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Para cada doença, um jeito de malhar

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Há incontáveis tipos de exercício que podem fazer parte de um treino de musculação. SAÚDE revela quais os mais indicados para combater uma dúzia de doenças

O remédio que doma a pressão dos hipertensos não é o mesmo que baixa a glicemia dos diabéticos, tampouco serve para proteger o esqueleto de pessoas com osteoporose. Isso mostra que não existe uma única estratégia capaz de contra-atacar todas as enfermidades ao mesmo tempo. E é mais ou menos esse conceito que você precisa ter em mente quando falamos do efeito de cada um dos exercícios de musculação em pessoas com problemas diferentes.

A ideia de utilizar e adaptar a malhação de acordo com o estado de saúde de seus praticantes começou a ganhar destaque no final da década de 1980, quando os pesquisadores lançaram um olhar mais apurado sobre o tema. A partir do ano de 1990, o exercício de força se tornou — e ainda é — o método de treinamento mais estudado, segundo dados do Pubmed, site do governo americano que concentra artigos publicados no mundo inteiro. Esse interesse da comunidade científica ajudou a acabar com o preconceito que cercava a musculação. Ela deixou de ser encarada como algo voltado apenas para fisiculturistas e virou uma importante aliada entre aqueles que buscam qualidade de vida.

Tal cenário veio seguido de um aumento significativo na quantidade de salas de ginástica por aí. Dados da Associação Brasileira de Academias mostram que, em 2010, havia 15 mil unidades espalhadas pelo país. Em 2014, o número dobrou. E, embora tenhamos que evoluir muito, há uma tendência de esses estabelecimentos passarem a oferecer profissionais especializados em determinadas condições de saúde. Ou seja, de pouco em pouco, os halteres se incorporam ao tratamento de muitas encrencas.

Agora, você vai entender como a musculação enfrenta 12 delas. Todas devidamente acompanhadas de orientações específicas para tirar o melhor proveito do levantamento de peso sem ameaçar o corpo. Contudo, antes de avançar, cabe uma ponderação: só pode fazer musculação ou qualquer atividade física estruturada quem estiver saudável ou com uma doença sob controle. Começar a puxar ferro da noite para o dia sem uma avaliação médica (e a supervisão do educador físico) é um risco que ninguém precisa correr.

Dois raios no mesmo lugar

Para certos quadros, como a fibromialgia, preconiza-se malhar em intensidade leve. Em outros, a exemplo da sarcopenia, o ideal é pegar um pouco mais pesado. Então, o que fazer se você sofre com ambos — ou com quaisquer problemas que cobram atitudes aparentemente contraditórias na academia? Nesses casos, é imprescindível bater um papo com os profissionais de modo a acertar o treinamento. Só não vale usar isso como desculpa para cair no sedentarismo.

1. Hipertensão

Décadas atrás, a musculação chegava a ser contraindicada para os hipertensos. E, de fato, durante sua execução, a pressão sobe, principalmente se a intensidade é elevada ou se o exercício for repetido à exaustão. Mas uma porção de experimentos deixa claro que, seguindo recomendações básicas, erguer peso não ameaça o sistema cardiovascular dessa turma. Embora não dê para confirmar que a modalidade aplaque a hipertensão ao longo dos meses — os estudos são controversos nesse sentido —, restam poucas dúvidas de que ela promove bem-estar aos seus portadores.

Recrutar poucos músculos por vez
Usar vários grupos musculares ao mesmo tempo comprime demais os vasos sanguíneos. Prefira, por exemplo, cumprir uma série com o braço esquerdo e, depois, outra com o direito.

Não prender a respiração
Em primeiro lugar, o ato de segurar o ar sugere que a carga do treino está pesada demais — o que, nesse pessoal, dispara a pressão. Isso sem contar que a atitude, por si só, aperta as veias e as artérias.

Descansar dois minutos entre uma série e outra
Esse tempo é necessário para que os níveis pressóricos retornem a um patamar seguro. Em comparação, um repouso de 30 a 45 segundos é suficiente para quem não tem hipertensão.

2. Diabetes

Em uma revisão de 14 pesquisas, experts da Universidade de Viena, na Áustria, descobriram que combinar o treino aeróbico com o de resistência é a estratégia perfeita para regular a glicemia em diabéticos do tipo 2. De um lado, corridas e pedaladas queimam glicose em larga escala. Do outro, os aparelhos da academia fortalecem bíceps, tríceps e companhia. Assim, eles conseguem estocar mais desse substrato, tirando-o da circulação.

Medir a glicemia antes, durante e depois
Quando as taxas estão estratosféricas ou mínimas, é bom pular a sessão. E, se caírem depressa durante ou após a ralação, recorra a isotônico, suco de laranja ou até sachês de glicose.

Entrosar o exercício com o tratamento
A regra vale sobretudo para os sujeitos que aplicam insulina. Em geral, os médicos diminuem a dose a ser injetada nos dias em que o diabético vai se mexer. Isso para afastar a hipoglicemia.

3. Obesidade

Já adiantamos: puxar ferro sem equilibrar a dieta não implicará um grande emagrecimento. Segundo a tese de doutorado da educadora física Valéria Bonganha, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, cinco meses de exercícios de força, em conjunto com outros aeróbicos, não derrubaram o ponteiro da balança em 24 homens obesos. Eles apenas mantiveram mais ou menos os mesmos quilos, porém trocaram gordura por massa magra — e ficaram menos propensos a sofrer panes no coração.

Investir em treinos curtos e intensos
Após um período de adaptação, vale apostar em séries com menos repetições e cargas altas. Isso fortalece muito os músculos — e, vigorosos, eles queimam mais calorias.

Priorizar abdômen e costas
A barriga sobrecarrega a coluna, fomentando desvios posturais. Daí a importância de realizar atividades capazes de enrijecer a musculatura dorsal. Converse com seu treinador a respeito.

4. Fibromialgia

Pessoas com essa síndrome têm até medo de fazer ginástica. Isso porque a condição provoca incômodos dos pés à cabeça, que pioram quando se mexe além dos limites. Na contramão, práticas leves funcionam como um remédio para amenizar os sintomas da fibromialgia. Nesse contexto, a musculação, apesar de não ser prescrita no início do treinamento, auxilia a remover toxinas dos músculos, afastando as dores.

Levantar pesos leves e progredir lentamente
Nas primeiras vezes que pisa na academia, o fibromiálgico não raro apenas executa o gesto de um exercício, sem carregar carga alguma — a meta é não disparar sensações dolorosas.

Programar o horário
Boa parcela dos pacientes reclama de desconfortos logo depois de acordar e à noite. Uma tática interessante é agendar os treinos nos momentos em que as dores dão uma trégua.

Não forçar regiões sensibilizadas
Se o ombro está pegando durante uma sessão, deixe-o de lado e trabalhe outras partes do corpo. Quando ele parar de incomodar, você compensa.

5. Sarcopenia

Marcada pela degeneração das fibras musculares e mais frequente entre os idosos, a sarcopenia é rechaçada pelos halteres. Em uma revisão da Universidade Católica do Sagrado Coração, na Itália, constatou-se que eles não só abrandam a perda de massa magra como asseguram mais autonomia e afugentam as dores. Contudo, os exercícios devem ser conduzidos com cuidado redobrado e acompanhamento próximo.

Elevar a intensidade
Quanto mais peso na barra, maior o estímulo a fibras musculares do tipo 2 — as mais afetadas pela sarcopenia. Mas lembre-se: antes de pegar pesado, é vital passar pelo consultório.

Conversar sobre suplementação
Preparos como o whey protein, se combinados às sessões de malhação, colaboram para o fortalecimento muscular. Só não vale engolir os suplementos sem checar as reações adversas com o doutor.

6. Osteoporose

O risco de uma queda render fraturas cresce em gente com ossatura frágil. Felizmente, músculos de aço servem como amortecedores de impacto e trazem equilíbrio. Como se não bastasse, as atividades de resistência solidificam o esqueleto. Elas incitam o depósito de cálcio nos ossos. Um artigo da Universidade Walsh, nos Estados Unidos, demonstra ainda que sujeitos com osteoporose que vão à academia regularmente dependem menos de terceiros para cumprir tarefas do cotidiano.

Valorizar exercícios funcionais
Eles mobilizam os grupos musculares mais exigidos no dia a dia – graças a isso, incrementam a coordenação, o equilíbrio e a postura, fatores cruciais na prevenção de tropeços.

 

Reforçar as áreas enfraquecidas
As vértebras e o fêmur (localizado na coxa) entram na lista dos ossos mais comprometidos pela doença. A meta, então, é fortificar a musculatura que os sustenta.

7. Osteoartrite

Também conhecida como artrose, ela nada mais é do que um desgaste das juntas. E a musculação é um dos métodos mais eficazes para proteger as articulações, porque favorece a produção do líquido sinovial, que mantém as cartilagens nutridas e íntegras. Aliás, pernas torneadas também absorvem parte da sobrecarga imposta a joelhos, quadris e tornozelos — aí, as dores e a rigidez articular atrapalham menos. A única questão reside no fato de que indivíduos com osteoartrite costumam ser mais velhos e padecer com o excesso de peso, fatores que demandam atenção na hora de planejar o treino.

Reduzir as repetições e aumentar a carga
Desde que adotada com a orientação de um professor, essa técnica dá um gás a mais às fibras musculares que seguram o tranco imposto às juntas toda vez que damos um passo ou subimos a escada.

Dar foco à área abalada
Quem sofre com artrose de joelho, por exemplo, faz de tudo para não usar a perna afetada de apoio. Ocorre que o desuso enfraquece os músculos, abrindo as portas para mais incômodos. O jeito é dedicar tempo ao desenvolvimento do local debilitado.

Evitar a cadeira extensora
Fala-se muito do agachamento — e de fato é bom tomar cuidado com ele. Entretanto, a cadeira extensora traz um risco maior ao joelho com osteoartrite, pois concentra a sobrecarga em uma pequena região da cartilagem. Busque alternativas com o educador físico.

8. Lombalgia

A dor na base da coluna é uma velha conhecida dos brasileiros: corresponde a nove entre dez denúncias de desconforto nas costas. Para suavizar o incômodo, especialistas pedem para enrobustecer toda a musculatura do abdômen. É como colocar um apoio a mais para sustentar o telhado de uma casa.

Lançar mão do Core training
A prática emprega bolas suíças, elásticos e outros equipamentos para ativar músculos abdominais profundos que mal são recrutados com as máquinas tradicionais e ajudam a estabilizar a coluna. Pilates e exercícios funcionais são outras ótimas opções.

Não fazer levantamento terra e agachamento
Apesar de populares, esses exercícios pressionam os discos que se localizam entre uma vértebra e outra. Em uma lombar frouxa, isso é sinônimo de reclamações pós-treino.

Alongar
O estica e puxa alivia tensões na região lombar. Mas é necessário cautela e uma evolução gradual. Insistir em encostar as mãos na ponta dos pés com a perna reta pode gerar arrependimentos.

9. Parkinson

Na USP, a profissional de educação física Carla da Silva Batista e seus colegas vêm testando o efeito da musculação nos portadores dessa doença neurodegenerativa. Primeira conclusão: ela combate o enfraquecimento do corpo, uma das repercussões mais comuns do problema. E os treinos, dependendo de como são conduzidos, também amenizam os tremores. Recentemente, vimos que práticas que exigem coordenação motora e equilíbrio ofereceriam melhores resultados nesse sentido. Mas, ao recorrer a tais exercícios — os funcionais estão entre eles —, é imprescindível ter um profissional ao lado. Ele pode impedir quedas decorrentes de um gesto involuntário.

Executar o movimento completo
Se estiver no aparelho de leg press, por exemplo, estique as pernas completamente ao empurrar a carga. A tática, que vale para qualquer equipamento, evita a atrofia muscular típica do Parkinson. Outra coisa: sessões de alongamento são vitais.

Usar bola, elástico, corda — mas com alguém ao lado
Apetrechos como esses trazem um componente de instabilidade na ginástica, o que atenuaria os tremores. Mas, se não tiver um expert por perto, restrinja-se aos aparelhos tradicionais.

Malhar só depois de tomar o medicamento
As drogas contra o Parkinson demoram cerca de uma hora para surtir efeito. É nesse momento que a prática da musculação será mais segura e eficiente.

10. Asma

Não dá pra negar que as atividades aeróbicas, por botarem os pulmões para trabalhar, são as mais recomendadas a quem enfrenta esse perrengue. Todavia, elas podem disparar crises de falta de ar. Para quem sofre direto com ataques durante ou após a corrida, a musculação é uma alternativa, já que demanda menos do sistema respiratório. Aí, a intensidade tem de ser leve ou moderada. É verdade que ela não aperfeiçoa muito a capacidade de inspirar e expirar, porém revigora o tronco e os membros — o que é de grande valia em uma turma que tende a ficar sedentária e fraquinha.

Diminuir a carga e elevar o número de repetições
Trata-se de uma fórmula certeira para exigir menos dos pulmões sem abdicar da massa magra. Um treino muito vigoroso às vezes serve de gatilho para crises de falta de ar nas pessoas com a asma menos controlada.

Levar o inalador para a academia
Ao longo do treino, as crises eventualmente dão as caras – mesmo se a respiração não estiver ofegante. E, nessas emergências, uma bombinha no bolso faz enorme diferença. Nada de esquecê-la em casa!

Fortificar o peitoral e as costas
Em geral, os asmáticos apresentam uma anteriorização dos músculos da caixa torácica — ou seja, os ombros se inclinam pra frente. De modo a compensar o desvio, não se esqueça de trabalhar peito e costas.

11. Doença renal crônica

Quando os rins param de filtrar o sangue adequadamente, substâncias tóxicas sobram na circulação. Essas moléculas, por sua vez, disparam um processo inflamatório que arrasa panturrilha, glúteos… A malhação estimula a musculatura e contra-ataca sua degeneração, o que se traduz em maior qualidade de vida. Tonificar o corpo também mantém o diabetes e a hipertensão, dupla que danifica os rins, sob rédeas curtas. Com orientação, dá até pra se exercitar na hemodiálise.

Não mexer muito o braço com o acesso
Quase todo mundo que se submete à diálise passou por uma cirurgia para adaptar vasos do braço ao procedimento. Para não inviabilizar o acesso, deixe esse membro mais quieto.

Regular a ingestão de água
A doença renal crônica pode culminar em um acúmulo de líquidos. Principalmente quem faz hemodiálise deve discutir com o médico o jeito ideal de se hidratar durante a musculação.

12. Câncer

Entre as reações adversas de determinados quimioterápicos e da radioterapia está a perda de massa magra. Mas uma revisão da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, aponta que o treinamento de força faz com que os músculos não definhem. De quebra, movimentar-se durante a fase aguda do tratamento aumenta a disposição e pode até auxiliar na luta contra o tumor. Agora, o treinamento de alguém com câncer tem que ser obrigatoriamente supervisionado – até porque cada tipo requer cuidados específicos, que ainda variam de acordo com o paciente.

Reforçar regiões abaladas
As cirurgias que visam extirpar os esconderijos de células tumorais podem limitar a movimentação de um ou outro membro. Exercitá-lo com orientação minimiza as sequelas.

Mexer-se quando os sintomas somem
Se enjoo e cansaço surgem pra valer à tarde, que tal fazer ginástica de manhã? No início é mesmo difícil, mas o esforço com certeza será recompensado com mais ânimo e disposição nos dias seguintes.

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10 formas práticas de emagrecer depois dos 40

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Se você acha que está difícil emagrecer depois dos 40, nós reunimos algumas dicas de ouro para que você atinja a sua meta.

Emagrecer não é uma tarefa fácil. É necessário manter hábitos saudáveis, e isso é complicado se você não os mantém desde sempre. Antes de tudo, é preciso ter força de vontade, dedicação e disciplina.

Você acha isso complicado? Então deveria saber que depois de certa idade, tudo fica ainda mais difícil. É um pouco mais complexo conseguir emagrecer depois dos 40, porém, não é impossível.

Sabe aquela frase “antes tarde do que nunca”? Ela serve muito bem nessa situação.

Por mais que você não tenha mantido uma forma de vida saudável, saiba que se começar agora, ainda dá tempo de ter uma velhice mais saudável. Não vou mentir, é necessário uma mudança drástica nos seus hábitos de vida, porém, se houver perseverança você irá conseguir emagrecer depois dos 40.

Confira 10 formas de emagrecer depois dos 40

Dieta

Você não vai conseguir emagrecer, se em primeiro lugar não mudar a sua alimentação. Eu não estou falando necessariamente de fórmulas e dietas, e sim de acompanhamento de um nutricionista para te ajudar nessa jornada. Para que isso se torne mais simples, encontre uma rede de apoio e incentivo, como programas e grupos de pessoas que estão tentando emagrecer e dividem sua experiência.

Exercício físico

Quando você muda sua alimentação, você já deu o primeiro passo. O segundo passo, indispensável, é começar a praticar exercícios físicos. Quando você alia boa alimentação com atividade física, você emagrece e ganha uma ótima qualidade de vida – tanto a curto, como a longo e médio prazo.

Verificação

Se você começou a mudar seu hábitos físicos e alimentares, você vai precisar de uma forma de controle. O ideal é que você se pese todas as semanas, pelo menos um vez. Assim será possível manter um controle de quanto você está pesando, até chegar ao peso ideal.

Dormir

Agora que você está mudando a sua rotina e o seu organismo, outros elementos da sua rotina precisarão se adaptar para que o a fase de emagrecimento aconteça da melhor forma possível. Uma das principais mudanças é o seu sono. É necessário que você durma bem todas as noites.

Comer

Um bom truque é que você mantenha as refeições essências do dia, sem negociação. Para ajudar no almoço e no jantar, você pode substituir os pratos maiores por pratos pequenos. Com pratos menores você sentirá maior sensação de saciedade e irá se livrar da ideia de privação.

Tempo

Esqueça a pressa, está na hora de sentar com calma para fazer as suas refeições. É essencial que você sente para comer, podendo mastigar divagar e melhorar a sua digestão. Ajuda muito, se antes de começar a comer, você fizer uma pequena pausa e concentrar-se durante um minuto, acalmando sua mente e organismo.

Concentração

Quando você está comendo, não é interessante que você faça outra coisa ao mesmo tempo. Se não for uma boa conversa com sua companhia, exclua. Nada de ler ou ver TV ao mesmo tempo em que come. Você precisa ver o que, e que, está comendo antes do prato estar vazio.

Movimentação

Não é ideal para o seu corpo que você fique sentado o tempo todo. Mesmo que você trabalhe sentado o dia todo, tire momentos para se levantar e se movimentar regularmente. Em casa, não fique deitado no sofá o tempo inteiro. Fique em pé e ande.

Roxo

Abuse de alimentos roxo. Eles são ricos em polifenóis, que auxiliam muito em vida mais longa e saudável. Ou seja, não economize em produtos naturais dessa cor. Vá no mercado e compre muito mirtilos, berinjela, repolho roxo, uvas, entre outros.

Prazer

Estamos acostumados a associar alimento e prazer. Saiba que isso é uma construção neurológica, e que você pode mudar isso com as mudanças de hábitos. Pare de associar comida e prazer, e direcione essa sensação para outros atos. Descubra prazer em outras ações da sua vida.

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Celulite: Descubra como fazer elas desaparecer!

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A celulite é uma alteração causada pelo acúmulo de gordura e excesso de liquido (retenção) que finaliza nos furinhos indesejáveis parecendo uma “casca de laranja” ou um“maracujá”. Isso incomoda as mulheres como também os homens, pois ninguém quer essa “coisa” estranha no corpo. É desenvolvida através de uma alimentação rica em sódio (sal), açucares, excesso carboidratos mesmo sendo saudáveis, álcool, frituras, gorduras
ruins, refrigerantes e vários outros produtos industrializados.

A celulite nunca vai ser originada apenas por um alimento, mas sim por um conjunto de alimentos de má qualidade que o corpo não responde bem. Com essa alimentação seus depósitos de gordura corpórea vai subindo e a retenção hídrica vai aumentando desenvolvendo os furinhos que vão pegando formas ocasionando a celulite. Chega a níveis tão altos que não precisa pressionar a pele para aparecer, pois já estão lá bem aparentes. Para quem não sabe, quando aumentamos gordura e a retenção sobe, quando reduzimos, ela desce, isso é regra pessoal.

Como fazer para a celulite desaparecer?

Muitas pessoas deixam de usar tal vestimenta, como por exemplo o biquíni ou a sunga com vergonha do corpo. Alimentação de baixa qualidade ocasiona acúmulos de
substâncias residuais nos tecidos, deixando o corpo segurar toda água que absorve e o indivíduo vai ficando inchado de liquido chegando a um ponto que as celulites
aparecem até no dedo do pé. O desaparecimento total dessas “danadas” é ocasionado por uma alimentação que o nutricionista vai botar o nutriente certo
nos horários corretos e quantidades exatas, não basta só comer saudável. Exercícios físicos ajudam no desaparecimento das celulites?

Faça atividades físicas seus resultados são sensacionais, pois vai acelerar sua redução deixando o corpo com uma mudança espetacular em 60 dias. O problema do
acúmulo de gordura, retenção e várias patologias que surgem durante a vida é um má alimentação que tem alto consumo de açúcares e carboidratos, baixa proteína e
zero gorduras de alto valor biológico. Essa alimentação é a que quase todo mundo segue e não vai surgir apenas celulites, mas sim diabetes, pressão alta, esteatose hepática,
colesterol e triglicerídeos alto, aterosclerose, etc. Lembre-se, a mudança tem que começar de você.

Celulite: Descubra como fazer elas desaparecer! (imagem: reprodução/internet)

Diminua a quantidade de sal do seu organismo

Não é necessário cortar o sal, porém diminuir a quantidade que for ingerir , nas quantidades corretas, pois cortando vai afetar um sistema chamado bomba de sódio e
potássio. Em regra para ter um corpo com qualidade tem que cortar o açúcar, o carboidrato tem que ser abaixo das quantidades anteriores que vem ingerindo e
se possível só raízes para bater a metade mais rápida. O segredo é se alimentar da forma correta.

A proteína sempre tem que ser a mais que o carboidrato e de forma natural, pois o suplemento proteico não vai deixar sua musculatura bonita quanto a proteína
natural como ovo, carne vermelha e branca, sempre sem gordura. As gorduras de alto valor biológico vai deixar sua porta de queima de gordura ativada e seu corpo vai
consumir sua gordura corpórea como fonte de energia, sabendo que se reduzir gordura também reduz retenção hídrica, isso é regra.

Não existe um treino especifico, mas te garanto que ele é o segundo fator para quem quer bater um meta de redução de peso rápida, pois aliado com o primeiro fator tratamento alimentar estético, sem sombras de dúvidas elas desaparecem.

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Moda fitness: muito além do top e da legging

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Todo ano é a mesma coisa: basta as temperaturas subirem um pouco para as academias ficarem lotadas. Faz sentido, já que o calor anuncia que é tempo de diminuir a quantidade de roupa e mostrar mais o corpinho. Mas antes de sair exibindo suas curvas em vestidos, saias e shorts, que tal apostar em um figurino que vai te preparar para o verão? A moda fitness nunca foi tão diversificada quanto agora e na shafa.com.br você encontra diversos modelos.

A roupa para ir malhar evoluiu muito ao longo dos anos, mas foi na década de 1980 que ela se firmou de vez no armário das mulheres. Na época em que a aeróbica invadia as academias de todo o mundo, o que imperava eram os collants cavados e calça (ou shorts) de cores vibrantes e extravagantes. De lá pra cá, o mercado se especializou em moda fitness e ampliou a gama de cores e estampas dos modelos, assim como aprimorou o tipo de tecido e a forma das peças. Tudo isso para garantir mais conforto e beleza para o look de academia. E não se esqueça de olhar as nossas bolsas térmicas fitness https://shafa.com.br/bolsa-termica-fitness.xhtml.

 

Peças imprescindíveis da moda fitness

Legging: além de permitir várias combinações com tops, regatas e camisetas, a calça legging é a opção mais confortável para qualquer tipo de exercício.

Short-saia: sem dúvida, a peça mais feminina e charmosa do look de academia. Mas, fique atenta, porque ela não é ideal para toda atividade física. Para aulas que exigem muita flexibilidade, como pilates e yoga, talvez esse não seja o modelo mais recomendado. Já para uma aula de dança é certeza de sucesso.

Top: não é apenas uma questão de estética, o top sustenta os seios da mulheres e é fundamental, principalmente, em atividades de alto impacto como crossfit. Combine uma regata de cor neutra com um top de cor vibrante para criar um contraste lindo. Dê uma olhadinha na nossa coleção https://shafa.com.br/top-fitness.xhtml.

Dicas finais

Agora ficou fácil arrasar na academia, não é mesmo? Antes de sair correndo para montar o seu look de malhação, anote as últimas dicas:

  • Cuidado com a transparência: lembre que quando você movimenta o corpo, a peça pode esticar e mostrar o que você não quer que as pessoas vejam. Preste atenção também na cor e modelo da lingerie para não marcar na calça ou shorts.
  • Cintura no lugar: os modelos de legging com a cintura alta modelam o corpo e são ideais para esconder aqueles “pneuzinhos” indesejados.

  • Caimento perfeito: na hora de escolher a sua roupa de academia, opte por um modelo que se ajuste perfeitamente ao seu corpo. Não compre nenhuma peça maior que o seu tamanho ou muito apertada, pois isso vai deformar a sua silhueta e não vai te deixar confortável para fazer os seus exercícios. Lembre-se que você pode ir linda para a academia, mas não é um desfile de moda. Você vai lá para malhar e a sua roupa tem que atender as necessidades da atividade que você pratica.

A Shafa tem vários macacões fitness também, siga o link https://shafa.com.br/macacao-fitness.xhtml.

Agora que você já sabe tudo de moda fitness, o corpinho agradece e a sua autoestima também!

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