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Para cada doença, um jeito de malhar

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Há incontáveis tipos de exercício que podem fazer parte de um treino de musculação. SAÚDE revela quais os mais indicados para combater uma dúzia de doenças

O remédio que doma a pressão dos hipertensos não é o mesmo que baixa a glicemia dos diabéticos, tampouco serve para proteger o esqueleto de pessoas com osteoporose. Isso mostra que não existe uma única estratégia capaz de contra-atacar todas as enfermidades ao mesmo tempo. E é mais ou menos esse conceito que você precisa ter em mente quando falamos do efeito de cada um dos exercícios de musculação em pessoas com problemas diferentes.

A ideia de utilizar e adaptar a malhação de acordo com o estado de saúde de seus praticantes começou a ganhar destaque no final da década de 1980, quando os pesquisadores lançaram um olhar mais apurado sobre o tema. A partir do ano de 1990, o exercício de força se tornou — e ainda é — o método de treinamento mais estudado, segundo dados do Pubmed, site do governo americano que concentra artigos publicados no mundo inteiro. Esse interesse da comunidade científica ajudou a acabar com o preconceito que cercava a musculação. Ela deixou de ser encarada como algo voltado apenas para fisiculturistas e virou uma importante aliada entre aqueles que buscam qualidade de vida.

Tal cenário veio seguido de um aumento significativo na quantidade de salas de ginástica por aí. Dados da Associação Brasileira de Academias mostram que, em 2010, havia 15 mil unidades espalhadas pelo país. Em 2014, o número dobrou. E, embora tenhamos que evoluir muito, há uma tendência de esses estabelecimentos passarem a oferecer profissionais especializados em determinadas condições de saúde. Ou seja, de pouco em pouco, os halteres se incorporam ao tratamento de muitas encrencas.

Agora, você vai entender como a musculação enfrenta 12 delas. Todas devidamente acompanhadas de orientações específicas para tirar o melhor proveito do levantamento de peso sem ameaçar o corpo. Contudo, antes de avançar, cabe uma ponderação: só pode fazer musculação ou qualquer atividade física estruturada quem estiver saudável ou com uma doença sob controle. Começar a puxar ferro da noite para o dia sem uma avaliação médica (e a supervisão do educador físico) é um risco que ninguém precisa correr.

Dois raios no mesmo lugar

Para certos quadros, como a fibromialgia, preconiza-se malhar em intensidade leve. Em outros, a exemplo da sarcopenia, o ideal é pegar um pouco mais pesado. Então, o que fazer se você sofre com ambos — ou com quaisquer problemas que cobram atitudes aparentemente contraditórias na academia? Nesses casos, é imprescindível bater um papo com os profissionais de modo a acertar o treinamento. Só não vale usar isso como desculpa para cair no sedentarismo.

1. Hipertensão

Décadas atrás, a musculação chegava a ser contraindicada para os hipertensos. E, de fato, durante sua execução, a pressão sobe, principalmente se a intensidade é elevada ou se o exercício for repetido à exaustão. Mas uma porção de experimentos deixa claro que, seguindo recomendações básicas, erguer peso não ameaça o sistema cardiovascular dessa turma. Embora não dê para confirmar que a modalidade aplaque a hipertensão ao longo dos meses — os estudos são controversos nesse sentido —, restam poucas dúvidas de que ela promove bem-estar aos seus portadores.

Recrutar poucos músculos por vez
Usar vários grupos musculares ao mesmo tempo comprime demais os vasos sanguíneos. Prefira, por exemplo, cumprir uma série com o braço esquerdo e, depois, outra com o direito.

Não prender a respiração
Em primeiro lugar, o ato de segurar o ar sugere que a carga do treino está pesada demais — o que, nesse pessoal, dispara a pressão. Isso sem contar que a atitude, por si só, aperta as veias e as artérias.

Descansar dois minutos entre uma série e outra
Esse tempo é necessário para que os níveis pressóricos retornem a um patamar seguro. Em comparação, um repouso de 30 a 45 segundos é suficiente para quem não tem hipertensão.

2. Diabetes

Em uma revisão de 14 pesquisas, experts da Universidade de Viena, na Áustria, descobriram que combinar o treino aeróbico com o de resistência é a estratégia perfeita para regular a glicemia em diabéticos do tipo 2. De um lado, corridas e pedaladas queimam glicose em larga escala. Do outro, os aparelhos da academia fortalecem bíceps, tríceps e companhia. Assim, eles conseguem estocar mais desse substrato, tirando-o da circulação.

Medir a glicemia antes, durante e depois
Quando as taxas estão estratosféricas ou mínimas, é bom pular a sessão. E, se caírem depressa durante ou após a ralação, recorra a isotônico, suco de laranja ou até sachês de glicose.

Entrosar o exercício com o tratamento
A regra vale sobretudo para os sujeitos que aplicam insulina. Em geral, os médicos diminuem a dose a ser injetada nos dias em que o diabético vai se mexer. Isso para afastar a hipoglicemia.

3. Obesidade

Já adiantamos: puxar ferro sem equilibrar a dieta não implicará um grande emagrecimento. Segundo a tese de doutorado da educadora física Valéria Bonganha, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, cinco meses de exercícios de força, em conjunto com outros aeróbicos, não derrubaram o ponteiro da balança em 24 homens obesos. Eles apenas mantiveram mais ou menos os mesmos quilos, porém trocaram gordura por massa magra — e ficaram menos propensos a sofrer panes no coração.

Investir em treinos curtos e intensos
Após um período de adaptação, vale apostar em séries com menos repetições e cargas altas. Isso fortalece muito os músculos — e, vigorosos, eles queimam mais calorias.

Priorizar abdômen e costas
A barriga sobrecarrega a coluna, fomentando desvios posturais. Daí a importância de realizar atividades capazes de enrijecer a musculatura dorsal. Converse com seu treinador a respeito.

4. Fibromialgia

Pessoas com essa síndrome têm até medo de fazer ginástica. Isso porque a condição provoca incômodos dos pés à cabeça, que pioram quando se mexe além dos limites. Na contramão, práticas leves funcionam como um remédio para amenizar os sintomas da fibromialgia. Nesse contexto, a musculação, apesar de não ser prescrita no início do treinamento, auxilia a remover toxinas dos músculos, afastando as dores.

Levantar pesos leves e progredir lentamente
Nas primeiras vezes que pisa na academia, o fibromiálgico não raro apenas executa o gesto de um exercício, sem carregar carga alguma — a meta é não disparar sensações dolorosas.

Programar o horário
Boa parcela dos pacientes reclama de desconfortos logo depois de acordar e à noite. Uma tática interessante é agendar os treinos nos momentos em que as dores dão uma trégua.

Não forçar regiões sensibilizadas
Se o ombro está pegando durante uma sessão, deixe-o de lado e trabalhe outras partes do corpo. Quando ele parar de incomodar, você compensa.

5. Sarcopenia

Marcada pela degeneração das fibras musculares e mais frequente entre os idosos, a sarcopenia é rechaçada pelos halteres. Em uma revisão da Universidade Católica do Sagrado Coração, na Itália, constatou-se que eles não só abrandam a perda de massa magra como asseguram mais autonomia e afugentam as dores. Contudo, os exercícios devem ser conduzidos com cuidado redobrado e acompanhamento próximo.

Elevar a intensidade
Quanto mais peso na barra, maior o estímulo a fibras musculares do tipo 2 — as mais afetadas pela sarcopenia. Mas lembre-se: antes de pegar pesado, é vital passar pelo consultório.

Conversar sobre suplementação
Preparos como o whey protein, se combinados às sessões de malhação, colaboram para o fortalecimento muscular. Só não vale engolir os suplementos sem checar as reações adversas com o doutor.

6. Osteoporose

O risco de uma queda render fraturas cresce em gente com ossatura frágil. Felizmente, músculos de aço servem como amortecedores de impacto e trazem equilíbrio. Como se não bastasse, as atividades de resistência solidificam o esqueleto. Elas incitam o depósito de cálcio nos ossos. Um artigo da Universidade Walsh, nos Estados Unidos, demonstra ainda que sujeitos com osteoporose que vão à academia regularmente dependem menos de terceiros para cumprir tarefas do cotidiano.

Valorizar exercícios funcionais
Eles mobilizam os grupos musculares mais exigidos no dia a dia – graças a isso, incrementam a coordenação, o equilíbrio e a postura, fatores cruciais na prevenção de tropeços.

 

Reforçar as áreas enfraquecidas
As vértebras e o fêmur (localizado na coxa) entram na lista dos ossos mais comprometidos pela doença. A meta, então, é fortificar a musculatura que os sustenta.

7. Osteoartrite

Também conhecida como artrose, ela nada mais é do que um desgaste das juntas. E a musculação é um dos métodos mais eficazes para proteger as articulações, porque favorece a produção do líquido sinovial, que mantém as cartilagens nutridas e íntegras. Aliás, pernas torneadas também absorvem parte da sobrecarga imposta a joelhos, quadris e tornozelos — aí, as dores e a rigidez articular atrapalham menos. A única questão reside no fato de que indivíduos com osteoartrite costumam ser mais velhos e padecer com o excesso de peso, fatores que demandam atenção na hora de planejar o treino.

Reduzir as repetições e aumentar a carga
Desde que adotada com a orientação de um professor, essa técnica dá um gás a mais às fibras musculares que seguram o tranco imposto às juntas toda vez que damos um passo ou subimos a escada.

Dar foco à área abalada
Quem sofre com artrose de joelho, por exemplo, faz de tudo para não usar a perna afetada de apoio. Ocorre que o desuso enfraquece os músculos, abrindo as portas para mais incômodos. O jeito é dedicar tempo ao desenvolvimento do local debilitado.

Evitar a cadeira extensora
Fala-se muito do agachamento — e de fato é bom tomar cuidado com ele. Entretanto, a cadeira extensora traz um risco maior ao joelho com osteoartrite, pois concentra a sobrecarga em uma pequena região da cartilagem. Busque alternativas com o educador físico.

8. Lombalgia

A dor na base da coluna é uma velha conhecida dos brasileiros: corresponde a nove entre dez denúncias de desconforto nas costas. Para suavizar o incômodo, especialistas pedem para enrobustecer toda a musculatura do abdômen. É como colocar um apoio a mais para sustentar o telhado de uma casa.

Lançar mão do Core training
A prática emprega bolas suíças, elásticos e outros equipamentos para ativar músculos abdominais profundos que mal são recrutados com as máquinas tradicionais e ajudam a estabilizar a coluna. Pilates e exercícios funcionais são outras ótimas opções.

Não fazer levantamento terra e agachamento
Apesar de populares, esses exercícios pressionam os discos que se localizam entre uma vértebra e outra. Em uma lombar frouxa, isso é sinônimo de reclamações pós-treino.

Alongar
O estica e puxa alivia tensões na região lombar. Mas é necessário cautela e uma evolução gradual. Insistir em encostar as mãos na ponta dos pés com a perna reta pode gerar arrependimentos.

9. Parkinson

Na USP, a profissional de educação física Carla da Silva Batista e seus colegas vêm testando o efeito da musculação nos portadores dessa doença neurodegenerativa. Primeira conclusão: ela combate o enfraquecimento do corpo, uma das repercussões mais comuns do problema. E os treinos, dependendo de como são conduzidos, também amenizam os tremores. Recentemente, vimos que práticas que exigem coordenação motora e equilíbrio ofereceriam melhores resultados nesse sentido. Mas, ao recorrer a tais exercícios — os funcionais estão entre eles —, é imprescindível ter um profissional ao lado. Ele pode impedir quedas decorrentes de um gesto involuntário.

Executar o movimento completo
Se estiver no aparelho de leg press, por exemplo, estique as pernas completamente ao empurrar a carga. A tática, que vale para qualquer equipamento, evita a atrofia muscular típica do Parkinson. Outra coisa: sessões de alongamento são vitais.

Usar bola, elástico, corda — mas com alguém ao lado
Apetrechos como esses trazem um componente de instabilidade na ginástica, o que atenuaria os tremores. Mas, se não tiver um expert por perto, restrinja-se aos aparelhos tradicionais.

Malhar só depois de tomar o medicamento
As drogas contra o Parkinson demoram cerca de uma hora para surtir efeito. É nesse momento que a prática da musculação será mais segura e eficiente.

10. Asma

Não dá pra negar que as atividades aeróbicas, por botarem os pulmões para trabalhar, são as mais recomendadas a quem enfrenta esse perrengue. Todavia, elas podem disparar crises de falta de ar. Para quem sofre direto com ataques durante ou após a corrida, a musculação é uma alternativa, já que demanda menos do sistema respiratório. Aí, a intensidade tem de ser leve ou moderada. É verdade que ela não aperfeiçoa muito a capacidade de inspirar e expirar, porém revigora o tronco e os membros — o que é de grande valia em uma turma que tende a ficar sedentária e fraquinha.

Diminuir a carga e elevar o número de repetições
Trata-se de uma fórmula certeira para exigir menos dos pulmões sem abdicar da massa magra. Um treino muito vigoroso às vezes serve de gatilho para crises de falta de ar nas pessoas com a asma menos controlada.

Levar o inalador para a academia
Ao longo do treino, as crises eventualmente dão as caras – mesmo se a respiração não estiver ofegante. E, nessas emergências, uma bombinha no bolso faz enorme diferença. Nada de esquecê-la em casa!

Fortificar o peitoral e as costas
Em geral, os asmáticos apresentam uma anteriorização dos músculos da caixa torácica — ou seja, os ombros se inclinam pra frente. De modo a compensar o desvio, não se esqueça de trabalhar peito e costas.

11. Doença renal crônica

Quando os rins param de filtrar o sangue adequadamente, substâncias tóxicas sobram na circulação. Essas moléculas, por sua vez, disparam um processo inflamatório que arrasa panturrilha, glúteos… A malhação estimula a musculatura e contra-ataca sua degeneração, o que se traduz em maior qualidade de vida. Tonificar o corpo também mantém o diabetes e a hipertensão, dupla que danifica os rins, sob rédeas curtas. Com orientação, dá até pra se exercitar na hemodiálise.

Não mexer muito o braço com o acesso
Quase todo mundo que se submete à diálise passou por uma cirurgia para adaptar vasos do braço ao procedimento. Para não inviabilizar o acesso, deixe esse membro mais quieto.

Regular a ingestão de água
A doença renal crônica pode culminar em um acúmulo de líquidos. Principalmente quem faz hemodiálise deve discutir com o médico o jeito ideal de se hidratar durante a musculação.

12. Câncer

Entre as reações adversas de determinados quimioterápicos e da radioterapia está a perda de massa magra. Mas uma revisão da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, aponta que o treinamento de força faz com que os músculos não definhem. De quebra, movimentar-se durante a fase aguda do tratamento aumenta a disposição e pode até auxiliar na luta contra o tumor. Agora, o treinamento de alguém com câncer tem que ser obrigatoriamente supervisionado – até porque cada tipo requer cuidados específicos, que ainda variam de acordo com o paciente.

Reforçar regiões abaladas
As cirurgias que visam extirpar os esconderijos de células tumorais podem limitar a movimentação de um ou outro membro. Exercitá-lo com orientação minimiza as sequelas.

Mexer-se quando os sintomas somem
Se enjoo e cansaço surgem pra valer à tarde, que tal fazer ginástica de manhã? No início é mesmo difícil, mas o esforço com certeza será recompensado com mais ânimo e disposição nos dias seguintes.

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10 exercícios para deixar seu bumbum durinho e empinado

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Não tem mágica, o único jeito de ficar em forma é treinar. Se liga nas séries que dão resultados

Toda mulher sonha ficar em forma, com abdome definido e, principalmente, o bumbum durinho e bem torneado. Só que não dá pra ter esse shape sentado no sofá da sala, vendo televisão. É preciso, no mínimo, treinar e se alimentar bem. Pra te dar uma forcinha, vista uma roupa confortável, pegue sua toalhinha e uma garrafa de água, porque separamos dez exercícios pra você arrasar com o famoso bumbum na nuca, tão exaltado pelas blogueirinhas.

O preparador físico Thiago Arias, dono da academia Thiago Arias Personal Studio & Pilates, indicou algumas atividades que ajudam a tonificar os glúteos (veja os vídeos abaixo). Segundo ele, os movimentos devem ser feitos pelo menos três vezes por semana, com séries de oito a 12 repetições.

“Esses exercícios trabalham a parte posterior da perna e do glúteo. Todos são feitos para ajudar no desenvolvimento dessas regiões de trás da perna e o bumbum. A quantidade de repetições vai depender do condicionamento de cada pessoa”.

Vale lembrar que é preciso sempre tomar cuidado com a postura nesse tipo de exercício. Fazer os movimentos de forma errada pode causar lesões. Então, preste bem atenção nos vídeos e, se tiver dúvidas, procure um profissional. Vamos lá!

Stiff

Começamos com um exercício bem difícil. Para fazer o stiff, basta deslizar a barra na perna e descer até o chão. Sempre mantenha o bumbum empinado e as costas retas para não ter problemas na lombar. No começo, não exagere na carga até que se sinta confortável em ir aumentando aos poucos.

O deadlift é bem parecido com o stiff. No entanto, assim que a barra passa o joelho é preciso agachar. As recomendações são as mesmas: muito cuidado com a lombar e sem exageros no peso.

Swing kettlebell

Kettlebell é o nome daquele pesinho que tem uma alça. Então, como o nome já diz, você tem que balançar esse pesinho. A posição inicial é com ele no chão, as costas retas e o bumbum para cima. Com o impulso da região da virilha, basta deixar o peso ir e voltar para baixo das pernas. Não é preciso fazer força nos braços e nas costas, deixe os glúteos trabalharem.

Agachamento

O segredo para um agachamento perfeito é manter a postura. Afaste um pouco os pés, dobre os joelhos e leve o bumbum na direção do chão. Quanto mais conseguir abaixar, mais resultado. Mas lembre-se: comece devagar até pegar a dinâmica do exercício.

Ponte unilateral

Parece fácil, né? Depois da primeira série você vai ver que não é tão tranquilo como parece. Esse exercício é bom não só para o bumbum, mas para o abdome também. Sempre contraia bem os glúteos quando levantar a perna para melhorar o desempenho.

Agachamento búlgaro

Esse é um daqueles exercícios que te dará pesadelos, mas também excelentes resultados. Com um pé apoiado em uma superfície alta e segurando um peso na altura do peito, você “só” precisa agachar com a perna que está apoiada no chão. Não esqueça de fazer as duas pernas.

Pistol


O pistol requer um desses elásticos que você compra em qualquer loja de artigos esportivos. Prenda-o no alto e siga o movimento do vídeo. No começo, é normal não conseguir descer tanto, mas até o fim do ano garanto que você estará chegando no chão.

Afundo

Mais um que é bem simples, mas requer bastante cuidado com a postura, o Afundo é o agachamento de uma perna, enquanto a outra se ajoelha. Não use peso no começo até que você tenha certeza de que está fazendo certo.

Agachamento lateral

O agachamento lateral começa com os pés juntos. Para realizar o exercício, basta levar um dos pés para o lado e descer com uma leve inclinação, assim como mostra o vídeo.

Passada com miniband

Pegue o elástico novamente, mas dessa vez coloque ele nas pernas, em altura próxima ao joelho. Dobre-os um pouco faça o movimento para abrir uma das pernas e volte.

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4 erros na academia que estão impedindo seu braço de crescer

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Na academia, todo homem deseja desenvolver com eficiência as musculaturas dos braços, tanto o bíceps quanto o tríceps. Hoje vamos dar algumas dicas sobre o que você deve fazer — ou não — para melhorar os seus resultados.

1# TREINO EXCESSIVAMENTE VOLUMOSO

Combinar no mesmo treino peito + tríceps ou costas + bíceps com 4/5 exercícios para os músculos grandes (costas ou peito) e 3/4 para os pequenos (bíceps ou tríceps) não é uma boa ideia.

Exercitando-se dessa forma, você acaba por realizar mais movimentos para os músculos menores do que deveria. Isso porque eles são sinergistas dos músculos grandes, ou seja, ajudam no movimento.

Quando você está fazendo o exercício de peito, também estimula o tríceps, assim como no caso de bíceps e costas.

Isso pode gerar um desgaste maior do que sua capacidade de recuperação para esses pequenos músculos, o que pode até ocasionar em uma perda de massa muscular localizada. E não é isso o que você quer.

SOLUÇÃOReduzir o número de exercícios. Em vez de realizar 3 ou 4 movimentos isolados para os braços, faça 2 ou 3.

2# ESTÍMULO DIÁRIO DO MESMO MÚSCULO

Agora, se o seu planejamento for treinar costas + tríceps juntos e peito + bíceps, acabará por estimular as musculaturas todos os dias.

Isso vai fazer com que você interrompa o processo de recuperação e supercompensação da musculatura, que é um processo essencial para a hipertrofia.

Você estimulará as musculaturas todos os dias porque — como já falamos — quando você faz movimentos para o peitoral, como o supino, acaba por estimular o tríceps, e quando faz movimentos para as costas, como a remada, acaba por estimular o bíceps.

SOLUÇÃO: Mude a divisão de treino ou treine de forma menos frequente. Você pode alterar para o esquema de movimentos sinergistas (que estimulam as musculaturas que trabalham em conjunto tipo peito + tríceps) ou então passar a treinar até 3 vezes por semana.

3# INTENSIDADE BAIXA

Se você realiza os mesmos exercícios em todos os treinos e diz que leva a musculatura sempre à exaustão, atenção: pode ser que somente isso não seja suficiente.

Até um certo ponto é possível evoluir fazendo apenas séries diretas. Mas em determinados momentos é realmente necessário desafiar sua musculatura em um novo nível.

SOLUÇÃO: Adote técnicas de intensidade. É necessário chocar seu corpo com novas adaptações. Utilize técnicas como o drop-set, o rest-pause ou mesmo os bi-sets.

4# BAIXA COORDENAÇÃO MOTORA

É a famosa conexão músculo-mente. Ocorre muitas vezes de, ao realizar um exercício, a pessoa não conseguir sentir a musculatura-alvo sendo trabalhada, ou ainda, sentir mais outras musculaturas.

Isso acontece principalmente nos movimentos multi-articulares (como supino fechado para tríceps) e nos movimentos que necessitam de uma melhor estabilização (como tríceps testa).

SOLUÇÃO: Pegar a prática do movimento e realizar à pré-exaustão. A dica é fazer os exercícios de maneira mais controlada, procurando concentrar-se na musculatura. Outra possível solução é realizar exercícios isolados para aquele músculo antes de partir para os multi-articulares.

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Cinco passos definitivos para ter o bumbum perfeito

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Quem quer entrar em forma para a temporada de calor precisa começar a malhar já, mas tem de saber que não se fazem milagres em pouco tempo; solução então é seguir dicas eficazes

A chegada do verão acende o alerta para a maioria das pessoas que se descuidaram durante o ano e agora sonham ficar em forma para a temporada de calor, piscina, praia e mar.

E o bumbum, eleito a “preferência nacional” pelos homens, é uma das partes do corpo que mais preocupam as mulheres.

Quem deseja exibir as curvas nos próximos meses precisa começar logo a preparação física, mas tem de entender que não se fazem milagres em pouco tempo.

O coach Rubens Gomes enumera os 5 passos definitivos para o bumbum perfeito no verão, de acordo com Rubens Gomes. Ele é formado em Educação Física e Nutrição e mora nos Estados Unidos com a mulher dele, Dora Rodrigues, fitness model:

1) Mais peso, menos cardio

Toda mulher tem uma relação enorme com os exercícios aeróbios. Mas correr, nadar, pedalar, pular e dançar podem não ser a melhor opção para construir glúteos poderosos. Esses exercícios vão ajudar a queimar calorias e enxugar gordura, mas a prioridade deve ser o treinamento com pesos.

2) #AgachaQueCresce

O pai dos exercícios não tem fama à toa! Ângulos maiores de execução do agachamento geram uma tensão muscular nos glúteos que não pode ser superada por nenhum outro exercício. Mas calma, não precisa ser extremista e abolir caneleira e máquinas de glúteos. O ideal mesmo é conjugar esses auxiliares no reino, mas com prioridade para bons e profundos agachamentos.

3) Fortaleça seu Core

O Core é o centro do corpo, conjunto formado por músculos profundos do nosso tronco e quadril que são responsáveis pelo nosso equilíbrio e pela adequação postural do tronco em qualquer movimento. Sem o devido fortalecimento destas estruturas, os exercícios de potência como agachamentos, deadlifts, stiffs e leg press são comprometidos. A dica é nunca desprezar exercícios para o abdômen e lombar.

4) Vá com calma!

Apesar de você querer muito o famoso bumbum na nuca, não é da noite para o dia. E um dos fatores fundamentais no treinamento de sucesso é o descanso. Treinar os glúteos todos os dias pode ser um tiro no pé. Isso favorece uma super inflamação local e diminui o potencial de recuperação. O melhor é seguir um treino periodizado.

5) Dê passos!

As passadas são exercícios muito simples de serem executados e mesmo sem sobrecarga já apresentam uma ativação enorme de glúteos. Isso se dá pois a estabilidade gerada pelo afastamento das pernas possibilita que a perna da frente atinja níveis de angulação similares aos de um agachamento profundo, gerando alongamento e tensão na musculatura. Após dominar bem a técnica, sugerimos que utilize barras ou halteres para dificultar as passadas e, se tiver coragem, encaixe esse exercício ao fim de um intenso treino de quadríceps. Vai doer, mas vai ser sucesso!

A fitness model Dora Rodrigues, mulher de Rubens Gomes, revela um dos segredos dela para um bumbum de dar inveja: “Prefiro realizar meus cardios em escadarias. Subo de dois em dois degraus focalizando bem a força nos glúteos e desço desacansando. Realizo ele de duas a três vezes na semana e tenho como regra nunca fazer em jejum pois é mais desgastante e prezo pela minha segurança. Também nunca faço nos dias de treino de pernas porque minha prioridade é fazer treinos bem intensos. As escadas ajudaram muito o desenho e tônus do meu bumbum deixando ele mais durinho Espero que aproveitem”.

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