Connect with us

Destaque

O que todo o mundo devia saber sobre treinamento funcional

Published

on

Muito difundido atualmente, o Treinamento Funcional pode colaborar ao alcance da Hipertrofia, por atuar diretamente na melhoria da qualidade de execução dos movimentos.

A Importância da Amplitude de Movimento para a Hipertrofia

A necessidade de levantar maiores sobrecargas no treinamento de musculação parece prevalecer na mente de muitos indivíduos e, dessa forma, torna-se difícil desvincular a aspecto visível da quantidade de peso, de um instável aspecto qualitativo, que é o estímulo fisiológico. Isto fica muito claro quando observamos alguns praticantes de musculação que geralmente “esquecem” a técnica correta do exercício, a fim de utilizar maiores cargas, sendo a amplitude do movimento um dos fatores mais afetados.

Algumas pesquisas comprovaram verificar maiores níveis de hipertrofia em fibras alongadas, ou seja, em contrações musculares com grande amplitude angular. Um exemplo disto foi encontrado no estudo de Armstrong et al (1991), em que a contração dos músculos a partir da posição alongada causa alongamento irregular dos sarcômeros (unidades motoras), aumentando o potencial de ocorrência das microlesões, que consistem na base de um dos modelos de hipertrofia mais conhecidos. Vale a pena ter isso em mente.

Em outra pesquisa, feita por Nosaka e Sakamoto (2001), os resultados revelaram que membros treinados em encurtamento realizam mais trabalho mecânico (força x deslocamento), porém existem maiores alterações bioquímicas com o movimento alongado. Este resultado comprovou que é necessário ter cuidado com a aplicação de conceitos lineares em sistemas complexos, pois, por mais que o trabalho mecânico tenha sido maior em uma situação, as mudanças fisiológicas foram mais evidentes em outra. Isso fica mais evidente em consulta a alguns estudos que encontram relações lineares entre o estresse fisiológico e amplitude, mas não com a força exercida.

Isso demonstra que a força do músculo depende, em parte, de sua capacidade de alongar-se com boa amplitude de movimento.

Portanto, se o objetivo do treino é um maior trabalho fisiológico (que resulte em hipertrofia), deve-se esquecer a quantidade de peso utilizada e concentrar-se na qualidade do movimento.

O Que Caracteriza o Treinamento Funcional

O Treinamento Funcional trata-se de uma técnica de trabalho físico com base no desenvolvimento do sistema neuromuscular, onde o principal objetivo é, antes de tudo, a prioridade pela qualidade do movimento. Em outras palavras, este tipo de treinamento propicia adaptações orgânicas nos sistemas musculares, visando à eficiência dos movimentos.

Este método de treinamento tem como base a execução de sete movimentos primários, que são utilizados pela espécie humana desde os primórdios, fundamentados em: agachar, levantar, puxar, empurrar, avançar, abaixar e girar. Dessa forma, o treinamento funcional pode adequar-se à especificidade dos exercícios de musculação, baseados na realização de movimentos com boa amplitude angular e com estímulos diferenciados para o sistema musculoesquelético.

Ainda confuso?

Para esclarecimento, basta dizer que esses sete movimentos primários do treinamento funcional, originam a maioria (se não todos) dos movimentos da musculação.

Atualmente, o treinamento funcional representa uma forma de condicionamento guiada pelas leis básicas do treinamento, sustentados cientificamente através de pesquisas. Os resultados que comprovam isso são os estudos que relataram a associação do Treinamento Funcional com a melhoria dos aspectos neurológicos que afetam a capacidade funcional do corpo, a melhoria da força, hipertrofia muscular, melhora do equilíbrio, aprimoramento da postura, dentre outros benefícios.

O leitor deve estar se perguntando: “mas de que maneira o Treinamento Funcional é capaz de causar hipertrofia muscular?”

Para isso, vamos esclarecer um pouco sobre a qualidade do movimento à prática da musculação, e explicar a contribuição do Treinamento Funcional.

Contribuição do Treinamento Funcional na Hipertrofia Muscular

Em síntese, o Treinamento Funcional torna nossos músculos mais eficazes para a produção de força em determinados movimentos.

Primeiramente, vale a pena dizer que, buscando alternativas na área da musculação, exatamente onde a atividade é considerada um método convencional de treinamento contra resistência, surgiram estas propostas para o treino (preparo) neuromuscular, onde o corpo é visto como uma unidade. O Treinamento Funcional, como uma delas, age exatamente interagindo e integrando as estruturas corporais, melhorando a ativação das unidades motoras dos músculos e possibilitando algumas adaptações importantíssimas para o aumento de força.

Não nos esqueçamos que o preparo neuromuscular é fator primordial para o acréscimo de força o que, por consequência, facilita a hipertrofia.

No treinamento resistido (musculação), quando se objetiva o ganho de massa muscular, não é apenas a carga do exercício que importa, mas sim a qualidade na execução dos movimentos. Logicamente que a intensidade é muito importante, mas esta só poderá ser aproveitada satisfatoriamente quando a força é distribuída corretamente pelos músculos alvo da atividade. Os fisiculturistas já sabem disso há muito tempo e, exatamente por isso, que vemos muitos deles treinando até a exaustão com cargas não muito grandes.

É necessário lembrar esse conceito: se o objetivo é a hipertrofia, treine o músculo e não a força.

Para treinar o músculo é necessário força, com certeza, mas esta só será bem aproveitada quando existir qualidade e eficácia do movimento.

O Treinamento Funcional age de forma inteligente em nosso organismo, por ensinar nosso corpo a gerir os movimentos, recrutando sabiamente as unidades motoras necessárias à atividade muscular, tornando o músculo mais eficaz. A eficácia dessa qualidade de movimento contribui para que a maior parte da energia despendida seja destinada especificamente ao grupo muscular solicitado, facilitando a execução do movimento e a concentração de força no exercício.

Isso gera-nos economia de movimento e segurança durante o exercício.

Um exemplo típico que pode explicar esta influência é o movimento do exercício para peitoral (supino). Neste, inúmeros praticantes (na maioria iniciantes), costumam realizar séries com cargas elevadíssimas, executando movimentos desnecessários com o ombro e com a coluna para compensar a falta de força nos músculos alvo. Esta é a maneira de o corpo “socorrer” os músculos que tem a responsabilidade de “criar a força” para a execução do movimento. Todavia, como resultado, não teremos boa hipertrofia de peitoral, adquirimos assimetria nos braços, e ainda corremos o risco de levar pra casa uma bela lesão na coluna, cotovelos ou ombros.

Todavia, se o mesmo praticante do supino fosse adepto de um bom treinamento funcional, seu sistema neuromuscular iria recrutar as unidades motoras adequadas o suficiente para vencer a resistência (carga), acionando corretamente os músculos necessários para tal, realizando o exercício com boa amplitude de contração e extensão, evitando movimentos desnecessários e diminuindo o risco de lesões.

Não estou dizendo que movimentos compensatórios de grupos musculares sinergistas não sejam válidos, muito pelo contrário, pois estes grupos auxiliam de maneira significativa as inúmeras articulações necessárias para a prática do movimento principal, criando estabilidade. Todavia, deve-se ter em mente que estabilidade difere de mobilidade e, em muitos casos, o músculo (ou grupo muscular) que deveria receber a ênfase da força recrutada para a atividade acaba não ajustando a quantidade de unidades motoras significativas ou adequadas à uma contração satisfatória.

Em outras palavras, em nada adianta realizar o exercício de supino concentrando o dispêndio de energia em tríceps e ombro, esquecendo que o principal objetivo deste exercício é o desenvolvimento do grupo peitoral.

A consciência corporal advinda do treinamento funcional é muito importante aos atletas de musculação, principalmente por dar ao músculo um eficaz mecanismo de recrutamento das unidades motoras, melhorando o aproveitamento de energia e a geração de força, a fim de otimizar o exercício e a consequente hipertrofia muscular.

Exemplos Básicos de Exercícios Funcionais

Antes de mais nada, vale a pena caracterizar basicamente os exercícios de Treinamento Funcional. Como visto anteriormente, estes exercícios tem como base sete movimentos principais e amplos, dos quais derivam a maioria dos movimentos da musculação.

Se, por exemplo, durante a musculação convencional, o indivíduo precisa reforçar os músculos extensores do joelho, na maioria das vezes este aluno senta-se em uma mesa e estende a perna para cima, e faz isso com elevadíssimas cargas, causando dores musculares. Não estou dizendo que este tipo de método não cause adaptações, todavia, vale a pena perguntar: mas esse movimento existe no seu dia-a-dia?

Muito provavelmente, a resposta será “Não”.

E, com toda certeza, existem métodos de treinamento que poderão resultar em ganhos iguais ou infinitamente superiores, com o acréscimo de, além disso, melhorarem outras funções corporais, em comparação ao treino convencional.

O Treinamento Funcional troca esse exercício por um agachamento unilateral, também conhecido como “afundo”. Como resposta, o sistema muscular terá um pouco de dificuldades em equilibrar-se no início, mas o encontro deste ponto de equilíbrio será responsável por grande parte do objetivo final do exercício.

O início da fase de treinamento tem exatamente esse objetivo, de causar certa “instabilidade” em relação ao espaço, de maneira que o próprio corpo procure a estabilidade nas contrações musculares necessárias para a realização da atividade. Dentro disso, o sistema neural ensina a musculatura a recrutar corretamente as unidades motoras.

Vejamos alguns exemplos de exercícios simples que aprimoram o treinamento:

  • flexão de braço com as mãos em 2 bolas;

[youtube id=”H5RVRRwklJU” width=”610″ height=”350″]

  • flexão de braço com uma mão em uma Medicine Ball, alternando;

[youtube id=”aahI_vIY8DU” width=”610″ height=”350″]

  • elevação em diagonal com equilíbrio de joelhos na bola;
  • desenvolvimento com um pé no chão (unipodal);
  • paralelas;
  • flexão de braço com as 2 mãos em uma Medicine Ball;

Vale a pena mencionar que estes exercícios podem gerar hipertrofia da mesma maneira que a musculação convencional, todavia, é interessante partir do princípio que esse método pode ser aprimorado sendo parte de um treinamento com pesos, interagindo como uma parte importante do trabalho muscular, e não como único método de treinamento físico.

O mais interessante, é que seja incluído como parte integrante do treinamento de pessoas que estão em fase inicial de adaptação, pois neste tipo de exercício, aprendemos a movimentar-se adequadamente e a identificar a contração dos músculos, melhorando nossa consciência corporal e intensificando o treinamento.

Concluindo

De um modo geral, pode-se dizer que o Treinamento Funcional é extremamente eficiente na preparação muscular, contribuindo à hipertrofia e ao desenvolvimento da força, à coordenação, ao equilíbrio, bem como no aperfeiçoamento dos controles neurais. Este método de treinamento pode ser adaptado a cada indivíduo de acordo com seu objetivo e suas capacidades físicas.

Essas são, portanto, pequenas amostras do que o Treinamento Funcional é capaz de oferecer, o que vai além de um sistema neuromuscular mais eficiente para o bom desempenho de qualquer atividade. Em muitos casos, o simples trabalho de autoconsciência corporal, por si só, é essencial para que se alcancem ganhos consideráveis de rendimento físico.

Referências Bibliográficas

  • Almeida, V.S. Ribeiro, A.P. A Eficiência da Especificidade do Treinamento Funcional Resistido. Monografia de PósGraduação e Pesquisa da UNIFMU São Paulo, 2006;
  • Behm, D. Leonard, A. Young, W. Bonsey, W. MacKinnon, S. Trunk Muscle Electromyography Activity with Unstable and Unilateral Exercises. Journal of Strength and Conditioning Research 2005, 19(1):193201;
  • McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002;
  • Uba Chupel, M. A Prática do Alongamento na Obtenção de Força dos Músculos Isquiotibiais. Trabalho de Conclusão de Curso – Educação Física. Universidade do Contestado – Mafra, 2007;
  • Verhagen, E. Van der Beek, A. Twisk, J. Bouter, L. Bahr, R. Van Mechelen, W. The Effect of a Proprioceptive Balance board Training Program for the Prevention of Ankle Sprains: a Prospective Controlled Trial. American Journal of Sports Medicine 2004, 32(6):138593;
  • Pretto, L. Os Benefícios do Treinamento Funcional. Disponível no endereço eletrônico (data de consulta 17/07/2011): http://www.fisiculturismo.com.br/forum2/viewtopic.php?f=1&t=115312
  • Fonte: ganharpeso.info

Comments

comments

Destaque

“Elas só não assumem” declara Cida Alves, sósia de Tata Werneck, sobre próteses e produtos no bumbum

Published

on

By

Cida fez seu primeiro ensaio para mostrar o antes e depois do resultado após apenas 3 meses de treino intensivo 

Cida Alves ficou conhecida nacionalmente como sósia da atriz Tata Werneck, tanto que nessa “brincadeira” entre semelhanças, que ela foi convidada pela própria atriz a participar do programa Lady Night. 

Cida resolveu modificar o seu corpo e investir no mercado fitness. Para isso, investiu cerca de quase R$ 12 mil reais em consultas com médicos e preparadores físicos. Todo o processo durou quase 3 meses. “Não foi fácil, tive que abrir mão de muita coisa e também tive que mudar completamente meus hábitos alimentares e a rotina”.

Cida ainda revelou que quando olha as fotos de sua preparação física se impressiona com os resultados. “Pareço outra mulher, eu acredito que essa mudança hoje ajuda a auto estima, me sinto mais confiante”.

Em suas redes sociais, o que mais chamou atenção foram as suas novas curvas avantajadas. O tamanho do bumbum também foi algo que chamou a atenção de seus seguidores.  Muitos questionaram sobre ela ter colocado próteses. Em resposta, ela foi categórica. “Todas elas têm, já fiz procedimento estético no meu bumbum, elas só não assumem”.
Fotos: Divulgação | CO Assessoria

Comments

comments

Clique para Ler

Destaque

Fisiculturismo é esporte: colunista da ESPN e atleta Renata Spallicci revela que o segredo do corpo sarado está na mente

Published

on

Recentemente aprovado como modalidade dos Jogos Pan Americanos a partir de 2019, o fisiculturismo tem ganhado cada vez mais relevância e reconhecimento como modalidade desportiva. A inclusão foi definida durante reunião da ODEPA (Organização Desportiva Pan-Americana) em Doha, no Catar. Também conhecido como culturismo, o esporte premia o atleta que melhor molda seu corpo. Muitos não sabem mas fisiculturismo é esporte e vai muito além de agigantar os músculos e puxar ferro na academia.

Dentre os expoentes do fisiculturismo nacional está a empresária e atleta profissional Renata Spallicci, que é uma grande defensora e propulsora do esporte em nível internacional e que partilha semanalmente em sua coluna na ESPN Brasil dicas para aqueles que querem alcançar não apenas um corpo mais atlético, com músculos definidos e hipertrofiados, e também melhor qualidade de vida: “o fisiculturismo é esporte, mas é muito além disso. É um estilo de vida e que pode trazer muito mais benefícios do que ficar de bem com o espelho e conquistar uma estética invejável”.

Empresária e atleta profissional Renata Spallicci. (Toby Harrison / MF Press Global)

No entanto, Renata conta que, ao contrário do que muitos pensam, o segredo para alcançar o corpo dos sonhos é mais mental do que físico: “uma das características que mais amo no fisiculturismo é o quanto a atividade envolve o poder mental. Quem olha de fora, sem conhecer o esporte, pode pensar que, para ser um atleta fitness, tudo se resume ao corpo, a ganhar músculos e ter uma alimentação controlada. Sim, esta é uma realidade também, mas é somente a parte visível de quem não está por dentro do que, na verdade, é o fisiculturismo. Falo isso porque a parte invisível diz sobre o quanto precisamos ter força mental, exatamente para conseguirmos controlar nosso corpo a ter restrições alimentares severas, treinos altamente desgastantes e suportarmos as pressões das competições”. 

Empresária e atleta profissional Renata Spallicci. (Toby Harrison / MF Press Global)

A fisiculturista profissional e diva WBFF (World Beauty Fitness Fashion, em inglês) revela que a mente é um importante instrumento e, quando ela não está totalmente condicionada para suportar a carga emocional de uma competição ou de uma preparação, ou até mesmo de uma meta pessoal traçada por um atleta amador, esse descompasso se reflete automaticamente no resultado e na performance esportiva: “afinal, cabe à nossa dimensão psicológica integrar a motricidade, os conhecimentos táticos e mesmo o potencial fisiológico, de modo a garantir o alto desempenho. O Barão de Coubertin dizia que o corpo são é sinônimo de mente sã, mas eu acredito que seja o oposto, que o corpo acompanha a mente e não o oposto. Só vamos conseguir ter o corpo que queremos se primeiro tivermos o mindset correto”.

Empresária e atleta profissional Renata Spallicci. (Toby Harrison / MF Press Global)

Comments

comments

Clique para Ler

Destaque

Gracyanne Barbosa esfrega o bumbum no feed e reflete: ”Dê o melhor de você”

Published

on

By

Gracyanne Barbosa segue ostentando o bumbum nas redes sociais. Nesta quarta-feira (29), a musa fitness surgiu esfregando os glúteos no feed das redes sociais, com direito a legenda-auto-ajuda. 

“Não se perca tentando ser melhor que ninguém, esforce-se apenas por ser e dar o melhor de você”, disparou a morena. 

No clique, ela aparece de costas exibindo a boa forma da parte de trás. Outro detalhe que chamou atenção foi o maiô, curtíssimo e em verde neon. 

“Simplesmente maravilhosa. Uma das maiores inspirações do Brasil no quesito saúde é boa forma. Simplesmente diva”, enalteceu um fã. 

A musa fitness publicou uma foto em que aparece só com a parte de baixo de um biquíni e exibe as costas super definidas, além do contraste entre a cintura fina e o bumbum gigante. “Marque sua amiga que também treina superiores. Meninas, eu fiquei um tempo apenas treinando deltóides, mas agora senti necessidade de voltar a treinar costas. Tudo depende da fase e objetivo“, escreveu Gracyanne na legenda.

Pelo clique, Gracyanne recebeu elogios até em inglês. “Você é perfeita. Absolutamente embasbacante“, escreveu um seguidor gringo na língua da rainha Elizabeth. Gra respondeu com um emoji de coração. Outra seguidora se derreteu: “Amei, arrasou. Você é incrível“.

Nem todos foram tão positivos. Uma fã escreveu: “Grazi isso prejudica muito a sua saúde, para com isso, dinheiro não paga a saúde“. O comentário foi prontamente respondido por Gracyanne. “Oh, minha linda, me alimento bem, treino, durmo, não poderia ser mais saudável“. Em seguida uma outra seguidora acusou a musa de utilizar anabolizantes e também recebeu resposta. “Poxa, vi que é uma profissional da área e mesmo assim tem esse preconceito, é uma pena, acredito que o mais válido seria incentivar as pessoas a cuidarem da saúde, não afirmar algo que você não sabe“. A discussão continuou entre seguidores, mas Gracyanne não participou.

Em várias oportunidades, Gracyanne já afirmou que não faz uso de qualquer substância proibida. Ela segue apenas uma dieta rigorosa e ma rotina pesada de exercícios.

Comments

comments

Clique para Ler
Advertisement

Facebook




Mais Acessados