o peso e ganhar massa sem acumular gordura corporal.
Sendo assim, listamos abaixo 10 ótimos alimentos para ganhar massa preservando a definição muscular.

SALMÃO
Além de ser uma rica fonte de proteínas, que são responsáveis pela construção muscular, o salmão contém gorduras saudáveis que são benéficas para a prevenção do acúmulo de gordura corporal.

OVOS
Assim como o salmão, os ovos são uma potência se tratando de proteínas e gordura saudáveis. As claras de ovos contém proteína pura, enquanto as gemas contém a maior parte dos nutrientes, tais como vitamina B e D, além de auxiliar o crescimento muscular.

QUINOA
A quinoa é uma fonte rara de carboidratos que contém todos os aminoácidos essenciais. Como complemento a proteína, a quinoa fornece carboidratos de digestão lenta que servem como combustível para o treinamento de musculação.

ESPINAFRE
O espinafre contém nutrientes que podem aumentar a síntese proteica, além de ser rico em fibras e vitaminas A e K.

BRÓCOLIS
O brócolis também é um alimento ótimo para quem deseja definir os músculos, além de ser rico em vitaminas C e K, para não mencionar que é uma boa fonte de Folato e fibras.

CAMARÃO
O camarão é riquíssimo em proteínas e ideal para todos que querem definir os músculos. Além de ter pouca gordura, é uma excelente fonte de vitamina D, um nutriente vital que tem poucas fontes, além de conter ferro e antioxidantes.

MIRTILOS
Essa é uma fruta popular nos EUA, e meio difícil de se achar no Brasil. Porém, além de ser benéfica para a definição, contém poderosos antioxidantes, vitamina C e vitamina K.

IOGURTE GREGO
O iogurte grego contém praticamente o dobro de proteínas dos iogurtes comuns, além de ajudar a digestão.

CARNE MAGRA
A carne é riquíssima em proteínas e fornece minerais vitais ao organismo, como zinco, selênio e ferro.

FEIJÕES
Os feijões são uma fonte barata de fibras e também possuem proteína. Fora isso, os feijões são ricos em diversos tipos de vitaminas e minerais como Folato, zinco, magnésio e ferro.
Referências: Livestrong

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Arroz ou massa? o que é que engorda menos?

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Têm características nutricionais muito semelhantes e o ideal é alternar entre o consumo de cada uma destas opções. Mas, se pretende perder peso, uma delas é mais vantajosa para si.

Tendo em conta o valor energético, a melhor opção é o arroz, sendo que apresenta um teor calórico inferior ao da massa. No entanto, a massa tem a vantagem de ter um maior teor de proteína (é mais saciante) e menor teor de hidratos de carbono. O arroz tem um menor teor de gordura sendo de evitar a elaboração de refogados prévios à sua cozedura, desaconselhados não só para a gestão do peso, como para a manutenção da saúde cardiovascular.

É recomendado que os alimentos pertencentes ao grupo dos cereais e derivados, como é o caso da massa e do arroz, constituam a base da alimentação, devendo ser sempre acompanhados de alimentos dos restantes grupos alimentares (nomeadamente, carne ou peixe e legumes), de forma a fornecer ao organismo todos os nutrientes necessários.

Como comer sem engordar

100 g de massa fornecem 175 kcal, 1 g de gordura, 36 g de hidratos de carbono e 1 g de proteína. Já 100 g de arroz têm 171 kcal, 0 g de gordura, 39 g de hidratos de carbono e 3 g de proteína. Estes são os cuidados a ter na hora de os ingerir:

– Opte pelas versões integrais de arroz e massa para aumentar o teor de fibra da refeição, o que tem impacto no controlo da saciedade e da absorção dos nutrientes.

– Reduzir a porção de arroz ou massa consumida, compensando com o consumo de leguminosas e/ou legumes, pode ser uma estratégia a utilizar para conseguir controlar o peso mais facilmente.

– Substitua-os por konjac, uma planta rica em glucomanano, que, sendo uma fibra, tem efeito regulador da saciedade, além de ter um teor reduzido de hidratos de carbono e de energia.

Texto: Liliana Oliveira (nutricionista e membro da Associação Portuguesa de Dietistas)

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Esta é a forma correta de se preparar chá de gengibre para emagrecer e reduzir a gordura abdominal!

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A raiz de gengibre, além de ser deliciosa, é bastante eficaz, composta de propriedades anti-inflamatórias, antiparasitárias, antivirais e antibacterianas.

Ela age de forma intensa no sistema imunológico, digestivo e no cardiovascular.

O gengibre contém vitaminas (como a C) e minerais (como magnésio).

É muito comum encontrá-lo na culinária, dando um gostinho especial nas comidas e bebidas.

Neste post, vamos ensinar a fazer o melhor chá de gengibre.

Por que é o melhor?

Porque ele vem reforçado com outros ingredientes “mágicos”, que são o açafrão-da-terra (cúrcuma), o limão e o óleo de coco.

Este chá é uma ótima opção para o tratamento de gripe e outras viroses.

Além disso, ele também proporciona outros benefícios, como:

– Melhora a circulação

– Alivia as dores no corpo (inclusive enxaquecas e dores de cabeça)

– Reduz o risco de pedras nos rins

– Oferece nutrientes necessários para manter o funcionamento adequado do fígado

– Estimula o metabolismo

Aprenda a fazer este maravilhoso chá:

Um pedaço de 5cm de gengibre cortado em fatias

1 limão cortado em rodelas (não precisa descascar)

750mL de água

MODO DE PREPARO

Ferva a água com o gengibre.

Quando levantar fervura, adicione o limão e tampe a panela.

Tome de duas a três xícaras por dia.

Consuma por no máximo duas semanas.

Se quiser continuar tomando, dê uma pausa de uma semana e retome por mais duas.

Importante: hipertensos só devem consumir gengibre com a autorização do médico.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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Como sua dieta pode influenciar a chegada da menopausa

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Estudo sugere que consumo alto de carboidratos pode adiantar começo de menopausa e que outros tipos de alimentos podem retardar chegada de período fisiológico.

Uma dieta rica em carboidratos pode provocar menopausa precoce, sugere um estudo da Universidade de Leeds, no Reino Unido, com 914 mulheres britânicas.

Comer muita massa e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das mulheres no Reino Unido, de 51 anos.

No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixes oleosos, ervilhas e feijões pode atrasar a menopausa natural.

Especialistas dizem, porém, que muitos outros fatores, incluindo genes, influenciam a chegada da menopausa.

Eles acrescentam que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre esses aspecto ainda não está clara e alertam que as mulheres não devem se preocupar em mudar o que comem com base nos resultados do estudo.

Descobertas alimentares

A pesquisa, publicada no “Journal of Epidemiology & Community Health”, entrevistou mulheres sobre o que costumavam comer.

Uma dieta rica em leguminosas, que inclui ervilhas, feijões, lentilhas e grão-de-bico, atrasou a menopausa em um ano e meio, em média.

Comer muitos carboidratos refinados, particularmente arroz e macarrão, foi relacionado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo.

Salmão e lentilhas estão entre os alimentos que, segundo o estudo, ajudaram a atrasar a menopausa em um ano e meio, em média (Foto: Getty Images)

Os pesquisadores levaram em consideração outros fatores potencialmente influenciadores, como o peso da mulher, a história reprodutiva e o uso de terapia de reposição hormonal (TRH), mas não conseguiram considerar fatores genéticos, que podem influenciar a chegada da menopausa.

O estudo não pôde provar qualquer relação de causa, mas oferece algumas possíveis explicações por trás das descobertas.

Por exemplo, as leguminosas contêm antioxidantes, que podem manter a menstruação por mais tempo.

Os ácidos graxos ômega-3, presentes em peixes oleosos, também estimulam a capacidade antioxidante no organismo.

Os carboidratos refinados aumentam o risco de resistência à insulina, o que pode interferir na atividade dos hormônios sexuais – e aumentar os níveis de estrogênio, que é um desses hormônios. Isso pode elevar a quantidade de ciclos menstruais, levando o estoque de óvulos a se esgotar mais rapidamente.

Implicações para a saúde

A coautora do estudo, Janet Cade, professora de epidemiologia nutricional, disse que “uma compreensão clara de como a dieta afeta o início da menopausa natural será muito benéfica para aquelas que já podem estar em risco ou ter um histórico familiar de certas complicações relacionadas à menopausa”.

As mulheres que passam pela menopausa cedo têm risco aumentado de osteoporose e doenças cardíacas, enquanto as que passam por ela tardiamente têm maior risco de câncer de mama, útero e ovário.

“Este estudo não prova uma relação com os alimentos mencionados, mas certamente contribui em relação ao conhecimento limitado que temos atualmente sobre por que algumas mulheres passam pela menopausa mais cedo do que outras”, diz Kathy Abernethy, enfermeira especialista em menopausa e presidente da Sociedade Britânica de Manopausa.

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