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”Somos vítimas da nossa própria sensualidade”, afirma Michele Sensolo

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Foto: MF Press Global

Michele Sensolo é uma mulher bonita e independente, que trabalha como modelo em videoclipes de cantores famosos e já estampou ensaios fotográficos e capas de revistas masculinas. Apesar do sucesso em sua carreira profissional, a modelo alerta que é vítima de preconceito e afirma ser vítima da sensualidade:

“Nós mulheres somos vítimas da nossa própria sensualidade. Ser vítima da sensualidade é você não poder usar nada que mostre um pouco mais o seu corpo ou uma roupa mais confortável, por causa do julgamento das pessoas e do assédio masculino. É um olhar que não é legal. É um passar de mão, um desrespeito. Achar uma pessoa bonita, admirar o corpo, a boa forma, isso é normal, mas o problema é quando isto é argumento para o assédio e tudo de ruim que advém daí”.

A modelo diz que já passou por diversas situações constrangedoras nas ruas simplesmente por ser mulher e ter sua sensualidade feminina: “é horrível sair às ruas e sentir-se quase violentada nas ruas por olhares. Temos que ter a liberdade de ser quem somos. A sensualidade feminina é ao mesmo tempo desejada mas muito recriminada. Eu mesma já fui julgada nas ruas até por outras mulheres, simplesmente por ser sensual. Esse tabus precisam ser discutidos para que as barreiras do preconceito caiam e datas como o Dia Internacional da Mulher nos lembram disso, de lutar por nosso espaço e pela liberdade de nos expressar”.

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“Sou agredida já ao sair na rua” diz Roberta Eloisa

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Foto: MF Press Global

Principalmente na semana do Dia Internacional da Mulher, tem sido reportados por pessoas públicas diversos casos de assédio sofrido por mulheres, como forma de chamar atenção para a questão, que é séria e em alguns casos chega a caminhar para casos mais graves como agressão física, estupro e até mesmo óbito.


A influenciadora digital e empresária Roberta Eloisa revela que, por ser uma mulher bonita, sofre muito assédio e já chegou a ser perseguida durante uma corrida em um parque em São Paulo: “Eu gosto de praticar atividades físicas ao ar livre e me aconteceu uma vez que um homem me perseguiu no parque Ibiraquera por um homem que eu nunca tinha visto antes. Ele ficou me seguindo enquanto eu corria, ele ia e cortava caminho para me encontrar mais em frente e fingia naturalidade. Uma hora ele estava sentado em uma mesinha, outra hora encostado em uma árvore, depois andando e fingindo naturalidade. Ai fiquei olhando para atrás para ver o que ele fazia e vi que corria e cortava caminho no meio do parque para chegar na minha frente por onde eu passava. Fiquei com medo e disse a ele que se não parasse eu chamaria a polícia. Mas depois do ocorrido fui direto para casa, sem olhar pra trás”, revela.


Este não é o primeiro caso de assédio e stalking (quando você é perseguido por um admirador) sofrido por Roberta: “Sou agredida já ao sair na rua. É muito complicado. Uma vez um motorista do Uber ficou dando volta na quadra da minha casa, umas quatro vezes, tentando puxar assunto depois que eu voltava de uma balada de madrugada, aí eu questionei o porquê de ele não ir para a rua da minha casa. Ele disse que eu era linda e eu respondi que lindo seria tirar uma foto dele e denunciá-lo à polícia por assédio.Tirei a foto e disse que iria descer do carro e já estava no telefone com uma amiga porque estava com medo dele me fazer algo.Mas dai ele viu que eu tirei a foto e estava com gente no celular já, aí disse que foi só um elogio e me pediu perdão e que me levaria ao meu destino. Enquanto não desci do carro, não parei de falar com minha amiga. Mandei foto dele e a minha localização na mesma hora para ela. Foi tudo muito estressante”.

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Aline Mineiro abre o coração e fala da importância do Dia da Mulher

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Foto: MF Press Global

Aline Mineiro ficou conhecida por sua atuação na TV no extinto programa Pânico, mas a partir daí expandiu seus horizontes. Ela tem se mantido relevante como influenciadora digital, com mais de 2,2 milhões de seguidores no Instagram e também como atriz, atuando em produções que lotaram teatros em São Paulo. Agora, Aline também inicia como empresária no ramo da estética e da beleza  

No Dia Internacional da Mulher, a atriz, modelo e empresária Aline Mineiro abre o coração e conta, sob a ótica de sua própria experiência, o que é ser mulher, desafios e conquistas do gênero e o que esta data representa para si.

O que significa para você ser mulher e qual a importância do Dia Internacional da Mulher na sua opinião? 

É incrível ser mulher. Essa nossa habilidade de fazer mil coisas ao mesmo tempo com excelência em cada tarefa cumprida. Eu mesma sou um furacão em terra! Me desdobro em mil ao mesmo tempo para cumprir todos os meus deveres. 

Esse data, o Dia Internacional da Mulher, exalta nossas qualidades e nos lembra que a luta continua, que a cada dia precisamos avançar e continuar conquistando nosso espaço na sociedade e mostrando o nosso valor. Nós mulheres somos fortes, multifuncionais, atentas não apenas à razão, mas dotadas de sensibilidade e inteligência emocional que nos fazem ter uma visão diferenciada. 

O que é a fama pra você? Como é para você ser uma pessoa conhecida?

Os holofotes não são o meu forte apesar de ter passado grande parte diante deles durante meus 8 anos de televisão. Gosto de fazer as coisas ferverem nos bastidores, criando, correndo contra o tempo, passando noites sem dormir se necessário para obter os melhores resultados. Eu sou uma mulher com um perfeccionismo em escala maior. 

Como é o seu dia a dia no trabalho como modelo? 

Como disse antes, holofotes não são o meu forte, porém quando estou diante deles eu procuro dar um show! Trabalho também como modelo e cada trabalho é um desafio a parte. Modelando eu sempre estou “realizando o sonho de alguém”, pois pessoas depositam em mim seus sonhos esperando grandes resultados. Nessa hora o meu lado modelo entende ao máximo as expectativas do cliente e a marca que me propus representar, para que do sorriso dele eu tire a força de alcançar mais que o esperado. Não gosto de atingir expectativas e sim de superá-las.

Dizem que toda mulher é muitas em uma só. Você também sente-se assim?

Sim. Com certeza. O meu lado atriz na verdade é uma criança quase menina, que se joga e anda descalça, dança com o vento e abraça o tempo. Mantenho minha criança viva e sempre em chamas dentro de mim, preparada e aberta para novas emoções e criações, sem medo do novo. Deixo que as sensações me guiem e me deixo livre para criar. 

Quando o meu lado empresária entra em cena, ela entra com com força, decidida e com total cuidado para não errar. Algo como um jogo de xadrez. Atenção e tensão em cada pré movimentação. São números envolvidos, onde um erro pode causar um efeito dominó. Qualquer erro pode ser equivalente a perda total. inteligência, boa gestão, cautela, estratégia, pensamento empreendedor, organização e sabedoria são essenciais. E nesse momento eu coloco minha criança para “brincar em outro parquinho.”

 Qual o seu objetivo como mulher, profissional e ser humano?

Independente em qual área, o importante é sempre ser melhor do que fui ontem, sempre evoluir, por que no final sou eu versus eu mesma. A missão é se superar a cada dia. 

Hoje, dentro de mim existe mais que uma mulher. Existem mil. Nós mulheres somos amor, somos superação, somos força e somos incríveis. Não duvide do poder de uma mulher, pois ser mulher é algo como uma missão divina, a coragem vive em nós e possuímos o brilho irradiante do sol.

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relata assédio sofrido na infância e exalta importância do Dia Internacional da Mulher

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Wendy Tavares é uma influenciadora digital seguida por mais de 1 milhão de pessoas e rainha de bateria do carnaval paulista, tida como um referencial de beleza feminina. No Dia Internacional da Mulher, a modelo revela pela primeira vez que quase se tornou vítima de estupro na infância e exalta a luta das mulheres por igualdade e direitos, que lutam para que casos como esse de assédio parem de acontecer e que os criminosos sejam punidos.

A modelo relata o que viveu quando tinha apenas 10 anos: “Eu estava na missa e, na saída da igreja, um senhor mais velho me seguiu até a frente da minha casa, e tentou me fazer beijá-lo na boca e abraçá-lo. Eu recusei e fui contar ao meu pai e a minha mãe sobre o ocorrido. Minha família foi até a polícia e deu parte deste senhor, que acabou detido. Verificaram que ele já tinha passagem por dois casos de estupro, e provavelmente eu seria a terceira vítima. Este foi  o primeiro caso de assédio que sofri na vida e nunca falei publicamente sobre isso antes”, revela Wendy.

Para ela, a data do Dia Internacional da Mulher serve como um memorial da luta das gerações anteriores por liberdade e direitos, e também um alerta para que casos como o que viveu na infância não se repitam: “a sociedade precisa entender que os homens não podem fazer o que quiserem impunemente. Nós não aceitaremos ser tratadas como objetos. Cada dia mais a mulher conquista seu espaço e mostra que é capaz sim de mostrar sua força e ser independente”. 

Wendy acredita que a data refere a um futuro próximo e ideal de igualdade dos gêneros : “Eu acho que a mulher já encontrou o lugar dela na sociedade e não está mais submissa, hoje está na mesma altura do homem, não vejo diferenças. Eu não sou feminista ao ponto de achar que há um protecionismo aos homens, pois hoje a disputa é a mesma, seja no mercado de trabalho ou no dia-a-dia, porque as despesas são iguais, e as mulheres estão cada vez mais trabalhando fora para ajudar seus companheiros. Viva a igualdade”, conclui.

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