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Por que ficamos doloridos após o exercício?

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Escrito por: Eduardo Almeida Araújo

Quem começou a praticar, ou até quem já pratica algum tipo de atividade física, sabe como a musculatura fica dolorida nos dias seguintes à sua prática. O que pouca gente sabe é que isto é um processo absolutamente natural e que não deve ser encarado com preocupação, desde que esteja em níveis considerados normais. Cientificamente esta dor é chamada de Dor Muscular Tardia, e vou explicar neste post porque ela ocorre e quando você deve ou não se preocupar com ela, além do que fazer para amenizá-la.

A Dor Muscular Tardia (DOMS) surge cerca de 8 horas depois da prática da atividade física, aumentando de intensidade nas próximas 24 a 48 horas e diminuindo progressivamente após 72 horas. Suas causas são muito discutidas no meio acadêmico, mas o que já se sabe ao certo é que ela não tem relação com o acúmulo de ácido lático, como se acreditava anteriormente. Isto porque o ácido lático acumulado durante a atividade é completamente removido em aproximadamente 1 hora e meia após a atividade.

Hoje acredita-se que as principais causas desta dor são: uma pequena inflamação ocasionada por microlesões nas miofibrilas; estiramento excessivo do tecido conjuntivo do músculo; alteração no mecanismo celular de entrada e saída de cálcio ou vários fatores conjugados. Ela é mais comum entre praticantes de exercícios de força, visto que está mais relacionada com a intensidade do exercício do que com a sua duração. Alguns estudos indicam também que ela está mais relacionada com as contrações excêntricas.

Esta “dorzinha” não só é famosa como é alvo de confusão principalmente por parte dos praticantes de musculação. Baseados na frase “No pain no gain” de Arnold Schwarzenegger, que foi erroneamente interpretada como “sem dor não há ganho”, os praticantes não respeitam os próprios limites por acreditar que não estão tendo os devidos resultados. Na verdade, o que ele quis dizer foi que sem “sofrimento” não há ganho, sendo que sofrimento está no sentido de esforço, dedicação, e não de dor. É possível sim ter ganhos sem dor. Por outro lado, a presença da Dor Muscular Tardia – em níveis controlados – indica que o estímulo do treinamento foi dado além daquele para o qual já há adaptação por parte do organismo, e todos nós sabemos que é preciso superar esta adaptação para que tenhamos resultados. O que cabe aqui no final das contas é o bom senso.

Preciso me preocupar? Quais são os sintomas?

Ela é perfeitamente normal e não há motivo para se preocupar, desde que esteja ocorrendo em níveis normais. Para saber se a dor que você está sentindo pode ser considerada normal, ou se trata-se de uma lesão, verifique os sintomas mais comuns:

  • Rigidez muscular;
  • Sensibilidade ao toque;
  • Diminuição da amplitude do movimento;
  • Incapacidade de gerar força máxima (ocasionada pela dor, e não fisiologicamente).

Se a dor que você está sentindo está intensa ao ponto de prejudicar as atividades cotidianas, e se continua forte após 72 horas, você deve se preocupar e consultar um médico para ver se não houve algum tipo de lesão mais séria.

Mas não há nada que eu possa fazer para aliviar essas dores?

Já foram estudadas diversas formas de tratamento, embora nenhuma delas tenha eficiência comprovada: massagem, alongamentos passivos e estáticos, acupuntura e antiinflamatórios. Os melhores resultados têm sido percebidos com a crioterapia (tratamento com gelo), e com a prática de atividades físicas regenerativas, ou seja, em intensidade bem mais leve que aquela que originou a dor. Esta estratégia tem mostrado mais resultados que a recuperação passiva (repouso).

Fonte: http://www.edupersonal.com/2011/09/por-que-ficamos-doloridos-apos-o.html

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Bailarina diz que dança pode ajudar o Brasil a ganhar auto-confiança para vencer na Copa do mundo 2018

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Nanny Azevedo sugere a dança como uma solução pra que os jogadores da seleção ganhem auto-confiança para uma melhor atuação em camp nos jogos da Copa do Mundo 2018 na Russia.
O Brasil estreou na Copa do Mundo 2018 um tanto quanto nervoso, apreensivo. Não vimos a seleção jogar bonito, o tal do “futebol arte” em campo no jogo contra a Suíça, e sim uma sucessão de tropeços. Nossos jogadores estavam descompassados, desalinhados, um passo atrás.
Que a seleção está sofrendo pressão de todos os lados, isso é fato. Mas o que poderia ajudar os jogadores a ganharem auto-confiança e entrarem seguros e relaxados em campo? A resposta pode ser algo inusitado: a dança.

Foto: MF Press Global

A bailarina do quadro Ding Dong do Domingão do Faustão, Nanny Azevedo, propôs em tom de brincadeira, mas com certa propriedade, uma solução para uma atuação com mais presença, atitude e confiança da seleção brasileira em campo, comparando nossos jogadores com a seleção de Rúgbi da Nova Zelândia: dançar.
A ‘haka’, dança tribal maori que virou símbolo dos All Blacks, a equipe de rúgbi neozelandesa, é tradicional realizada há mais de 100 anos no começo de suas partidas, que virou uma marca registrada, alegadamente alivia a tensão e dá aos jogadores energia e confiança para vencer as partidas. Pode funcionar pra Neymar e cia? Tomara.
De acordo com o historiador Jock Phillips, da Universidade de Wellington, a Nova Zelândia sempre teve uma certa insegurança sobre seu lugar no mundo, e essa dança deu a eles auto-confiança para conquistar seu lugar. Para Nanny, ainda que em tom de brincadeira, essa estratégia, quem sabe, pode funcionar para o Brasil tímido e inseguro que vimos em campo no domingo passado: “O time de rúgbi da Nova Zelândia é famoso por usar a dança para atrair boas energias, relaxar e trazer gana, vontade para a partida. Quem sabe o Brasil não precisa disso. Eles estavam muito tensos. Vai uma dança para dar uma relaxada antes do jogo”.
Parece que quem dança seus males espanta. Fica a sugestão pra levantar a moral da seleção brasileira.

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Kelly Key mostra resultados de cirurgias e comemora: “Muita diferença”

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Quinze dias após passar pelos procedimentos estéticos, a cantora finalmente exibiu o corpo em um vídeo postado no YouTube

Kelly Key deixou os fãs de queixo caído ao postar um vídeo em seu canal no YouTube nesta quarta-feira (20/6). A cantora, que fez rinoplastia, lipo nas costas e implantou nova prótese nos seios, mostrou os resultados das cirurgias plásticas e comemorou.

“Agora vocês estão me vendo com 15 dias de cirurgia”, explicou a artista de 35 anos. “O segundo, terceiro e quarto dias são os piores. Parece que você não vai ficar bem nunca”, emendou.

Kelly não se conteve ao mostrar a rinoplastia, procedimento que a agradou por completo. “Muita diferença. Maravilhoso, trabalho lindo. As pessoas diziam que eu não tinha o que fazer, mas eu tinha um osso largo. Está mais ao meu gosto”, disse ela.

Logo depois, a esposa de Mico Freitas exibiu os seios novos, toda orgulhosa. “Esse colo que não tenho há muito tempo. É uma coisa linda. Estava precisando. O principal objetivo da cirurgia era colocar o meu seio no lugar. Por isso que me submeti ao procedimento. Tá incrível, do jeito que eu esperava”, afirmou Kelly Key.

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Antes e depois: Graci Lacerda posta imagem de 20 anos atrás

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Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados

Graciele Lacerda é adepta inveterada e confessa da malhação. A jornalista, namorada de Zezé di Camargo, sempre posta fotos nas redes sociais, indo e vindo da academia. Nesta terça-feira (28), ela postou uma foto de quando tinha 16 anos, época em qua começou a malhar. “Para quem ainda não sabe, eu comecei a malhar com 16 anos e apenas com três anos comecei a ver os resultados”´, contou a jornalista.

De tanto gosto que tomou pela academia, a jornalista chegou a ingressar na faculdade de Educação Física e chegou a dar aulas por seis anos. “Até os meus 30 anos eu malhava para comer, meu metabolismo era ótimo, acelerado, e isso me ajudava muito. Mas com 31 anos comecei a sentir o peso da idade, já não conseguia obter resultado malhando e comendo de tudo”, continuou Graci, que procurou a ajuda de uma nutricionista para conseguir reverter o problema.

“Claro que sempre dou uma fugida na dieta porque amo comer e tenho vida social. Não sou neurótica na alimentação, mas sou viciada em academia e isso já me ajuda bastante. Apesar de sempre ter malhado, hoje com 36 anos, consigo manter o meu corpo do jeito que quero, mais sequinha e mais definido”, revelou a jornalista.

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